Defesa da vida torna Igreja mais confiável

 Dom Luiz Bergonzini, bispo de Guarulhos.
A Igreja Católica está em segundo lugar, atrás apenas das Forças Armadas, no ranking das instituições mais confiávies, no Brasil, de acordo com pesquisa do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), promovida recentemente pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (Direito GV).
Em pesquisa anterior a Igreja ocupava o sétimo lugar, de acordo com a opinião pública, no ranking de confiança. Para a coordenadora do Índice de Confiança na Justiça, a professora de Direito, Luciana Gross Cunha, o “salto” da Igreja deve-se à defesa da vida acentuada durante as discussões contra a legalização do aborto que marcaram o período eleitoral.
Nesse trimestre 54% dos entrevistados disseram que a Igreja é uma instituição confiável. No segundo trimestre 34% deram essa resposta. Já a confiança nos partidos políticos despencou de 21% para 8% no mesmo período de eleições, mantendo-se em última posição na escala. “Ao mesmo tempo em que a Igreja sobe, os partidos políticos têm uma queda enorme no nível de confiança”, diz a coordenadora da pesquisa, a professora Luciana Gross Cunha.
É claro que a força da Igreja não está em sua fama, mas em seu Senhor. Contudo, é válido termos instrumentos de pesquisa como o da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas.
Além disso, o salto da Igreja no ranking se deve à luta contra o aborto travada por Dom Luiz Bergonzini, bispo de Guarulhos. Não há a menor dúvida que esse bispo é um marco na história do movimento pró-vida, no Brasil. Embora uma minoria barulhenta e pouco católica se atreva a desqualificá-lo e minimizar suas ações a mera política partidária, sabemos que ser fiel ao Cristo e seu Evangelho da Vida nada tem a ver com política partidária.
Fico feliz. Fico felicíssimo em ver mais esta vitória pró-vida no pós-eleições da primeira presidente mulher pró-aborto do Brasil.
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Leia mais em O Estado de S. Paulo: Igreja dá salto em ranking de confiança

Um comentário:

  1. Notícias como estas são boas, mas não nos atenhamos a estas coisas, visto que a Igreja não terá um triunfo histórico (Cf. CIC 675).

    Em CRISTO,
    Allan Lopes

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