Livro em PDB do blog Contra Impugnantes

Com a triste notícia do fim do blog Contra Impugnantes, rapidamente criei um livrinho de PDB (formato para ser lido no iSilo). A quem interessar, eis o link: http://www.4shared.com/file/mU5JHrdI/Contra_Impugnantes.html

A corajosa professora de história que desmascarou o socialismo de Hitler

Clique na imagem para ampliá-la.
A corajosa professora de história que desmascarou o socialismo de Hitler é Ana Caroline. A professora nada mais fez que desenterrar os discursos de Adolf Hitler, socialista e pai, óbvio, do Nazismo.

“Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).

Em tempo: "Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).

Em tempo: "Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).

Claro que os socialistas, terroristas de plantão que são, querem por tudo infernizar a vida da jovem professora anti-comunista, anti-feminista e uma digna e bela mulher que apenas ama a verdade. Aplaudimos o seu trabalho, Prof. Ana Caroline! E queremos com esta postagem não somente mostrar um pouco do que os professores de história ocultam, mas também de animar seu trabalho em prol da verdade.

Igualmente indicamos aos leitores a comediante, mas honesta, página do Facebook:
MEU PROFESSOR DE HISTÓRIA MENTIU PARA MIM.

A oposição dos conceitos


Vejamos como se dá a oposição dos conceitos: Conceitos opostos são os que significam atributos que não podem inerir simultaneamente, num mesmo sujeito. Ou seja, a oposição consiste em afirmar e negar ao mesmo tempo, como afirmar branco e não-branco, de um mesmo sujeito (Cf. S. Teológica I-II, Q.35,a.4,c). 
Podemos distinguir uma oposição em: PRÓRIA e IMPRÓPRIA

FALEMOS DA OPOSIÇÃO PRÓPRIA: A oposição própria é a que se dá por repugnância, mas com certa relação entre si, como entre virtude e vício [aqui vale a pena ler o que disse o Pe. Penido sobre analogia e que relação existe entre os termos análogos no livro "A função da Analogia em Teologia Dogmática"]. 

FALEMOS AGORA DA OPOSIÇÃO IMPRÓPRIA: A oposição imprópria se dá, também, por repugnância, MAS entre coisas que não se relacionam entre si, como a oposição entre virtude e pedra.
De certo, dado o que vimos, podemos concluir que a oposição própria pode ser por contradição, por privação, por contrariedade e por relação.

FALEMOS da OPOSIÇÃO POR CONTRADIÇÃO: A oposição por contradição se dá entre conceitos que se excluem por negação, como a que se dá entre homem e não-homem.

FALEMOS da OPOSIÇÃO POR PRIVAÇÃO: A oposição por privação é a que se dá por carência de perfeição no sujeito, como a que se dá entre pedra e visão, pois a pedra não é vidente, nem cega. 

FALEMOS da OPOSIÇÃO POR CONTRARIEDADE: A oposição por contrariedade é a que se dá entre conceitos que são contrários entre si só pela espécie, mas NÃO pelo gênero, como a que se dá entre os vícios prodigalidade e avareza. 
FALEMOS da OPOSIÇÃO POR RELAÇÃO: A oposição por relação é a que se dá entre conceitos que se relacionam entre si, mas que guardam oposição, como a que se dá entre os conceitos de pai e filho.

A MENTIRA SOBRE O TAL EX-BISPO

Chegou até mim um vídeo de um tal "ex-bispo da Igreja Católica", mas não falam de qual diocese o supradito era bispo, não falam sequer seu nome completo. Quem seria o ex-bispo?

Vejam a excelente postagem do blog Eucaristia Diaria:

Emudeçam os lábios mentirosos que proferem insolências contra o justo, com soberba e desprezo! (Salmos 31,19)


Prezados,

Recorro, mais uma vez, às lições do Padre Vieira, maior orador sacro, quando afirmava:
“É tão natural o responder, porque até os penhascos respondem, e para as vozes têm ecos. Pelo contrário, é tão grande violência o não responder, que aos que nasceram mudos, fez a natureza também surdos, porque, se ouvissem, e não pudessem responder, rebentariam de dor” (Cartas).
Assim, agradeço a Deus a oportunidade de, mais uma vez, refutar uma farsa. Aliás, em todo esse tempo, jamais uma mentira protestante deixou de ser, de imediato, refutada. E causa-me estranheza o fato de nossos irmãos separados, mesmo considerando-se Cristãos, mentirem tanto, e descaradamente, sem qualquer constrangimento. 

Eis a mentira: O Ex-Bispo da Igreja Católica Apostólica Romana, Dom Fernando, rompe com o Vaticano e torna-se evangélico.


Assim, diz a notícia:
"Em entrevista a um Bispo da Igreja católica que abandonou a batina e se converteu a evangélico,nos trouxe a tona os dogmas da igreja católica e suas ideologias.Em entrevista concedida nesta sexta feira o Bispo Dom Fernando procurou esse jornal e colocou algumas explicações sobre suas decepções com a Igreja,e que se tornara evangélico baseado numa enorme necessidade de preencher um vazio espiritual que até então não encontrara nos altares da Santa Sé."
Onde se encontra a mentira ? A mesma foi postada na Comunidade Debates: Evangélico x Católico, do Orkut.
Pois bem. Vamos, de logo, à verdade.
O suposto "Bispo Católico", em verdade jamais foi bispo da Santa Igreja, portanto, nunca teve ligação com o Vaticano. O mesmo não faz parte da Sucessão Apostólica de Pedro. Ele não é bispo de nenhuma Diocese da Igreja Católica Apostólica Romana. 
Em verdade, ele era bispo de Igreja Cismática e não reconhecida pela Santa Sé, a Igreja Católica Carismática - nome, aliás, também utilizado para confundir os fiéis. De igual modo, não tem vínculo nenhum com a RCC (Renovação Carismática Católica), que um movimento que está dentro da Igreja Católica Apostólica Romana.

Ademais, qualquer interessado que procurar na Cúria Metropolitana de Belo Horizonte - MG, bem como em sua Arquidiocese, verá que não há qualquer referência a esse cidadão, que se diz diz Bispo Católico Romano. De igual modo, se observarem atentamente, perceberão que no minuto 15:28, mesmo a contra-gosto, o farsante acaba se contradizendo e confessando não pertence à Igreja Católica Apostólica Romana.


Portanto, mais uma vez, a empreitada protestante restou infrutífera.

Paz em Cristo.
Ademais, qualquer interessado que procurar na Cúria Metropolitana de Belo Horizonte - MG, bem como em sua Arquidiocese, verá que não há qualquer referência a esse cidadão, que se diz diz Bispo Católico Romano. De igual modo, se observarem atentamente, perceberão que no minuto 15:28, mesmo a contra-gosto, o farsante acaba se contradizendo e confessando não pertence à Igreja Católica Apostólica Romana.

Portanto, mais uma vez, a empreitada protestante restou infrutífera.

Paz em Cristo.

Portanto, mais uma vez, a empreitada protestante restou infrutífera.
Paz em Cristo.
Paz em Cristo.

Como um Governo esquerdista age contra quem defende a Família

Veja em 10 minutos como um Governo Esquerdista reage a quem defende a Família.

Maçonaria sob alerta vermelho na França.

Fratres in Unum | A VIDA SACERDOTAL



Paris, 28 de maio de 2013 (AFP) - José Gulino, Grão-Mestre do Grande Oriente da França (GODF), primeira obediência maçônica do país, denunciou, terça-feira, “um crescimento da violência da extrema direita” em “um clima perigoso”, ao qual “é preciso colocar um fim o mais cedo possível”.
Gulino deu como prova disso a multiplicação dos atos anti-maçônicos interpostos na semana passada, como a manifestação de “alguns 200 doidivanas de extrema direita, que vieram gritar slogans hostis ao Grande Oriente, sexta-feira, sob pretexto de que ele defende o casamento homossexual”.
Em uma ligação telefônica à AFP, o Grão-Mestre do GODF denuncia da mesma forma os “slogans anti-maçônicos lançados (domingo) por grupelhos de extrema direita no cortejo conduzido pelo Instituto Civitas, que reuniu cerca de 2.800 integristas católicos e jovens nacionalistas”.
Ao longo de todo o percurso, os manifestantes cantaram “Nem laica, nem maçônica, a França é católica”, ou “o Grande Oriente tem que sair do governo”, após ter acusado as “forças ocultas” de sustentá-lo.
Para José Gulino, “eles reproduzem esquemas repugnantes, como o complô judaico-maçônico. Recordo que o primeiro decreto tomado pelo governo de Vichy implicou na dissolução do Grande Oriente da França”.
“Uma vez mais”, acrescentou ele, “não se sabe sair de uma situação difícil sem encontrar bodes expiatórios. Hoje, é o Islã que substituiu os judeus. Estamos em um clima de crescimento do integrismo, do fascismo, do racismo”.
Este é um “clima perigoso”, alarma-se o Grão-Mestre. “Este crescimento do obscurantismo, estas violências verbais e físicas, temos de interrompê-las o mais rápido possível. Devemos dar segurança aos nossos locais, tomar precauções, fazer um trabalho de memória, repetir a História. 60% das pessoas com menos de 24 anos não conhecem a palavra Vel d’Hiv (Razia Velódromo de inverno, de 16 e 17 de junho de 1942, em Paris, onde houve o maior aprisionamento de massa de judeus realizado na França durante a Segunda Guerra Mundial).
Ele está igualmente indignado com a demissão do padre Pascal Vesin, pároco da paróquia de Megève en Haute-Savoie, proibido pelo Vaticano de exercer sua missão em razão de sua dupla pertença à Igreja e ao Grande Oriente.
“Tenho a impressão”, confiou ele, “de me achar no tempo da Inquisição. Releio esta decisão como uma forma de obscurantismo medieval, a um recuo do viver fraternalmente, dos valores humanos. Para nós, a liberdade de consciência é absoluta”.
Para o Grão-Mestre do GODF, “há entre os políticos uma ausência de reação forte. Mas quando a República está em perigo, temos de preservá-la e defendê-la”.

Papa Francisco: "A Missa Antiga é intocável!"


Papa Francisco na Missa do Crisma de 2013.
É isso mesmo, leitor, segundo a notícia do site italiano Il Foglio, estas são as palavras do Papa Francisco.

Segue a matéria em italiano até que alguém possa traduzi-la para nós:


Francesco e il latino
La messa antica non si tocca, il Papa gesuita spiazza ancora tutti
I vescovi pugliesi chiedono il ritiro del motu proprio di Ratzinger. Bergoglio dice no, servono cose nuove e antiche
Chi pensava che con l’arrivo al Soglio di Pietro del gesuita sudamericano Jorge Mario Bergoglio la messa in latino nella sua forma extra-ordinaria fosse archiviata per sempre, aveva fatto male i conti. Il motu proprio ratzingeriano del 2007, il Summorum Pontificum, non si tocca, e il messale del 1962 di Giovanni XXIII (che poi è l’ultima versione di quello tridentino del Papa santo Pio V) è salvo. Quel rito con il celebrante rivolto verso Dio e non verso il popolo, con le balaustre a separare i banchi per i fedeli dal presbiterio, non è un’anticaglia, detrito da spedire in qualche museo a impolverarsi. E’ stato proprio il Pontefice regnante a dirlo, ricevendo qualche giorno fa nel Palazzo apostolico la delegazione dei vescovi pugliesi giunti a Roma in visita ad limina apostolorum, come fa tutto l’episcopato mondiale ogni cinque anni.
Come ha scritto sul suo blog il vaticanista Sandro Magister, i vescovi pugliesi sono stati i più loquaci, con clero e giornalisti. La scorsa settimana, il capo della diocesi di Molfetta, Luigi Martella, ha raccontato come Francesco sia pronto a firmare entro l’anno l’enciclica sulla fede che Benedetto XVI starebbe portando a termine nella tranquillità del monastero Mater Ecclesiae, aggiungendo addirittura che Bergoglio ha già pensato alla sua seconda lettera pastorale, dedicata alla povertà e intitolata “Beati pauperes”. Dichiarazioni che hanno costretto la Santa Sede a smentire, rettificare e chiarire, con padre Federico Lombardi che invitava a pensare “a un’enciclica per volta”. Poi è toccato al vescovo di Conversano e Monopoli, Domenico Padovano, che al clero della sua diocesi ha raccontato come la priorità dei vescovi della regione del Tavoliere sia stata quella di spiegare al Papa che la messa in rito antico sta creando grandi divisioni all’interno della chiesa. Messaggio sottinteso: il Summorum Pontificum va cancellato, o quanto meno fortemente limitato. Ma Francesco ha detto no.
E’ sempre monsignor Padovano a dirlo, spiegando che Francesco ha risposto loro di vigilare sugli estremismi di certi gruppi tradizionalisti, ma suggerendo altresì di far tesoro della tradizione e di creare i presupposti perché questa possa convivere con l’innovazione. A tal proposito, come scrive Magister, Bergoglio avrebbe pure raccontato le pressioni subite dopo l’elezione per avvicendare il Maestro delle cerimonie liturgiche, quel Guido Marini dipinto al Papa come un tradizionalista che andava rimandato a Genova, la città che nel 2007 lasciò a malincuore obbedendo alla volontà di Benedetto XVI che lo volle a Roma. Anche in questo caso, però, Francesco ha opposto il suo rifiuto a ogni cambiamento nell’ufficio delle cerimonie. E lo ha fatto “per fare tesoro della sua preparazione tradizionale”, consentendo al mite e poco protagonista Marini di “avvantaggiarsi della mia formazione più emancipata”.
La differenza culturale c’è tutta, il gesuita che per tradizione ignaziana “nec rubricat nec cantat” si trova improvvisamente catapultato in una realtà in cui negli ultimi otto anni erano stati pazientemente e lentamente recuperati elementi liturgici abbandonati negli ultimi trenta-quarant’anni, giustificando così chi vedeva nel Concilio una rottura anche in campo liturgico. Il filo conduttore delle cerimonie benedettiane era riassumibile nella sintesi tra solennità e compostezza: il ritorno sull’altare dei sette alti candelabri e della croce centrale e gli avvisi a non applaudire ne sono un esempio. E poi il latino, lingua della chiesa, che veniva usato per le celebrazioni non più solo a Roma ma in ogni angolo del pianeta, Africa compresa. Non pochi, guardando il volto serio di Marini quella sera di marzo mentre Bergoglio appariva per la prima volta alla Loggia delle Benedizioni con la semplice talare bianca, senza mozzetta né stola, avevano previsto un avvicendamento imminente. Invece Francesco sa che Roma non è Buenos Aires, che fare il Papa richiede anche di mantenere un apparato simbolico ancorato nella storia e nella tradizione millenaria della chiesa cattolica.
La continuità che non piace a tutti
Un recupero, quello avvenuto negli anni di Benedetto XVI, che a molti non è piaciuto, anche dentro le Mura leonine. Monsignor Sergio Pagano, prefetto dell’Archivio segreto vaticano, diceva lo scorso 7 maggio a margine della presentazione della costituzione d’indizione del Concilio “Humanae salutis” che “quando oggi vedo in certi altari delle basiliche quei sette candelabri bronzei che sovrastano la croce mi viene da pensare che ancora poco è stato capito della costituzione sulla liturgia Sacrosanctum Concilium”. Ecco perché qualcuno, come il vescovo di Cerignola-Ascoli Satriano, monsignor Felice Di Molfetta – che da sempre considera la messa in forma extra-ordinaria incompatibile con il messale di Paolo VI, espressione ordinaria della lex orandi della chiesa cattolica di rito latino – qualche giorno fa ha fatto sapere ai fedeli della sua diocesi di essersi vivamente rallegrato con Francesco “per lo stile celebrativo che ha assunto, ispirato alla nobile semplicità sancita dal Concilio”.
© - FOGLIO QUOTIDIANO
di Matteo Matzuzzi@matteomatzuzzi

“Não, não, mais de um filho não, porque não podemos fazer férias, não podemos comprar a casa”


Cidade do Vaticano (RV) – Para seguir Jesus, devemos nos despir da cultura do bem-estar e do fascínio provisório: foi o que disse esta manhã o Papa Francisco, na Missa na Casa Santa Marta.

Na homilia, o Papa comentou o Evangelho do dia, em que Jesus pede a um jovem que dê suas riquezas aos pobres e que O siga. “As riquezas são um empecilho, pois não facilitam o caminho rumo ao Reino de Deus”, disse Francisco. 

O Pontífice se referiu a duas “riquezas culturais”: antes de tudo, a “cultura do bem-estar, que nos deixa pouco corajosos, preguiçosos e também egoístas. O bem-estar é uma “anestesia”:

"Não, não, mais de um filho não, porque não podemos tirar férias, não podemos comprar a casa... Podemos seguir o Senhor, mas até certo ponto. Isso faz o bem-estar: nos despe daquela coragem forte que nos aproxima de Jesus. Esta é a primeira riqueza da nossa cultura de hoje, a cultura do bem-estar.”

A segunda riqueza é o fascínio do provisório. “Nós estamos apaixonados pelo provisório”, disse o Papa. Não gostamos das propostas definitivas que Jesus nos faz e temos medo do tempo de Deus:

“Ele é o Senhor do tempo, nós somos os senhores do momento. Uma vez, conheci uma pessoa que queria se tornar padre, mas só por dez anos, não mais.” Além disso, muitos casais se casam pensando que o amor pode acabar e, com ele, a união. 

“Essas duas riquezas são as que, neste momento, nos impedem de prosseguir. Eu penso em muitos, muitos homens e mulheres que deixaram a própria terra para serem missionários por toda a vida: isso é definitivo! Assim como muitos homens e mulheres que deixaram a própria casa para um matrimônio por toda a vida: isso é seguir Jesus de perto! É o definitivo”, afirmou o Pontífice, que concluiu:

“Peçamos ao Senhor que nos dê a coragem de prosseguir, despindo-nos desta cultura do bem-estar, com a esperança no tempo definitivo.”

(BF)

Manifestação contra-revolucionária na França

NDR | A VIDA SACERDOTAL
Tradução Joyce Lopes

Na Varsóvia também, houve manifestacao pela família e pela vida

A "caminhada pela família e pela vida" aconteceram como cada ultimo domingo de maio, há 6 anos em mais de 100 cidades polonesas.

A manifestação por Todos esteve presente na caminhada organizada a Varsóvia. Um jornalista católico muito conhecido pelo seus textos e filmes de viagem, Wojciech Cejrowski, segurava uma placa com a frase "Stop Aborcji"(pare com o aborto).

Eu quis tirar uma foto para mostrar aos meus compatriotas que na Polônia se manifesta pela família e pelo direito a vida desde a sua concepção, surpreso ele me perguntou se podíamos defender a família sem se opor ao aborto.

"Infelizmente" eu disse, "para a maioria dos meus compatriotas que estão na manifestação hoje em Paris, receio que seja esse o caso".

Outros jornalistas conhecidos na Polônia estiveram presentes para defender a família e se opor ao aborto, como esse jornalista esportivo Przemysław Babiarz, que caminhava ao lado de um homem com a mesmo cartaz escrito « Stop Aborcji ». Quantos jornalistas famosos na Franca teriam a lucidez e a coragem de fazer o mesmo?

Uma declaração foi lida durante a caminhada onde os manifestantes poloneses expressaram sua solidariedade com o povo Francês que se manifestava ao mesmo tempo em Paris e em outras cidades francesas, contra a lei Taubira. Os franceses tinham representantes em Varsóvia de organizações pela defesa da família e das crianças da Holanda, Estônia e do Brasil.

Esse brasileiro que eu interroguei sobre o "casamento" entre homossexuais recentemente legalizado no Brasil me confirmou que a redefinição do casamento não tinha sido votada pelo parlamento brasileiro mas imposto por uma decisão da justiça. «O congresso brasileiro não ousaria nunca votar a favor dessa lei, porque o 80 ou 90% dos brasileiros são contra », me disse ele. « então?», eu retruquei, « o Brasil não é uma democracia ». O brasileiro : «Não o Brasil não é mais uma democracia, porque são os juízes não eleitos que fazem a lei.» Eu o consolei dizendo que na Europa e a mesma coisa com as decisões politicas da corte europeia do direito do homem em Strasbourg.






Em Paris, a manifestação foi também a ocasião de coletar assinaturas para a iniciativa do cidadão europeu « Um de Nos » onde o objetivo e de obrigar o parlamento euopeu a debater uma proibição dos financiamentos europeus em favor das pesquisas em embriões (veja o artigo «Manif Pour Tous» et «Un de Nous» : un double-appel à la mobilisation publicado ontem no Nouvelles de France).

A caminhada pela vida e pela família de Varsóvia reuniu uma boa dezena de milhares de pessoas. Mesmo que o acesso ao aborto já e um dos mais restritos na Europa e que as tentativas du governo de Donald Tusk e de sua oposição esquerdista tentam introduzir uma especie de PaCS no estilo polonês eles ate agora fracassaram gracas a mobilização dos defensores da família.

A Contra-Revolução Francesa toma as ruas de Paris



 A mobilização já é muito superior às anteriores, com 10 trens fretados, mais de 1.000 ônibus alugados e diversas caravanas de carros particulares. Diversos grupos já se organizam para as missas que serão celebradas até mesmo nas estradas. Um grupo de 1.000 franceses de Grenoble, por exemplo, irá assistir uma missa celebrada por um padre do interior que estará em Paris. Na própria capital, as paróquias estão se organizando para oferecer o serviço espiritual aos manifestantes. Serão três cortejos ligados à LMPT - La Manif pour Tous - e um ligado aos católicos tradicionais, organizado pelo Instituto Civitas.
 
Manif pour Tous : l'arrivée aux Invalides por KTOTV

GABRIEL GARCIA MORENO - I


 Via ECM

SUA INFÂNCIA – PRIMEIROS ESTUDOS
(1.821 - 1.845)
Nasceu Gabriel Garcia Moreno em 24 de dezembro de 1.821, em Guayaquil, principal porto da República do Equador. Deu-lhe a providência pais católicos fervorosos, que o souberam educar nas grandes verdades do Cristianismo.

“Coisa estranha,” como observou o Pe.Deschand, “aquele que havia de espantar o mundo por sua audácia, estava, na infância, muito longe do homem intrépido e incansável que seria mais tarde! Pelo contrário, era de compleição mui delicada e caráter em extremo pusilânime. Foi necessária uma implacável obstinação por parte do pai, para que o Gabrielzinho chegasse a não temer o mais leve rumor insólito dos formidáveis trovões da cordilheira dos Andes.”

Muitas vezes, Dom Gabriel García Gomes, seu pai, trancava-o na varanda até que se acalmasse e vencesse o seu medo nervoso dos trovões. Outra vez, o fez ir sozinho acender uma vela junto a um defunto, antes de entrar no recinto fúnebre com o filho. A esta educação enérgica de caráter, García Moreno iria não só agradecer, como somar às regras dos retiros inacianos, para ele mesmo “AGERE CONTRA”, agir contra os seus maiores defeitos.

Ainda menino, o acaso lhe tolheu o pai e a sua mãe, Dona Mercedes Moreno, ciente das necessidades espirituais do filho, entregou-o à Frei José Bittencourt, para que este o preparasse em seus estudos.

Dez meses com o frade foram suficientes para fazê-lo entender bem o Latim e Frei Bittencourt logo encontrou meios de encaminhar o prodigioso aluno para ingressar na Universidade de Quito, e ali foi o jovem Gabriel reafirmar a sua Fé extraordinária de católico, e sua grande inteligência de estudante. Chegava todas as semanas à Comunhão, não temendo irritar as impiedade e indiferença reinantes no meio universitário.

Resolveu por esta época ingressar no seminário, chegando a receber as Ordens Menores; mas a Providência destinava-o para “bispo do mundo exterior” e assim García Moreno deixou o seminário, ingressando na Advocacia.

Estudava pelas noites adentro até ser abatido pela fadiga, quando, então, se deitava sobre tábuas nuas para que o sono não se prolongasse muito e não lhe tomasse o precioso tempo. Aos vinte anos de idade, já era célebre em Quito e tinha fama de sábio, a quem acorriam, e providenciavam-lhe a presença em todas as reuniões mundanas da capital.

Percebendo que a vida era curta demais para se perder tempo em diversões inúteis, tomando exemplo da educação dada por seu pai, encerrou-se no seu quarto, sem hesitar raspou-se a cabeça e, vendo-se assim privado de sair à rua, disse aos seus livros: “Eis-me obrigado a vos ser fiel para mais de seis semanas.” Dedicou-se também a aprender a manejar armas de fogo e espada, e a ser perfeito cavaleiro, pois sabia que teria necessidade destas ciências.

Certa vez, quando lia um livro de estudos, se abrigou do sol debaixo de uma rocha, sem perceber o quanto ela parecia se desprender do rochedo, quase que prestes a esmagar quem estivesse por debaixo. Isso notando, deu um salto para longe dela, mas notando que era só aparência, envergonhado pela reação instintiva, voltou para debaixo do rochedo ameaçador por, pelo menos, alguns dias, passando horas a ler debaixo do terrível penedo, até que passasse o susto e fosse vencido qualquer temor infantil. Aplicou não só a lembrança das lições de ferro de seu pai, como a regra de ouro de Santo Inácio: "AGERE CONTRA", conforme explicado.

Essa vitória sobre o medo, fez dele um destemido explorador dos vulcões e cavernas vulcânicas do Equador, tornando-se excelente, e destemido observador. Tanto que as suas anotações de expedições vulcânicas eram recomendadas e traduzidas para diversas línguas por eminentes geólogos da época, como Alexandre Humboldt. Certa vez, quase perdeu a vida no Shangai, mais ativo vulcão do Equador, não fosse a insistência do índio que tinha por guia, que o convenceu a deixar a aventura bem a tempo de salvar-se de uma explosão de rochas derretidas que logo se deu.

SEU CASAMENTO – O PATRIOTA – VIAGEM À EUROPA
(1.845 – 1.851)
Apenas saído da Universidade de Quito, iniciou a sua vida prática, com o firme propósito de nunca defender uma causa injusta. Casou-se em 1.845 com Dona Rosa Ascasubi. Sua têmpera de estadista e patriota não lhe permitiria o sossego e a comodidade do lar. O Equador se debatia sob o governo do General Flores e o povo equatoriano, levantando-se em peso, derrubou o ditador. Em seu lugar, no entanto, subiu uma convenção que não conseguiu achar um chefe digno do governo.

Gabriel fundou, então, um jornal: “O Chicote” e com ele fustigou os caricatos dirigentes de sua terra. O governo e os funcionários, assim tratados por García Moreno, protestaram veementemente, acusando o seu pasquim com todas as sortes de títulos desonrosos. A resposta de Gabriel García Moreno veio terrível e dela, para não delongarmos, só extraímos a ironia final: “Deveis agradecer-nos por termos publicado a vossa história sem ter exigido salário.”

Por questões econômicas, suspendeu as suas atividades jornalísticas, mas, assim que tomou conhecimento do retorno do General Flores ao governo, fundou outro jornal: “O Vingador” e nas suas colunas denunciou os propósitos do antigo ditador. No entanto, os membros do partido de Flores iniciaram uma desordem tão grande em Guayaquil, que a Convenção se viu obrigada a pedir auxílio ao seu crítico, o qual, acatando o pedido como ordem, pacificou Guayaquil.

Voltou Gabriel à Quito e continuou a denunciar os desmandos, e imoralidades da camarilha que governava a sua terra, mas, desanimado pela indiferença dos equatorianos, resolveu-se retirar para a Europa. No Velho Mundo, ele passou todo o tempo em estudos sérios e de lá regressou com maior dose de conhecimento, e cada vez mais inabalável em suas convicções católicas.

A QUESTÃO DOS JESUÍTAS – REVOLUÇÃO URBINA
(1.851 – 1.853)
O Congresso Equatoriano foi interpelado pelos liberais, mas, depois de grandes discussões, venceu a ala católica e os jesuítas receberam uma antiga igreja, e um hotel em Quito, onde puderam fundar um colégio. Essa vitória de Gabriel García Moreno, exasperou os liberais. O embaixador colombiano exigiu, em nome de seu país, que o Equador também expulsasse os jesuítas. No entanto, o Equador mandou tropas à fronteira, fazendo o embaixador colombiano se retirar de Quito. Gabriel García Moreno publicou, então, “A defesa dos Jesuítas”, que teve bastante repercussão.

Urbina, radical liberal e ambicioso, organizou um atentado, e, depondo o presidente, arvorou-se como ditador do Equador. O regime novo era tão vergonhoso que a pena de García Moreno traçou a célebre “Ode à Fábio”, rito de revolta contra os atentados de Urbina.

GARCÍA MORENO NO EXÍLIO – VIAGEM A PARIS
(1.853 – 1.856)

Urbina, temendo a popularidade de García, viu-se obrigado a esperar ocasião de vingança. Quando García Moreno fundou um novo jornal de oposição, “A Nação”, mandou-o prender. Gabriel García Moreno esperou, então, os oficiais que o prenderiam em praça pública e, preso diante do povo que já o admirava, foi exilado para a Colômbia.

Fugindo da prisão colombiana, conseguiu voltar à Quito, mas, por ver-se impossibilitado de organizar um levante armado contra Urbina, recolheu-se no Peru. Pretendia voltar, quando recebeu a notícia de que o povo o elegera senador e, então, voltou à Quito para assumir o mandato. O ditador não lhe permitiu se assentar no Congresso e o mandou de volta, exilado, ao Peru. Dali, Gabriel escreveu o folheto “A Verdade Aos Meus Acusadores”, no qual fustigou e denunciou os desmandos de Urbina. Como se via impossibilitado de voltar à sua pátria, viajou novamente à Europa.

Em Paris, houve um curioso caso: defendendo a Religião Verdadeira numa argumentação firme e concisa, um dos seus amigos interpelou: “Fala muito bem, meu caro amigo, mas parece-me que essa religião tão bela Vossa Senhoria descuida-se de praticar. Quanto tempo faz que não se confessa?” Gabriel, humildemente respondeu: “Respondeu-me com um argumento pessoal que pode valer hoje, mas que não valerá amanhã, eu lho prometo.” No outro dia, Gabriel García Moreno se confessou... e isto o fez voltar à vida piedosa de antigamente.

VOLTA AO EQUADOR – SENADOR

Gabriel voltou da Europa, sendo cumulado de honrarias. Foi nomeado prefeito de Quito e reitor da universidade desta, exercendo sabiamente este duplo encargo. A presidência nessa época era ocupada por Robles, uma marionete do partido de Urbina e Gabriel García Moreno, lançou-se novamente ao jornalismo com “A União Nacional”, criticando a tirania maçônica do governo. Seus esforços na imprensa valeram a maioria eleitoral da oposição.García Moreno, agora como senador, conseguiu a promulgação de uma lei, dissolvendo as lojas maçônicas e outras sociedades secretas inimigas da Igreja.Entretanto, os seus sucessos parlamentares foram interrompidos por causa da guerra com o Peru.
Continua...

A supremacia do Papa - O “Dictatus Papae”


25 de maio - São Gregório VII
Dictatus Papae

A respeito da festa de São Gregório VII (1015? – 1085), existe um documento que lhe é atribuído e que reflete o seu pensamento, intitulado “Dictatus Papae” (o qual se encontra no “Arquivo Secreto Vaticano”, emitido em 1075, em Roma, e que foi exibido na monumental exposição “Lux in Arcana”, realizada nos museus capitolinos em Roma, durante os primeiros meses de 2012; “Dictatus Papae” = ditado pelo Papa, n.d.c.). Trata-se de um documento atacado pelos teólogos progressistas, e que é uma lista verdadeiramente sublime das teses que São Gregório VII queria sustentar.

Alguns dos tópicos do “Dictatus Papae”:

1 – A Igreja romana foi fundada somente pelo Senhor
2 – Somente o Romano Pontífice pode ser chamado, de direito, de Bispo de Roma.
3 – Somente ele pode depor ou restabelecer bispos.
5 – O papa pode depor os ausentes.
6 – Não se deve residir na mesma casa onde moram pessoas que ele excomungou.
7 – Somente ele pode promulgar novas leis, atendendo às exigências dos tempos, formar novas comunidades religiosas, transformar um cabido de cônegos em abadia, ou vice-versa, dividir uma diocese rica ou unir dioceses pobres.
12 – A ele é lícito depor o imperador.
13 – A ele é lícito, se houver necessidade, transferir um bispo de uma sé para outra.
16 – Nenhum sínodo pode ser chamado geral sem o consentimento do Papa.
17 – Nenhuma norma e nenhum livro podem ser considerados canônicos sem a aprovação dele.
20 – Ninguém pode condenar aquele que apela para a Santa Sé.
21 – Toda causa de maior relevo de qualquer igreja, deve ser remetida à Santa Sé.
24 – Depois de sua decisão, e com sua autorização, é permitido aos súditos apresentar uma queixa.
25 – Mesmo sem recorrer a um sínodo, pode depor um bispo ou receber de novo na igreja aqueles que tenham sido excomungados.
27 – Ele pode liberar os súditos do juramento de fidelidade ao Soberano, em caso de injustiça.


Lembremos que o Imperador da época, Henrique IV (1050-1106), intervinha nos assuntos da Igreja e tentava de controlá-La através da nomeação de bispos. E o Papa santo combateu esta política e conseguiu eliminar esta pretensão do governo imperial e deu uma lição ao Imperador. E apresentam-no então como um grande “quebra-dentes” do Sacro Império Romano-Alemão. Isto é falso. Ele não foi um "quebra-dentes", mas sim um “quebra-garras”. Quando o Imperador tentou deitar garras no poder eclesiástico, São Gregório o “quebrou”.

O “Dictatus Papae” é a afirmação da monarquia pontifícia e universal em matéria espiritual, de uma monarquia universal suprema sem prejuízo das monarquias subordinadas que se deveria estender por toda a Cristandade. O Papa não pretendia governar o Império, mas reivindicava o direito de exercitar uma influência decisiva. Esse documento vê no Sacro Império a “espada” do Sumo Pontífice, pronta para proteger a Santa Igreja Católica, defender a Fé e combater Seus inimigos. De um lado, o poder temporal deve governar de modo independente conforme o direito natural. De outro, o Papado deve vigiar que isto se dê efetivamente. Neste sentido, os dois poderes são diversos e independentes.

Mas o “Dictatus Papae” afirma também que se se nos perguntasse qual é o poder mais elevado e eminente na Terra, a resposta é clara e é representada igualmente na arte da época: bem no alto o Papa; à sua direita e em um plano abaixo, o imperador; abaixo deste, todos os reis e potentados da terra. Abaixo do Papa, significando a ordem espiritual, todo o clero católico. E tudo dependendo de um só monarca supremo que era o Pontífice. Era essa a concepção de São Gregório VII.

Na data de sua festa, podemos pedir a ele que alcance para o mundo novamente o conhecimento e o amor pela noção de diferenciação e ao mesmo tempo de união da ordem espiritual e da ordem temporal. No dia em que essa concepção se generalizar, terá chegado a aurora do Reino de Maria. Mas a contrario sensu, no dia em que chegar a aurora do Reino de Maria, essa concepção ressurgirá.

Vamos pedir a São Gregório VII que alcance de Nossa Senhora, que por sua vez nos obtenha de Deus, este fervor no amor dessa idéia sublime quanto aos poderes espiritual e temporal. Mesmo porque fora desta concepção não há concepção política, nem social, nem econômica que resolva nada, que adiante de nada. Vamos então rezar neste intenção. 

Plinio Corrêa de Oliveira
Trecho de reunião gravada (sem revisão do autor).

Santo do Dia, 25 de maio de 1964

Congregação para Doutrina da Fé demite sacerdote que era maçom


 A notícia é do site Le Figaro.

Segue a notícia em Francês:




À Rome, la Congrégation pour la doctrine de la foi a intimé l'ordre de démettre de ses fonctions le père Pascal Vesin. Crédits photo : TONY GENTILE/REUTERS
Le curé de Megève, Pascal Vesin, a été relevé de ses fonctions pastorales par le Saint-Siège pour son appartenance franc-maçonne.
Le fait est rare. Rome suspend un prêtre catholique français, Pascal Vesin, 43 ans, curé de la paroisse de Megève (Haute-Savoie), pour son «appartenance active» à une loge maçonnique du Grand Orient de France. La nouvelle a été annoncée vendredi par un communiqué du diocèse d'Annecy dont l'évêque est Mgr Yves Boivineau.
La procédure remonte à une lettre anonyme dénonçant cette situation et reçue en 2010 par l'évêque et par la nonciature apostolique à Paris. Interrogé, le prêtre intéressé a tout d'abord nié mais, confondu en 2011, il lui a été expressément demandé de quitter son engagement maçonnique. Ce qu'il a finalement refusé après un long dialogue avec son évêque.
Ce prêtre, ordonné en 1996 et membre du Grand Orient depuis 2001, confie auFigaro: «Je ne choisis pas la franc-maçonnerie contre l'Église. Ce geste n'est donc pas un combat franc-maçonnerie contre l'Église catholique. Mais c'est l'expression de ma liberté absolue de conscience dans l'institution catholique.»
Car pour lui, «le temps de l'affrontement est dépassé». «Serein» il espérait pouvoir vivre une «double appartenance» et ajoute avoir proposé à son évêque de se retirer pour constituer un groupe de travail et de réflexion en vue d'un «meilleur dialogue» entre l'Église catholique et la franc-maçonnerie.
Mais à Rome la Congrégation pour la doctrine de la foi, compétente en ce domaine, ne l'a pas vu de cet œil. Cet organisme du Vatican a intimé, le 7 mars dernier - juste avant le conclave qui a vu l'élection le 13 mars du pape François et après la fin du pontificat de Benoît XVI le 28 février - l'ordre à l'évêque de démettre de ses fonctions le père Pascal Vesin.
Il est vrai que si le code de droit canonique de 1983 ne fait plus mention explicite de la franc-maçonnerie contrairement à celui de 1917 qu'il réformait, une note de la Congrégation pour la doctrine de la foi, datée du 26 novembre 1983, a immédiatement mis fin à cette ambiguïté en précisant que «le jugement de l'Église sur les associations maçonniques demeure inchangé (…) et l'inscription à ces associations reste interdite par l'Église».
L'évêque d'Annecy était injoignable vendredi après-midi, mais il fait préciser dans le communiqué qu'il avait toujours «espéré qu'un chemin était possible» et qu'«avec l'accord de Rome» il avait poursuivi avant la sanction «un dialogue avec le prêtre pour lui permettre de revenir sur ses positions».
Pour l'avenir, le diocèse précise que «rien ne reste fermé» car «la peine, dite médicinale (langage ecclésial pour dire qu'une telle sanction - où il reste prêtre mais sans le droit d'exercer - vise à faire réfléchir l'intéresse) peut être levée. Il appartient au père Pascal Vesin de manifester clairement sa décision de revenir à l'Église. La miséricorde va de pair avec la charité.»
Le choc est grand dans cette grosse paroisse huppée de montagne. Un vieux paroissien témoigne: «Rien dans ses homélies, ne laissait transparaître quoi que ce soit.»

Líder islâmico culpa política externa britânica pelo ataque em Londres

Via G1

Anjem Choudary afirmou conhecer um dos suspeitos por morte de soldado. Michael Adebolajo é nascido no Reino Unido, mas de origem nigeriana.

O chefe de um grupo islâmico radical britânico proibido pelas autoridades, que conhecia um dos homens que esfaquearam até a morte um soldado numa rua de Londres , disse nesta quinta-feira (23) que a política externa britânica é culpada pelo ataque.

Anjem Choudary disse que Michael Adebolajo, o homem filmado com as mãos cobertas de sangue carregando um cutelo e uma faca após atacar um soldado de folga sob plena luz do dia, tinha comparecido a palestras da Al Muhajiroun, a organização de Choudary que foi proibida pelas leis antiterrorismo de 2010.

"Ele costumava comparecer a algumas manifestações e atividades que tínhamos no passado", disse Choudary à Reuters, acrescentando que não via Adebolajo há cerca de dois anos.

"Quando eu o conhecia, ele era um homem muito agradável, ele era pacífico e eu não acho que exista qualquer razão para pensar que ele faria qualquer coisa violenta."

A organização de Choudary ganhou notoriedade por realizar eventos para comemorar os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, com folhetos que se referiam aos sequestradores dos aviões usados nos ataques como "os 19 Magníficos". O fundador do grupo, o sírio Omar Bakri, foi banido do Reino Unido em 2005.

Choudary sempre afirmou que a Al Muhajiroun proíbe seus seguidores na Grã-Bretanha de realizar ataques no país sob um "pacto de segurança" exigido dos muçulmanos em terras não-muçulmanas.

"Eu não considero que ele fosse um membro da organização, eu não acho que ele era filiado intelectualmente, ele era um contato. Ele costumava participar de algumas coisas", disse Choudary sobre Adebolajo. Ele disse que não conhecia o outro suspeito do ataque, mas que não tinha visto imagens nítidas dele.

"Se você é um homem muçulmano praticante e quer fazer alguma coisa, então você provavelmente vai se deparar com a gente em algum momento, então acho que você não deve se surpreender que ele tenha comparecido a algumas de nossas atividades."

Fontes familiarizadas com a investigação dizem que os dois homens que mataram o soldado eram britânicos de origem nigeriana, e ambos estavam no radar das autoridades antes do ataque.

Conhecidos identificaram Adebolajo, que foi filmado explicando os motivos do ataque, como uma pessoa de criação cristã convertida ao islã.

Madrid: 8 novos exorcistas para conter a avalanche de pedidos de fiéis.


De acordo com o site Religión en Libertad, o Cardeal Arcebispo de Madri, Dom Antonio Maria Rouco Varella, designou de uma só vez 8 novos exorcistas para a sua Arquidiocese. O motivo é a enorme avalanche de pedidos de ajuda, tanto de fiéis de Madrid como de outras dioceses que não têm exorcistas, para se libertar de possessões demoníacas ou de influências maléficas (magia negra, feitiçaria, etc, inclusive o reiki). De acordo com o site, “são muitas as vítimas desse mundo esotérico que cresce sem cessar diante da secularização da sociedade, apresentando sintomas cada vez mais evidentes e quantitativos de infestação demoníaca”.

Os sacerdotes estão passando por um período intensivo de formação, estudando o atual ritual de exorcismos, aprovado em 1998 por João Paulo II, mas também o antigo (em sua versões de 1614 e 1952).De acordo com o Pe. Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma e que formou cerca de 80% dos exorcistas em atuação em toda a Igreja, o novo ritual é ineficaz: “Um Ritual tão esperado [que] no fim transformou-se numa burla [i.e., uma fraude, um embuste]. Um incrível empecilho que ameaça impedir agirmos contra o demônio”.

Nova ARENA e o cenário político do Brasil atual: completemos as ASSINATURAS FALTANTES!


Na prática, o Magistério da Igreja sempre tentou conciliar duas esperanças especificamente distintas: a cristã e a política. Fazer pairar sobre a terra — entenda-se: acima das leis positivas humanas — o influxo benéfico da lei divina, sem a qual o homem desumaniza-se a ponto de obscurecer os sinais distintivos de sua condição.

Por dois milênios, o Magistério eclesiástico tornou patente um fato inegável do ponto de vista civilizacional: a política não tem (nem pode ter) princípio e fim em si mesma. Para ela subsistir enquanto ciência do bem comum, é necessário haver um conjunto de valores civilizacionais sem os quais ela mesma inviabiliza-se. Sem isto, o que resta é um arremedo maquiavélico do que ela essencialmente é — e, na prática, a ação dos políticos acaba por voltar-se, do começo ao fim, contra o bem comum.

O princípio e os fins da política são metapolíticos, ou seja: são ontologicamente anteriores e transcendentalmente superiores a ela. Há, na prática, preâmbulos sem os quais sempre se cai nalgum tipo de barbárie, como o demonstra a história de maneira cabal. E há fins que pairam acima de quaisquer facções e ideologias. A menos que concedamos que os hunos faziam “política” ao trucidar quem lhes cruzasse o caminho; os vikings faziam “política” ao empalar criancinhas; Stálin fazia “política” com o genocídio implacável de incontáveis almas; os mensaleiros do governo Lula faziam “política” ao armar um esquema de compra de votos; e o governo FHC fazia “política” ao enriquecer (e armar) o MST com o dinheiro do contribuinte, defender o aborto, etc. Não! Nestes e em incontáveis outros casos, trata-se de antipolítica.

Pois bem. A agenda globalista que hoje impõe uma falsa moral apátrida aos países encontra em nações como o Brasil terreno fértil para disseminar-se sem freios. Isto porque o “homem cordial” que o ensaísta Sérgio Buarque de Holanda codificara em meados do século XX se metamorfoseou, ao longo de algumas décadas, numa hidra de mil cabeças: do compadrio nas relações, dos pequenos favorecimentos ilícitos, das negociatas à margem da lei, entre outros fatores malignos latentes em nossa formação, acabou por transfigurar-se em alguém sem a menor noção de deveres cívicos ou limites éticos. A sociedade do jeitinho tornou-se macabra — e o proverbial desapego brasileiro a normas, ao ter contato com doutrinas nefastas e anticivilizacionais, ganhou contornos inimagináveis até pouco tempo. Nas últimas décadas, a vaca foi para o brejo com a velocidade de um guepardo em caça.

Podemos dizer que a política ou é a favor da civilização, ou não é política. Ou reprime o mal no seio da Pólis — em todas as instâncias possíveis —, ou não é política. Ou defende a liberdade para a verdade, ou não é política. Dar liberdade indiscriminada a erros patentes é alimentar um monstro; é como colocar num mesmo patamar o malogro e a veracidade. Em breves palavras, qualquer pessoa tem o direito de expressar-se e dar palpites errôneos ou infelizes, mas os seus erros não podem ter direitos políticos. Esta é a sutil diferença entre o slogan sofístico da “liberdade de expressão” e aquilo que chamamos de “liberdade de expressão da verdade”, e para a verdade. Obviamente, isto nada tem nada a ver com a canhestra “Comissão Nacional da Verdade” criada na forma da Lei 12528/2011, a qual padece de amnésia seletiva altamente culpável quanto ao que estava em jogo na luta política dos anos 60 e 70 e usurpa um nome com intuitos propagandísticos.

Em síntese, o erro e a mentira ideológica devem ser combatidos sem tréguas, pois, se se disseminam no tecido social, tornam-se um câncer com metástase. Ora, são justamente as teorias equivocadas que, ganhando terreno, acabam cedo ou tarde por gerar monstruosidades. E, de todas as mentiras a reprimir na forma da lei e com o apoio dos recursos que se fizerem necessários, uma das mais daninhas é a mentira política, pois os malefícios que acarreta são imensos, duradouros e, muitas vezes, impossíveis de sanar ao longo de gerações.

A história do Brasil está sendo reescrita, falsificada, transfigurada diante dos nossos olhos — com livros didáticos e paradidáticos criminosos, leis iníquas, pedagogias imbecilizantes, discursos políticos sofismáticos, falas aterradoras e pífias como a que proferiu recentemente a petista Marilena Chauí contra a classe média. Seja como for, o fato é que, valendo-se de estratagemas mil, o grupo hoje no poder corre para dar remate no Brasil à obra maligna do globalismo centralista, ao aprovar e/ou propor leis que representam a pá-de-cal sobre os resquícios de cristianismo ainda resistentes no tecido social.

Alguma reação no plano político faz-se, pois, absolutamente necessária na hora presente, ainda que seja feita por um bloco heterogêneo, mas com o seguinte ponto comum: salvar algo da civilização cristã do orwelliano naufrágio universal. Defender a lei natural com sólidos argumentos e colocar os adversários perante dificuldades que ainda não encontraram, pois esforços isolados e corajosos têm sido feitos por políticos intelectualmente caricaturáveis.

Embora, em alguns casos, imbuídos de boas intenções.

ASSINATURAS PARA A NOVA ARENA
Conversei recentemente com jovens que constituíram legalmente a nova Aliança Renovadora Nacional (ARENA), a qual resgata um nome com grande carga simbólica no presente momento. Não vi ali políticos profissionais, mas pessoas com o frescor de um idealismo sadio.

Coloco-me, pois, à disposição deles para ajudar, sobretudo no tocante à revisão de textos do estatuto e do programa do partido nascente, se isto lhes interessar. Assim como para emprestar um pouco da substância filosófico-teológica tomista e usá-la num "sed contra" aos argumentos dos que hoje se locupletam no poder e trabalham em prol do caos, da desordem, da infâmia. O leque é amplo: do aborto à política de cotas; da falácia do aquecimento global ao hedonismo totalitário do gayzismo; etc.

Se a presidente do partido, a jovem gaúcha Cibele Bumbel Baginski, aceitar meus modestos préstimos, cá estou. Afinal, uma pessoa sem a mais ínfima sombra de esperança política pode ser útil. Uma pessoa para quem a política jamais pode constituir-se num fim em si mesmo, pode em algo contribuir. E uma pulga — embora insignificante em sua miudeza — coça.

Aos católicos tradicionais que, como eu, conhecem as advertências do Magistério quanto à ação política dos leigos, digo: a situação é de exceção, o estado é de necessidade — portanto, algumas divergências podem ser momentaneamente deixadas de lado em vista do tsunami devastador que está à nossa frente. O oponente comum é voraz, forte, organizado, adestrado em táticas para desconstruir qualquer discurso.

O partido, pelo que me falaram os seus representantes do Rio, conseguiu em poucos meses mais de 250 mil assinaturas (o total exigido pelo TSE é de 500 mil, para efetivamente constituí-lo). Os interessados devem procurar a própria Cibele Baginski ou o Claudio Henrique Motta Melo, aqui no Rio, para informarem-se sobre como proceder. No site em construção do partido há também instruções.

Quanto a mim, juro ao pé da Santa Cruz o seguinte: se porventura um dia ocupar um cargo legislativo federal, farei um santo inferno.

Um abçurdo!

Por Allan dos Santos

Vemos os EUA com quarteirões inteiros devastados pelo tornado. Graças à mentalidade pró-ativa dos americanos, que odeiam assistencialismo, confiram em poucos meses como estarão estes quarteirões e como estarão este mesmo povo de Oklahoma.

DEUS nos livre, mas o Brasil precisa de tornados nas sedes do PT para acabar com a fonte do assistencialismo que mata a produtividade do heroico povo brasileiro.

Já fomos admirados outrora pela beleza de nosso povo e cidades, como neste vídeo [http://www.youtube.com/watch?v=fpCKxNBLzRM] poucos anos após a monarquia, tão difamada pelos revolucionários loucos. Estranho ver um país depois de tantas coisas horríveis realizadas pela monarquia ser tão elogiado moralmente, civicamente e estruturalmente, não é?! 

É tempo de despertar, trabalhar forte e parar de chorar, Brasil! Joga fora bolsa isso, bolsa aquilo e volte a ser o Brasil trabalhador que levava grãos para o mundo todo, construía ferrovias e era digno de orgulho nacional! Não orgulho de copa do mundo, mas orgulho de virtudes!

Mesmo nos ditames da Igreja vemos esta discrepância entre nós, tupiniquins, e os americanos: comparem os apostolados americanos, as TV's Católicas de lá e as nossas aqui, onde a teologia [?] da libertação lançou seus venenos. Comparem a produção de textos, livros, vídeos e afins.

Sou patriota sim, mas um patriota diferente daqueles de Copa do mundo; e o que quero ver o Brasil fazendo não é imitar os EUA, mas imitar a virtude que lá é vivida. A virtude não conhece nações!

Acorda, Brasil!

Satanistas roubam Hóstias Consagradas


Via Carmadélio | Christianophobie

Dia 5 de maio de 2013, a igreja da cidade de Naintré, no sudoeste da França foi arrombada e roubada. Nada foi levado exceto dois pequenos estojos com hóstias grandes consagradas, e alguns raios do ostensório. As hóstias pequenas que estavam no tabernáculo foram espalhadas pelo chão.

Segundo o pároco responsável, Padre Thierry Delumeau, não foi por acaso que a sua igreja foi escolhida para essa profanação, mas sim pelo fato de haver adoração do Santíssimo Sacramento duas vezes por semana, a adoração noturna na Quinta Feira Santa e a Missa uma vez por mês “a qual, por seus ritos e preces acentua particularmente o culto e a adoração da divina presença real do Senhor”.

Por outras palavras, ainda segundo o padre, “nessa igreja o Senhor é adorado e honrado e os ladrões-sacrílegos sabiam que poderiam encontrar o que buscavam”. De fato, as hóstias grandes são usadas de preferência nos cultos satânicos, assim como os raios do ostensório, que ao invés de honrar a Presença Real de Nosso Senhor, são usados como facas para agredir as Espécies Consagradas.

O crescimento do satanismo na França acompanha naturalmente a monstruosa política de destruição da família e da infância pela “educação de gênero”, pois ambos se dedicam a perverter a imagem de Deus no homem, afirma o Padre Delumeau.


Estrutura do conhecimento em Santo Tomás

Por Sidney Silveira

Estrutura do conhecimento em Santo Tomás



O fim da comunhão na mão está próximo?

Vejam este vídeo: http://www.gloria.tv/?media=445687

 

Homilia de Pentecostes: Pe. Romanoski, FSSP.

"Qualquer que seja amigo do mundo, será inimigo de DEUS"

Pr. Romanoski, FSSP,  distribuindo a Sagrada Comunhão.


Escutem a excelente homilia do Pe. Romanoski, FSSP, onde ele diz a importância do testemunho da verdadeira Fé Católica mesmo quando nos chamarem de extremistas.