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Carta dos bispos e arcebispos do Leste 1 sobre a a sanção do PCL nº 3/2013

No último dia 9 de agosto, os bispos e arcebispos do Regional Leste 1 publicaram uma carta, direcionada aos deputados e senadores, sobre a sanção do PCL nº 3/2013, que dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual.
No texto, os bispos ressaltam a surpresa diante da sanção da lei sem nenhum veto e afirmam que esperavam “uma demonstração mais firme e corajosa” na defesa da vida da criança e da mãe.
Segundo a carta, "o povo católico gostaria de ter ouvido mais nitidamente a sua voz denunciando, publicamente, nos meios de comunicação, a farsa presente nesse projeto que facilita o aborto no Brasil e acaba obrigando os médicos e hospitais católicos associados ao SUS a realizarem esse crime horrendo."

Rio de Janeiro, 09 de agosto de 2013.  Exmo. Sr. Os bispos do Regional Leste I, sem deixarem de prestar sua solidariedade às mulheres vítimas de qualquer violência, sobretudo sexual, querem demonstrar sua profunda consternação com o PLC nº 3/2013, e sua sanção, por não estar, realmente a favor da vida, atentando contra um inocente indefeso no ventre materno. A defesa da vida desde a sua concepção até sua morte natural é um princípio inviolável dentro de uma sociedade que aspira ser humana e justa com todas as pessoas.O povo brasileiro tem sido espectador nos dois últimos meses – Junho e Julho – de uma forte e numerosa presença dos jovens nas ruas e praças das principais cidades do país.Esses rapazes e moças, de modo pacífico e cidadão, têm sido a voz de tantas pessoas que não têm vez numa sociedade cada dia mais manipulada e enganada por grupos ideológicos.A saúde, a educação, o transporte, a segurança, os valores éticos têm sido mencionados em programas de governos e em discursos de políticos brasileiros, porém o que a juventude brasileira mais aspira não são palavras, mas atitudes éticas e soluções permanentes para essas questões.O Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude, realizada entre os dias 23 e 28 de julho, foi a voz unida às vozes de milhões de jovens brasileiros e estrangeiros que alegraram ainda mais a Cidade Maravilhosa.A sua voz ecoou nas mentes e nos corações de tantas pessoas que o aplaudiram nesses dias no Rio de Janeiro, e, sem omitir outras falas importantes, queremos destacar suas palavras no Teatro Municipal no dia 27 de julho passado.O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza. Que ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade: esta é a via a seguir”.Senhor Senador, a sua presença no Congresso Nacional é, para todos nós, sobretudo para o nosso povo, um eco dessas vozes. Conhecemos sua identificação como político católico, reconhecemos que a sua atuação tem sempre presente uma visão de futuro para que o Brasil seja realmente uma nação rica nos valores éticos e cristãos.Os Bispos do Regional Leste 1 da CNBB ficaram muito surpresos e perplexos quando o PLC nº3/2013 foi sancionado sem veto pela Presidenta Dilma Rousseff no último 1º de agosto.O povo católico gostaria de ter ouvido mais nitidamente a sua voz denunciando, publicamente, nos meios de comunicação a farsa presente nesse projeto que facilita o aborto no Brasil e acaba obrigando os médicos e hospitais católicos associados ao SUS a realizarem esse crime horrendo.Nós, Bispos, esperávamos uma demonstração mais firme e corajosa de Vª. Excia. na defesa da vida da criança e da mãe, especialmente quando esta, depois de sofrer uma violência sexual inadmissível pela sociedade, vai sofrer outra violência, que é o aborto, mesmo quando este se dá como uma possibilidade, com a ingestão da pílula do dia seguinte.Aos nossos políticos católicos reiteramos o nosso respeito e valorização de seu trabalho, mas conscientes do valor da vida humana, deveriam ter demonstrado uma consciência reflexa mais aguçada, pois tal projeto, longe de proteger a mulher da violência sexual, é também uma janela de implantação do aborto em nosso país. Com isso, não queremos desmerecer a obrigatoriedade de atendimento integral às pessoas em situação de violência sexual. Os políticos católicos que  receberam votos  dos eleitores, na  sua  maioria católicos, deveriam testemunhar com o seu voto e a sua voz sua posição contrária à "cultura do descarte", apontada pelo Papa Francisco como uma causa do desprezo pela vida humana, e irem, corajosamente, contra a maré, pois suas eleições nos fazem esperar uma defesa maior dos princípios cristãos na vida política.



Dom Orani João Tempesta, O.Cist.
Presidente do Regional Leste 1
Arcebispo do Rio de Janeiro

Dom Luciano Bergamin, CRL
Vice-Presidente do Regional Leste 1
Bispo de Nova Iguaçu

Dom José Francisco Rezende Dias
Secretário do regional Leste 1
Arcebispo de Niterói

Dom Francesco Biasin 
Bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Tarcísio Nascentes dos Santos 
Bispo de Duque de Caxias

Dom Edson de Castro Homem
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Frei José Ubiratan Lopes, OFMCap 
Bispo de Itaguaí

Dom Pedro Cunha Cruz
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Frei Elias James Manning, OFMConv. 
Bispo de Valença

Dom Nelson Francelino Ferreira
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Roberto Francisco Ferrería Paz 
Bispo de Campos dos Goytacazes

Dom Paulo Cezar Costa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Edney Gouvêa Mattoso 
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Luiz Henrique da Silva Brito
Bispo de Nova Friburgo

Dom Gregório Paixão, OSB 
Bispo de Petrópolis

Dom Roque Costa Souza
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Dom Fernando Áreas Rifan 
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

Bases TL, Lula, Comunismo , Fidel e a América Latina

Assista a estes vídeos e me diga quem é o alienado.



Arquidiocese de Natal fará evento com o herege "Frei" Beto

A quinta semana social promovida pela CNBB será na Arquidiocese de Natal e amanhã, 10 de Maio, quem irá palestrar será o "Frei" Beto.

Sobre o evento: http://www.arquidiocesedenatal.org.br/not0605ssb.html

Peço que enviem um um email para o Bispo Dom Jaime Vieira Rocha, pedindo que a participação do Frei beto não seja permitida e pedindo comunhão com a Fé de Roma.
curia@arquidiocesedenatal.org.br - Cúria da Arquidiocese de Natal
setorsocial@arquidiocesedenatal.org.br - Setor social responsável pela promoção do evento
jaimevrocha@terra.com.br - Dom Jaime Vieira Rocha, arcebispo
diocesedemossoro@uol.com.br - Dom Mariano Manzana, participante do evento.

nunapost@solar.com.br - Nunciatura Apostólica. Dom Giovanni D'Aniello

Denunciem:

Aos que pediram um modelo de email para enviar para a Arquidiocese de Natal sobre a participação do "Frei" Beto no evento “Participação no processo de democratização do Estado Brasileiro”, segue abaixo um simples modelo. Não esqueçam de colocar o seu nome no final.

curia@arquidiocesedenatal.org.br - Cúria da Arquidiocese de Natal
setorsocial@arquidiocesedenatal.org.br - Setor social responsável pela promoção do evento
jaimevrocha@terra.com.br - Dom Jaime Vieira Rocha, arcebispo
diocesedemossoro@uol.com.br - Dom Mariano Manzana, participante do evento.
nunapost@solar.com.br - Nunciatura Apostólica. Dom Giovanni D'Aniello

vati026@relstat-segstat.va; vati023@genaff-segstat.va ; vati032@relstat-segstat.va
clero@cclergy.va - Santa Sé
_____________________________________________________

A Vossas Eminências Dom Jaime Vieira Rocha, Dom Mariano Manzana, Dom Giovanni D'Aniello e a todos os responsáveis pelo o evento “Participação no processo de democratização do Estado Brasileiro” que acontecerá amanhã na Arquidiocese de Natal,
Venho através deste e-mail pedir a exclusão da participação do Frei Beto amanhã no evento que acontecerá e peço que fiquem inteiramente em comunhão com Roma nossa sede Católica Apostólica Romana. Uma vez que o "Frei" Beto prega abertamente contra a Santa Igreja Católica, a favor do aborto, do "casamento" gay, de governos socialistas/comunistas entre outras mazelas condenadas pela Igreja. O Frei Beto escolheu não ser católico, escolheu não participar do corpo da Santa Igreja, sendo assim não há motivos para permitir que ele coloque em risco a alma dos diocesanos de Natal. Quem acolhe os lobos põe em risco as ovelhas.
Att,

Texto sobre reforma agrária é vetado em assembleia de bispos

Sugestões e emendas modificaram documento; para representantes, resultado ficou parcial e de inspiração socialista


Os bispos vetaram ontem, por consenso, o projeto Questão Agrária, que deveria ser publicado como documento oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na sexta-feira, por considerá-lo parcial e de inspiração socialista. Dezenas de sugestões e emendas apresentadas no plenário da Assembleia-Geral do episcopado, reunida em Aparecida, tornaram inviável a publicação do documento, que só será votado em 2013.

"Houve objeções à linguagem e ao conteúdo com relação, por exemplo aos movimentos sociais e à análise de novas realidades", disse o vice-presidente da CNBB, d. José Belisário da Silva, arcebispo de São Luiz (MA). Os pontos mais polêmicos foram os referentes a movimentos sociais, como a Via Campesina e o MST, que tiveram mais importância para a Igreja no passado, mas que, na opinião dos bispos, não merecem mais o destaque.

JMJ. O arcebispo de Brasília, d. Sérgio Rocha, disse que o papa Francisco não deverá alterar o roteiro de sua viagem ao Rio, onde participará da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), para visitar Brasília, porque o Vaticano não vai desviar o programa do foco principal. No entanto, D. Sérgio acredita que é possível que Francisco viaje até Aparecida.

Considerações sobre a nota do CFM a respeito do aborto


O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da CNBB, dom João Carlos Petrini, divulgou nesta sexta-feira, 22 de março, algumas considerações a respeito de uma nota publicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que apoia o direito de aborto até a 12ª semana de gestação. A seguir, a íntegra da mensagem.

Brasília, 22 de março de 2013
CEPVF Nº 0164/13


Causou surpresa à sociedade brasileira a decisão tomada pelo Conselho Federal de Medicina, durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina, favorável à interrupção da gravidez até a 12ª semana, como prevê a proposta do novo Código Penal, em discussão no Senado Federal. As imediatas reações contrárias a esse posicionamento demonstram a preocupação dos que defendem a vida humana desde sua concepção até a morte natural. Merece, por isso, algumas considerações.
O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução.
Nossa civilização foi construída apostando não na morte, mas na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos. Recorde-se, em época recente, a figura das Bem-aventuradas Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce dos pobres, bem como os milhares de pessoas que, quotidianamente, se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade.
As constituições dos principais países ocidentais apresentam uma perspectiva claramente favorável à vida. A Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida.
Ajuda a evitar o aborto a implantação de políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas nas mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, de tal modo que cada mulher, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar à luz seu bebê. Esta solução é a melhor tanto para a criança, que tem sua vida preservada, quanto para a mulher, que fica realizada quando consegue ter condições para levar a gravidez até o fim, evitando o drama e o trauma do aborto.
O Conselho Federal de Medicina ao se manifestar favorável ao aborto até 12 semanas parece não ter levado em consideração todos os fatores que entram em jogo nas situações que se pretendem enfrentar. Sua decisão, que não contou com a unanimidade dos Conselhos Regionais, deixa uma mensagem inequívoca: quando alguém atrapalha, pode ser eliminado.
Para justificar sua posição, o CFM evoca a autonomia da mulher e do médico, ignorando completamente a criança em gestação. Esta não é um amontoado de células sem maior significado, mas um ser humano com uma identidade biológica bem definida; com um código genético próprio, diferente do DNA da mãe. Amparado no ventre materno, o nascituro não constitui um pedaço do corpo de sua genitora, mas é um ser humano vivo com sua individualidade. A esse respeito convergem declarações de geneticistas e biomédicos.
Todos esses fatores precisam ser considerados no complexo debate sobre o aborto, reconhecendo os direitos do nascituro, dentre os quais o direito inviolável à vida que vem em primeiro lugar.
Que os legisladores sejam capazes de considerar melhor todos os aspectos da questão em pauta e que seja possível um diálogo efetivo, com abertura para alargar o uso da razão. O uso apropriado da mesma não descartaria nenhum fator, reconhecendo os direitos do nascituro, o primeiro deles, o direito inviolável à vida. Deste modo, será possível legislar em favor do verdadeiro bem das mulheres e dos nascituros, e se consolidará o Estado democrático, republicano e laico, que tanto desejamos.

+ João Carlos Petrini
Bispo de Camaçari-BA
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB

Missa de encerramento do Ano Sacerdotal no RJ


O arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta, presidiu, no dia 5, na Igreja de São Pedro, em Rio Comprido, uma missa em homenagem ao encerramento do Ano Sacerdotal na arquidiocese.
Na homilia, dom Orani destacou a importância do ministério presbiteral como dom de Deus. Lembrou que Cristo, o Sumo Sacerdote, é quem preside a Eucaristia, e está presente na Palavra e na ação da Igreja, alimentando e perdoando o povo de Deus. Disse ainda que o presbítero, tirado do meio do povo e formado para servi-lo, vai construindo, na história, o Reino de Deus.


Ao lembrar a figura de São João Maria Vianney, que revolucionou no seu tempo a pequena cidade de Ars, no sul da França, lembrou aos padres que também eles foram chamados, consagrados e enviados, como discípulos missionários, para servir e mostrar ao povo o caminho de Deus.
 
Todos os presbíteros fizeram a renovação das promessas sacerdotais. Reunidos no espaço do presbitério, em volta do altar, rezaram pelas intenções da Igreja.
 
Convocado pelo papa Bento XVI, por ocasião dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney, o Ano Sacerdotal teve como tema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade do sacerdote”.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/regionais/leste-1/3600-missa-de-encerramento-do-ano-sacerdotal-no-rio-de-janeiro

Solenidade de São Pedro e São Paulo, dia do Papa


Por Dom Eurico dos Santos Veloso


A Solenidade de São Pedro e São Paulo, celebrada desde tempos remotíssimos, ensina-nos que a Igreja, na qual cremos, está alicerçada sobre o fundamento dos apóstolos, consoante as palavras do próprio Cristo: “Quem vos ouve, a mim ouve”. Sim, a fé que hoje professamos, depois de dois mil anos, é a mesma professada pelos apóstolos escolhidos e enviados por Cristo. O Espírito atua na Igreja de modo a torná-la, sob a proteção dos mesmos apóstolos colocados à sua frente e conduzida pelos seus legítimos sucessores, depositária e fiel mensageira do Evangelho da Vida.

Pedro e Paulo, cada qual a seu modo, contribuíram eficazmente para edificar a Casa de Deus neste mundo como sinal da Morada Eterna que nos é prometida em Cristo. Pedro, escolhido por Jesus para ser o chefe dos apóstolos e de toda a Igreja, soube apascentar as ovelhas e os cordeiros que lhe foram confiados, confirmando-lhes a fé com o derramamento do próprio sangue. Paulo, agraciado com o dom da verdadeira conversão ao Evangelho, tornou-se, por disposição mesma do Senhor, o grande apóstolo dos gentios e o incomparável defensor da gratuidade da salvação, vindo, à semelhança de Pedro, a derramar o seu sangue como supremo testemunho da fé que tão zelosamente anunciava com muitas renúncias e provações.

Ao celebrarmos os dois insignes apóstolos, lembramo-nos naturalmente do Papa, a quem cabe, em primeiro lugar, guardar, defender, anunciar e testemunhar a fé que herdamos de Pedro e Paulo. Bento XVI é hoje o grande apóstolo do Evangelho que nos dá a Vida verdadeira. Como sucessor de Pedro e herdeiro de seu carisma-ministério, preside hoje à caridade, apascentando com zelo os fiéis que lhe são confiados. Mas é também chamado, a exemplo de Paulo, a desgastar-se de todos os modos, a fim de que a Palavra de Deus atinja os corações e, assim, o mundo se renove na esperança que vem da firmeza de Deus. Bento XVI tem desempenhado muito bem seu ofício de propagador da fé e da beleza da salvação. Notáveis são suas palavras e ensinamentos, carregados de profundo significado e sabedoria, dirigidos para um mundo aparentemente mais distante de Cristo e da sua Igreja. Os ensinamentos do Papa são capazes de interpelar as consciências e fazê-las pensar, e a Igreja, sem dúvida, tem sido levada, com Bento XVI, a aprofundar-se no conhecimento de suas raízes.

Que São Pedro e São Paulo intercedam sempre pela Igreja que lhes custou o sangue, proteja o Santo Padre Bento XVI e alcancem para todos nós a graça de sermos discípulos missionários de Jesus Cristo na aurora do século XXI!

Fonte CNBB