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A infiltração comunista da Igreja



“Como viemos a saber de numerosas testemunhas independentes, a infiltração comunista da Igreja começou cedo, na década de 1930. O próprio Lênin (fundador do Comunismo russo) declarou nos anos 20 que infiltraria a Igreja Católica, particularmente o Vaticano. A evidência histórica quanto a isso foi recentemente sumarizada no venerável periódico Christian Order:

“Douglas Hyde, ex-comunista e célebre convertido, revelou há muito tempo que nos anos 30 as chefias comunistas enviaram uma diretiva à escala mundial sobre a infiltração da Igreja Católica. E no início da década de 50, a Sra. Bella Dodd também deu informações pormenorizadas sobre a subversão comunista da Igreja. Falando como antiga funcionária de destaque do Partido Comunista Americano, a Sra. Dodd disse: “Nos anos 30 pusemos entre mil e cem homens no sacerdócio para destruir a Igreja a partir do seu interior.” A idéia era que estes homens se ordenassem e subissem até ocupar posições de influência e autoridade como Monsenhores e Bispos. Uma dúzia de anos antes do Vaticano II, ela declarou o seguinte: “Neste momento estão nos cargos mais altos da Igreja”– onde estavam a trabalhar para conseguir mudanças que enfraquecessem a eficácia da Igreja na sua luta contra o Comunismo. Acrescentou que estas mudanças seriam tão drásticas que “não reconhecerão a Igreja Católica.

Como sublinhou a Christian Order, a existência de uma conspiração comunista para infiltrar a Igreja foi abundantemente confirmada, não só pelos antigos comunistas Bella Dodd e Douglas Hyde, mas também por desertores soviéticos:

“O antigo oficial da KGB Anatoliy Golitsyn, que desertou em 1961 e em 1984 previu com 94% de precisão todos os espantosos acontecimentos ocorridos no Bloco Comunista desde aquela altura, confirmou há vários anos que esta “penetração da Igreja Católica, assim como de outras igrejas, faz parte da “linha geral” [isto é, da política imutável] do Partido na luta anti-religiosa.” De fato, centenas de documentos passados para o Ocidente pelo antigo arquivista da KGB Vassili Mitrokhin, e publicados em 1999, dizem o mesmo sobre o fato de a KGB cultivar as relações mais cordiais com os Católicos ‘progressistas’ e financiar as suas atividades. Um dos órgãos esquerdistas identificados foi a pequena agência de imprensa católica italiana Adista que, ao longo das décadas, promoveu todas as causas ou “reformas” pós-conciliares imagináveis, e cujo Diretor foi nomeado no Arquivo Mitrokhin como um agente assalariado da KGB.

A Sra. Dodd, que se converteu à Fé pouco antes de morrer, era assessora jurídica do Partido Comunista dos Estados Unidos. Prestou um depoimento volumoso sobre a infiltração comunista na Igreja e no Estado perante a Comissão Parlamentar de Atividades Anti-Americanas nos anos 50. Como se quisesse penitenciar-se pelo seu papel na subversão da Igreja, a Sra. Dodd fez uma série de conferências na Universidade Fordham e noutros locais durante os anos que precederam o Vaticano II. A Christian Order recorda o testemunho de um frade que assistiu a uma dessas conferências no início da década de 50:

“Ouvi aquela mulher durante quatro horas e ela pôs-me os cabelos em pé. Tudo o que ela disse cumpriu-se à letra. Pensar-se-ia que ela era a maior profetisa do mundo, mas ela não era profetisa. Estava apenas a expor, passo a passo, o plano de combate da subversão comunista da Igreja Católica. Ela explicou que, de todas as religiões do mundo, a Igreja Católica era a única temida pelos Comunistas, porque era o seu único adversário eficaz. A idéia geral era destruir, não a Igreja como instituição, mas antes a Fé do povo, e usar mesmo a instituição da Igreja, se possível, para destruir a Fé por meio da promoção de uma pseudo-religião, qualquer coisa parecida com o Catolicismo mas que não era a autêntica doutrina.Logo que a Fé fosse destruída – explicou ela – introduzir-se-ia na Igreja um complexo de culpa (...) para classificar a ‘Igreja do passado’ como opressiva, autoritária, cheia de preconceitos, arrogante ao afirmar-se como única possuidora da verdade, e responsável pelas divisões das comunidades religiosas através dos séculos. Isto seria necessário para que os responsáveis da Igreja, envergonhados, adotassem uma ‘abertura ao mundo’ e uma atitude mais flexível para com todas as religiões e filosofias. Os comunistas explorariam então esta abertura para enfraquecer insidiosamente a Igreja.
(Pe. Paul Kramer, The Devil’s Final Battle 

TERROR COMUNISTA CHINÊS - ONTEM E HOJE

O OCIDENTE ENTREGOU A CHINA AOS SEUS ALGOZES, HOJE MAL DISFARÇADOS DE 'NEOLIBERAIS'







I – ONTEM
SEM MÁSCARA


Reforma Agrária achincalhou os proprietários até a morte



A revolução comunista na China conduzida por Mao-Tsé-Tung seguiu as pegadas da Rússia com aspectos surpreendentes.

Assim que se apossava de uma região, o comunismo chinês empreendia a Reforma Agrária. Mas antes de eliminar os proprietários, desmoralizava-os o quanto podia.

Eles eram, por exemplo, submetidos ao “comício da acidez”: os parentes e empregados deviam acusá-los das piores infâmias até que “entregassem os pontos”, sendo então executados pelos presentes. Um proprietário teve que puxar um arado sob as chibatadas de colonos, até perecer.

Chegou-se a obrigar membros da família de um fazendeiro a comer pedaços da carne dele, na sua presença, ainda vivo!

A Reforma Agrária chinesa extinguiu de 2 a 5 milhões de vidas, sem contar aqueles que nunca voltaram entre os 4 a 6 milhões enviados aos campos de concentração.



Campos de concentração superam os da URSS


O sistema amarelo de campos de concentração foi (e continua sendo) o maior do mundo. Até meados dos anos 80, mais de 50 milhões de infelizes passaram por ele.

A média de ingresso nesse sistema é de 1 a 2 milhões de pessoas por ano, e a população carcerária atinge, em média, a cifra de 5 milhões. Os presos-escravos vivem psiquicamente infantilizados, num sistema de autocríticas e delação mútua.

Esses cárceres, disfarçados em unidades industriais do Estado, desempenharam importante papel nas exportações chinesas. Pense nisso o leitor quando lhe oferecerem um produto chinês a preço ínfimo...



“Grande salto para a frente”: industrialização forçada até o extermínio pela fome



Em 1959, Mao propôs o “grande salto para a frente”, que consistiu em reagrupar os chineses em comunas populares, sob pretexto de um acelerado progresso.

Foi proibido abandonar a comuna, as portas das casas foram queimadas nos altos fornos, e os utensílios familiares transformados em aço. Iniciaram-se construções delirantes.

Os responsáveis comemoravam resultados fulgurantes e colheitas astronômicas. Mas logo começou a faltar o alimento básico. Barragens e canais viraram pesadelo para seus construtores escravos. A indústria parou.

A fome mais mortífera da História da humanidade sacrificou então 43 milhões de vidas! Era proibido recolher as crianças órfãs ou abandonadas. O regime reprimia os famintos, entes não previstos na planificação socialista...



“Revolução Cultural”: tentativa de extinguir a tradição e o pensamento


Em 1966, Mao lançou a Revolução Cultural. Tratava-se de reduzir a pó os vestígios do passado, de eliminar tudo quanto falasse da alma espiritual ou evocasse a beleza.

Os cenários e guarda-roupas da Ópera de Pequim foram queimados. Tentou-se demolir a Grande Muralha, e os tijolos arrancados serviram para construir chiqueiros! Era proibido possuir gatos, aves ou flores!

À palavra intelectual acrescentava-se sempre o qualificativo fedorento. Os professores deviam desfilar por ruas e praças em posições grotescas, latindo como cães, usando orelhas de burro, se auto-denunciando como inimigos de classe. Alguns, sobretudo diretores de colégio, foram mortos e comidos. Templos, bibliotecas, museus, pinturas, porcelanas viraram cacos ou cinzas.
Os mortos são calculados entre 400 mil a 1 milhão, e os encarceramentos em torno de 4 milhões: uma alucinante ninharia, se comparada aos massacres da Reforma Agrária e do “salto para a frente”! Apesar disso, a Revolução Cultural serve até hoje como fonte de inspiração para revoluções do gênero.





*** * ***




TERROR COMUNISTA CHINÊS
II- HOJE

COM MÁSCARA DE ‘NEO-CAPITALISTA’


Grande vigília em Hong Kong relembra massacre de Tiananmen e pede liberdade


Vigília pode ser a maior da história de Hong Kong por Tiananmen
Vigília pode ser a maior da história de Hong Kong por Tiananmen

Um número impressionante de público compareceu ao Victoria Park de Hong Kong, para participar da vigília anual a luz de velas que indicia o regime comunista da China pelo desrespeito aos direitos humanos.

Também e em ponto maior, a vigília marcou o 24º aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, ou Tiananmen, em Pequim.

O número dos presentes pode ter superado o do ano passado (mais de 180.000 pessoas) malgrado a persistente chuva.

As autoridades se recusaram a fornecer estimativas, porque a primeira vista as restrições impostas desde Pequim não surtiram todo o efeito desejado.

De acordo com o “The New York Times”, a Igreja Católica está assumindo um papel crescentemente ativo na oposição as leis de segurança interna de Hong Kong.


Hong Kong: chuvas não impediram participação massiva
Chuvas não impediram participação massiva

Estas leis estão cada vez mais semelhantes às que escravizam o povo chinês no resto do continente. 

A Igreja tem sobradas razões e experiências para apontar que essas “normas de segurança” visam principalmente limitar a liberdade de expressão e de religião.

O Cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong e um líder moral do catolicismo na cidade, vêm angariando muitas simpatias.

A população gosta de suas críticas abertas à legislação da cidade entalhada pelas injunções de Pequim.

A Igreja Católica organizou uma vigília de orações na mesma noite precedendo à vigília a luz de velas no Victoria Park.


Catolicismo autêntico está no cerne dos  protestos
Catolicismo autêntico está no cerne dos  protestos
O crescimento do catolicismo, especialmente o autêntico fiel ao Papado, está como que enlouquecendo aos ditadores comunistas e seus colaboradores “católicos progressistas” do continente e do Ocidente. 

Estes sonham com uma “distensão” que até o momento se revelou poderoso instrumento para desarmar os católicos e consolidar a opressão do Partido Comunista sobre clero e fiéis.


Tiananmen: heroísmo não é esquecido
Tiananmen: heroísmo não é esquecido
Alguns residentes de Hong Kong que participaram da vigília noturna relembraram com emoção a brutalidade da repressão na Praça Tiananmen(Paz Celestial)

nomenklatura de Pequim faz questão de acobertar esse massacre como se fosse sua própria obra. 

Na China, a censura socialista suprimiu a maioria das mensagens e posts que faziam menção à data na Internet. 

Nos dias 3 e 4 de junho de 1989, a China ordenou que as tropas abrissem fogo contra manifestantes que realizavam um ato pró-democracia havia meses, sob liderança estudantil. 


Ditadura socialista nunca revelou o número dos mortos
Ditadura socialista nunca revelou o número dos mortos
Centenas deles foram mortos. Fala-se entre 1.000 e 6.000, porém o governo jamais forneceu uma cifra confiável.

Os tanques do Exército Vermelho passaram por cima dos manifestantes pela democracia e pela paz.

No ano passado, o evento no Vitória Park, que vem se realizando desde 1989, reuniu 180 mil pessoas, um número recorde. 

Manifestantes, estão usando vocês!


As recentes manifestações que atingiram o Brasil nas últimas semanas culminaram numa proposta da presidente Dilma Rousseff: uma Constituinte para reforma política. Essa proposta, há anos planejada pelo PT e por demais partidos de esquerda - ideólogos que estão levando o Brasil à falência - é a resposta do Governo Federal à insatisfação generalizada da população que, infelizmente, está sendo manipulada por grupos radicais comunistas, que querem a todo custo implantar o socialismo no Brasil. Manifestantes, estão usando vocês!

Escute o AUDIO: Assista o vídeo:

Jornalsta diz claramente sobre o tema do aborto no Brasil

O Jornalista da Rede Massa/SBT de Curitiba, Paulo Martins, disse claramente que "aborto é o seguinte meu amigo, é assassinato com outro nome" e "Católico não pode votar no PT!", além de citar o decreto de Pio XII contra o Comunismo.

De fato não sabemos se poderá continuar trabalhando, uma vez que sabemos o destino dos que dizem que há luzes fora da caverna. Por isso, leitores, enviem uma mensagem para o Twitter oficial do programa: https://twitter.com/jornaldamassa

Eu também enviei minha mensagem para o corajoso jornalista em seu Twitter: https://twitter.com/PauloMartins10





O ENGODO RUSSO

ADVERSUS | A VIDA SACERDOTAL




Se muitos católicos tivessem dado mais atenção ao debate entre Olavo de Carvalho e Aleksandr Dugin, não estariam sendo enfeitiçados pelo pseudo-conservadorismo russo. Ignorando elementos fundamentais da ideologia da Nova Rússia e o papel que Aleksandr Dugin desempenha nela, muitos católicos enxergam no pseudo tradicionalismo russo, um sinal de conversão da Rússia. Cabe alguns lembretes a estes católicos que estão sob o feitiço da  nova ideologia russa.  

1) Aleksandr Dugin é o mentor de Vladimir Putin (o presidente da Rússia egresso da KGB).  (ALBUQUERQUE, Edu Silvestre de. Uma Breve História da Geopolítica, Cenegri edições, 2011) 

2) O pai de Dugin auxiliou-o na obtenção de um emprego nos arquivos do KGB nos quais eventualmente se deparou com obras cuja leitura estava proibida à restante população soviética, essas obras focavam o fascismo, o eurasianismo, o misticismo e diversas religiões do mundo. 

3) Dugin é inspirado por correntes tradicionalistas esotéricas anti-católicas. Para ele, existem conexões ocultas entre política moderna e espiritualidade. Aleksandr Dugin define-se a si mesmo como Nacional-Bolchevique. Sua pretensão é a união tática das hostes nacionalistas e comunistas. Dugin é defensor de uma espécie de política hermética sob a fachada de conservadorismo. 
 "Sedgwick mentions several other Traditionalists who identified with the Orthodox Chruch, such as the young Swiss Jean-François Mayer in the mid-1970s and Alexander Dugin, who is currently politically active in Russia. Dugin attempts to correct Guénon's dismissal or neglect of the Orthodox tradition, arguing 'the Christianity that Guénon rejected was Wertern Catholicism. Guénon was right in rejecting Catholicism but wrong in rejecting Eastern Orthodoxy, of which he knew litte'. Dugin claims that 'Orthodoxy, unlike Catholicism, had never lost its initiatic validity and so remained a valid tradition to which a Traditionalist philosophy into Orthodox terms. Even though 'Schuon's universalism claimed to encompass Christianity, as it did all religions(...). Tradicionalism has not usually claimed to be compatible with Christianity. As the exception, Dugin's Tradicionalism led not to Sufism as the esoteric practice of Islam, but to Russian Orthodoxy as both an esoteric and exoteric practice". (JOHNSON,Christopher D.L. The Globalization of Hesychasm and the Jesus Prayer: Contesting Contemplation. Continuum International Publishing Group, 2010, p.72)

4) Dugin defende uma política que preconiza o conceito de “revolução conservadora” e que "restaure os valores heróicos de uma tradição renovada". 

“Crucial to Dugin´s politics is the classical concept of the "conservative revolution" that overturns the post-Enlightenment world and installs a new order in which the heroi values of the almost forgotten "Tradition" are renewed". For Dugin, the conservative revolution is "the Last Revolution", "The greatest Revolution in history, continental and universal...the return of the angels, the resurrection of the heroes, and the uprising of the heart against the dictator-ship of reason" (Dugin 1997b,  p. 26. Ver Russian Fascism: Traditions Tendencies Movements, de Stephen Shenfield M.E. Sharpe, 2001,p.195)

http://books.google.com.br/books?id=M0Qkk-r2buQC&pg=PA195&dq=dugin&hl=pt-PT&sa=X&ei=FZOWUbaWEIWY9QSP_4HABQ&ved=0CDwQ6AEwAg#v=onepage&q=dugin&f=false

5) Dugin em seus livros apresenta a Rússia como “fortaleza da espiritualidade e da tradição”, incumbida por mandato celeste de castigar, na pele dos EUA, os pecados do Ocidente materialista e imoral. (DUGIN, Aleksandr. The Fourth Political Theory, Arktos Media, 2012)

http://books.google.com.br/books?id=3sKj49_0fw4C&pg=PA213&dq=alexander+dugin&hl=pt-PT&sa=X&ei=W5iWUZqhC6P30gGaj4GICg&ved=0CC8Q6AEwAA

6) A ideologia duginiana é uma mistura de nacionalismo, esoterismo e comunismo. 

"En 1997, el eurasianismo encontró resonancia con la publicación del libro Principios de geopolítica: futuro geopolítico de Rusia, de Dugin y Prokhanov, quienes emergieron como principales ideólogos del movimiento eurasianista. Uno de los principales adeptos a este movimento es el líder del  partido comunista, Gennadi Zyuganov, quien a su vez publicó los manifiestos geopolíticos intitulados La geografia de la victoria y Más allá del horizonte, que son una mixtura de nacionalismo étnico y socialismo, en los que se vincula la lucha de clases con el conflicto este-oeste." (PEREYRA, Antonio Sánchez.  Geopolitica de la expansion de la OTAN, Plaza y Valdes, 2003, p. 183) 


“O Eurasianismo conseguiu reconciliar filosofias muitas vezes contraditórias como o comunismo, a religião ortodoxa e o fundamentalismo nacionalista, conquistando adeptos”  (Revista militar - Volume 60,Edições 1-7, 2008, p.  234)


“Apart from the original Eurasianists, Dugin's worldview is also the product of his study of the European "conservative revolutionaries" of the interwar period and of his interest in mysticism, paganism, and the occult”. (LARUELLE, Marlene.Russian Nationalism and the National Reassertion of Russia, 2009, p.110)


"Dugin takes this deep-past mythology as a usable conceptual basis, a tradition, as it were, for future social and political development. In his picture of ideal future he sees the "coincidence of possibility with principle: in Tradition what is meant by the spiritual source or principle is not the actual past but the past 'outside of time', the paradisal, the past of the golden age, and therefore is nearer to the future than to the actual past, or more exactly, to the 'the eternal present', to 'all ages' existing at once. In Dugin's geopolitical myth there are three kinds of heroes, the original Eurosianist, fascist and European new-rightist thinkers, and his neo-Euroasianist contemporaries. He admires intellectuals who he believes share one of his passions, whether for Eurasian imperialism or for mythologies of the deep past. The heroes offer Dugin aspects of his ideology of tradicionalism, which is vociferously negative, anti-personalist and anti-individualist. Traditionalism stands for the 'rights of nations' but without saying who can claim those rights and act on them, who belongs to a nation, and who is to make that supreme decision as to who belongs. Dugin's villains are whole classes of people, primarily the Jews and the Catholics, followed by Westerners, with whom Dugin disagree, who stand for civil social values, representative democracy, and enlighment rationalism. Is a 'neo-pagan' mystical work, The Methaphysics of the Gospel, Dugin offers us a retreat of the Wertern Catholicism and Judaism”. (CLOWES,E. W. Russia on the Edge.Cornell University Press, 2011, p.57)
 "O que torna Dugin notório e preocupante é que o seu pensamento faz lembrar, em certos aspectos, Hitler. As suas teorias são hoje aceites sem relutância pelo Partido Comunista." Revista militar, Volume 60,Edições 1-7, 2008, p.236)
 "Les principes du Parti National Bolchevique, fondé en 1993 par l'écrivain et poète Edouard Limonov et le philosophe mystique Alexandre Dugin, son un mélange de nationalisme russe, de national socialisme, d'autocratie (Manfred Gerstenfeld, Shmuel Trigano. Les habits neufs de l'antisémitisme en Europe.Café noir, 2004, p.280)
"Aleksandr Dugin, anch'egli fusore di elementi di destra e di sinistra, secondo uma formula "rivoluzionario-conservatrice", della quale è il più autorevole teorico." (Sergej Kulešov, Vittorio Strada. Il fascismo russo.Marsilio, 1998. p.104)


"Dugin ha via libera e accesso immediato sia al Cremlino che allo Stato maggiore e alla Duma (il Parlamento russo),  tutti organismi in cui, parlando come l'ideologo del putinismo" (Paolo Guzzanti. Guzzanti vs Berlusconi. Aliberti, 2009, p. 311)


"The kind of fascism Dugin wants to realize in Russia is called by him "Russian national socialism.Dugin concluded:"Indeed, no pale, brown-pink national capitalism, but the glaring dawn of a new Russian Revolution, fascism, boundless as our lands, and red as our blood." (Marcel Van Herpen, Putinism: The Slow Rise of a Radical Right Regime in Russia.Palgrave Macmillan, 2013)


"Is Dugin vision, Putin will not become a gosudar or a prince, as Panarian proposes. He remais "just" a, very powerful, president. Aleksandr Dugin does not conceal that he is a fully-fledget fascist. In his book Konservativnaya Revolyutsiya (The Conservative Revolution) of 1994 he praised "The Third Way", which was "not left and not right". (Marcel Van Herpen, Putinism: The Slow Rise of a Radical Right Regime in Russia.Palgrave Macmillan, 2013)

 Leiam as palavras de Parvulesco, jornalista e escritor romeno, ligado ao movimento de Dugin:

“O verdadeiro centro de gravidade da atual política planetária, no seu conjunto, encontra-se de fato na Europa e concerne aos atuais esforços de integração imperial europeia em torno do polo franco-alemão e de suas relações com a nova Rússia de Vladmir Putin. É o projeto ainda relativamente confidencial, em via de realização, do eixo transcontinental París-Berlin-Moscou. A atual grande política europeia é uma política fundamentalmente conspirativa, porque todo conjunto de suas opções operativas maiores se passa nas sombras, protegida por dispositivos especiais de despistamento estratégico e desinformação visando a desviar a atenção dos Estados Unidos da marcha dos acontecimentos e mantê-los longe da realidade, do alcance decisivo do processo de integração imperial europeia em curso". (PARVULESCO, Jean. Vladimir Poutine et l'Eurasie. Les Amis de la Culture Européenne, 2005)
(...) Putin é “simbólica e inconscientemente, é como uma representação terrestre do Cristo Pantocrator com seus exércitos, como o sol de justiça”. (PARVULESCO, Jean. Vladimir Poutine et l'Eurasie. Les Amis de la Culture Européenne, 2005)

http://www.amazon.fr/Vladimir-Poutine-lEurasie-Jean-Parvulesco/dp/2914157134

O chefe do Kremlin é como se fosse o Pantocrator onipresente: 

“Kreml-Chef als dem omnipräsenten Pantokrator”. (DONATH, Klaus-Helge. Das Kreml-Syndikat, Rotbuch Verlag, 2008, p.149)

Concluo com as palavras do próprio ideológo de Vladimir Putin:

"[...]Do outro lado da 'direita' e "esquerda", há uma revolução una e indivisível, que está contida na tríade dialética: 'Terceira Roma - Terceiro Reich - Terceira Internacional' . O reino do nacional-bolchevismo, "Regnum", o Império do Fim; eis aqui o perfeito cumprimento da maior revolução da história, enquanto continental e universal. Falamos do retorno dos anjos, a ressurreição dos heróis, da insurreição dos corações contra a ditadura da razão. Esta Última Revolução é tarefa do Acéfalo, o portador sem cabeça da Cruz, Foice e Martelo, coroado pelo Sol da Suástica Eterna.[...]" (Alexandre Douguine,  Le prophète de l' eurasisme. Avatar Editions, 2006 , p.147)


ou

A corajosa professora de história que desmascarou o socialismo de Hitler

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A corajosa professora de história que desmascarou o socialismo de Hitler é Ana Caroline. A professora nada mais fez que desenterrar os discursos de Adolf Hitler, socialista e pai, óbvio, do Nazismo.

“Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).

Em tempo: "Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).

Em tempo: "Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).

Claro que os socialistas, terroristas de plantão que são, querem por tudo infernizar a vida da jovem professora anti-comunista, anti-feminista e uma digna e bela mulher que apenas ama a verdade. Aplaudimos o seu trabalho, Prof. Ana Caroline! E queremos com esta postagem não somente mostrar um pouco do que os professores de história ocultam, mas também de animar seu trabalho em prol da verdade.

Igualmente indicamos aos leitores a comediante, mas honesta, página do Facebook:
MEU PROFESSOR DE HISTÓRIA MENTIU PARA MIM.