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EVENTO: O Concílio Vaticano II - Uma história nunca escrita


Prezados Amigos

Temos a grata satisfação de convidá-lo(a), bem como a seus familiares e amigos, a participar da conferência do renomado historiador italiano, Prof. Roberto de Mattei, na segunda semana de dezembro de 2013, entre os dias 8 e 15, sobre os bastidores do Concílio Vaticano II.

O evento realizar-se-á nas seguintes cidades:

8 de dezembro – Rio de Janeiro - no Windsor Flórida Hotel, na Rua Ferreira Viana, 81 – bairro Flamengo. Faça já sua inscrição


9 de dezembro – Recife – Pernambuco, no auditório do Círculo Católico de Recife – Rua Riachuelo, 105 – 10 º andar. Faça já sua inscrição


10 de dezembro – Brasília – Lançamento do livro, na Livraria Cultura. Clique aqui e faça sua reserva


12 de dezembro – São Paulo – Conferência no Club Homs, Av. Paulista, 735 . Clique aqui e faça sua inscrição.


Escolha sua cidade e Faça já sua inscrição. No dia da conferência haverá, para os participantes, sorteio dos livros: O Concílio Vaticano II – uma história nunca escrita e Apologia da Tradição. 

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Desde sua convocação até os dias presentes, o Concílio Vaticano II suscitou inúmeras controvérsias que certamente darão margem a discussões futuras.

Para que possamos conhecer os bastidores desse marcante evento na História da Igreja, onde conservadores e progressistas travaram uma grande luta, o prof. de Mattei, como historiador, oferece um contributo ímpar em sua obra “O Concílio Vaticano II – uma história nunca escrita”, através de uma rigorosa reconstrução do Concílio em suas raízes e consequências, baseada sobretudo em documentos, arquivos, diários, correspondências e testemunhos daqueles que foram os seus protagonistas. 

No Brasil, o tema vem tomando corpo, e merece de nossa parte uma singular atenção. Para compreender seu desenrolar até o presente momento será de grande valia ouvirmos a abordagem objetiva e clara do renomado historiador italiano, nesta oportunidade única e inédita que se realizará na nossa Terra de Santa Cruz.

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O historiador e jornalista italiano Roberto de Mattei, nascido em 1948, é um dos mais destacados líderes católicos contemporâneos. É professor de História da Igreja e do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, na qual é o coordenador da Escola de Ciências Históricas. Entre 2004 e 2011 foi por duas vezes vice-presidente do principal organismo estatal italiano de apoio às ciências, o Conselho Nacional de Pesquisa. Membro do Conselho de Administração do Instituto Histórico para a Idade Moderna e Contemporânea e da Sociedade Geográfica Italiana, ele colabora com o Comitê Pontifício de Ciências Históricas. Foi agraciado com a insígnia da Ordem da Santa Sé de São Gregório Magno, em reconhecimento pelos seus serviços prestados à Igreja.


Em 2010, Roberto de Mattei publicou o livro O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita, o qual lhe valeu o mais prestigioso prêmio italiano para livros históricos: o Acqui Storia/2011. Recentemente traduzido para o português, e difundido no Brasil pela Petrus Livraria, pode ser adquirido por meio do site:http://www.livrariapetrus.com.br.

Inscreva-se nos links abaixo:


[EVENTO] A Descristianização do Ocidente e a Nova Ação Católica

Raymond de Souza
Palestra "A Descristianização do Ocidente e a Nova Ação Católica" será dia 3 de Setembro de 2013 no auditório da Igreja de Sant'Ana no Centro. Detalhes do evento AQUI.

Raymond de Souza é brasileiro de nascimento, cidadão australiano residente nos Estados Unidos. Conferencista Apologeta de renome internacional, é o Coordenador de Missões Especiais para a Associação Human Life International, Cavaleiro da Ordem Militare Soberana de Malta, apresentador de programas na maior TV católica do mundo (EWTN) e colunista semanal no periódico católico americano The Wanderer. Já fez mais de 2,500 palestras em vinte e seis países do mundo em quatro línguas. 
Raymond estará do Rio por apenas um dia, vindo de Salvador e a caminho de São Paulo. 

Não percam esta oportunidade de ouvir um brasileiro renomado no exterior pelas suas múltiplas atividades em defesa da Santa Igreja e da Civilização Cristã.

Evento: Fátima e as Revoluções

No mês de Maio, mês de MARIA Santíssima, teremos a alegria de ter um excelente dia de oração e conferências com Pe. José Edílson de Lima, Leonardo Oliveira, Rodolpho Loreto e Allan dos Santos. Qualquer informação, ligue para (21) 8781-1983. Abaixo segue o banner para divulgação.

Informações também no evento do Facebook.

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I Colóquio Internacional de Filosofia: Nicolau de Cusa (1401-1464) em diálogo


I Colóquio Internacional de Filosofia: Nicolau de Cusa (1401-1464) em diálogo

Org: Ricardo da Costa e Jorge Augusto da Silva Santos 

UFES, 20, 21 e 22 de maio de 2013
Programa de Pós-graduação em Filosofia da UFES

Conferencistas:
Claudia d’Amico (Universidad de Buenos Aires)
João Maria André (UC - Portugal)
Jorge Augusto da Silva Santos (UFES)
Jorge Machetta (Universidad del Salvador, Argentina)
Ricardo da Costa (UFES)
Simone Marinho (UEPB)

APOIO: CAPES e FAPES

Palestra "O MITO DA IDADE MÉDIA"

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Horário15 horas
Local: Espaço cultural Sant'Ana
Dia 22 de dezembro
OrganizaçãoInstituto Vera Fides.
Apoio: Missão Coração Adorador.

A ONU e a reengenharia anticristã

A ONU e a reengenharia anticristã


A Editora Katechesis e o Instituto Vera Fides, realizarão com o apoio da Igreja de Sant'Ana, Missão Coração Adorador no dia 4 de dezembro de 2012 no Centro de Evangelização Sant'Ana uma noite de palestras com o Mons. Sanahuja e o Pe. Paulo Ricardo sobre como o poder global quer implantar a religião universal. 

Dia 4/12
Terça-Feira, 19h

Local: Auditório da Igreja de Sant'Ana, Santuário Nacional de Adoração Perpétua. Praça Cardeal Leme, no. 11, Centro - RJ.

As vagas são limitadas. Informação e inscrição: (21) 2507-1542

A ONU E A REENGENHARIA ANTICRISTÃ
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Homenagem aos 600 anos de Joana D´Arc



O Grupo Interdisciplinar de Estudos Medievais, da Universidade Federal da Paraíba, tem o prazer de convidá-lo(la) para a segunda edição do Seminário de Estudos Medievais da Paraíba. 

O evento pretende estimular o debate entre pesquisadores, professores, estudantes de diversas áreas sobre temas relacionados ao medievo, em particular, enfocando temas pouco divulgados da Idade Média, como a produção literária feminina, o lugar dos movimentos hereges e populares, a partir do estudo e tradução de obras importantes que ofereçam um novo olhar sobre esse período da História. Nessa perspectiva, o tema proposto para o II Seminário é: Sábias, Guerreiras e Místicas e homenageará os 600 anos de Joana D´Arc, uma das figuras mais emblemáticas da Baixa Idade Média no Ocidente. 

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
ST1: O sagrado e o profano no Teatro Medieval 
ST2: Cristianismo na Idade Média
ST3: Guerreiras Medievais
ST4: Santas e feiticeiras nas novelas de Cavalaria
ST5: Mulheres escritoras da Idade Média
ST6: Interface do Sagrado com a Filosofia e a Literatura na Mística Medieval
ST7: Faces do medievo nas Literaturas de Língua portuguesa
ST8: A Letra e a voz: música e poesia


PROMOÇÃO 

GIEM- Grupo Interdisciplinar de Estudos Medievais (CNPq/PPGL/CCHLA/UFPB)
GRUPO CRENÇAS (CNPq/PPGCR/CE/UFPB) 


ORGANIZAÇÃO
Profª. Drª. Luciana Eleonora de Freitas Calado Deplagne – (ABREM/Coordenadora do GIEM – PPGL – UFPB)
Prof.  Dr. Fabrício Possebon – (ABREM/PGCR- PPGL-UFPB)
Prof.  Dr. Anderson D´Arc Ferreira (PPGFIL/ABREM)
Profª. Drª. Sandra Luna (Coordenadora do PPGL- UFPB)
Profª. Drª. Cláudia Brochado (UnB/ ABREM/GIEM)
Profª. Drª. Suelma de Sousa Moraes (PPGCR-UFPB)º
Profª. Drª Beliza Áurea (ABREM/PROLIN-UFPB)

EQUIPE DE TRABALHO (Coordenadores e monitores)
1.Luciana Eleonora de Freitas Calado Deplagne (GIEM/PPGL)
2.Fabrício Possebon (PPGCR /PPGL)
3.Suelma de Sousa Moraes (PPGCR)
4.Beliza Áurea (PROLIN)
5.Sandra Luna (PPGL)
6.André Sérgio Trigueiro (PIBIC/CNPq)
7.Frederico Lima (GIEM)
8.Danyele Almeida (GIEM)
9.Maria do Rosário Leite (PPGL)
  1. 10.Gilberto Lucena (GIEM/PPGL)
  2. 11.Siméia de Castro (GIEM)
  3. 12.Anderson D´Arc Ferreira (PPGFIL/ABREM)

COMITÊ CIENTÍFICO
1.ST1: Sandra Luna
2.ST2: Fabrício Possebon
3.ST3: Luciana Campos
4.ST4: Adriana Zierer
5.ST5: Cláudia Brochado
6.ST6: Suelma de Sousa / Anderson  D´Arc Ferreira
7.ST7: Elizabeth Dias Martins
8.ST8: Beliza Áurea


HISTÓRICO
O evento dará continuidade ao projeto de divulgação das pesquisas sobre Idade Média realizadas na Paraíba, iniciado em 2008 no I SEMINÁRIO DE ESTUDOS MEDIEVAIS DA PARAÍBA
O Encontro foi organizado pelo Grupo Interdisciplinar de Estudos Medievais(GIEM), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPB. O primeiro evento reuniu pesquisadores, docentes, discentes de Pós-Graduação da Instituição e membros do GIEM, vinculados à UFPB e outras universidades do país. O evento obteve um número significativo de ouvintes não só da comunidade acadêmica, mas também curiosos e interessados pelo universo medieval.

PROGRAMAÇÃO do “I SEMINÁRIO DE ESTUDOS MEDIEVAIS DA PARAÍBA“

Veja também este excelente artigo do Prof. Dr. Ricardo da Costa sobre o tema do evento AQUI.

[Palestra] “Maomé foi um enganador que fez um livro chamado Alcorão”: a imagem do Profeta na filosofia de Ramon Llull (1232-1316)


Palestra: “Maomé foi um enganador que fez um livro chamado Alcorão”: a imagem do Profeta na filosofia de Ramon Llull (1232-1316)Leia o artigo do Professor Ricardo AQUI.

Sábado, 29/10, 19:30h
Nessa iluminura de um manuscrito italiano do séc. XIV (possivelmente de Gênova), Virgílio (70-19
a.C.) e Dante (c. 1265-1321) (à esquerda, com uma veste azul) encontram-se no nono abismo do
Inferno. Horrorizado, o poeta abre os braços e vê os “semeadores de escândalo e cismáticos”,
percorrendo eternamente a vala, onde, a cada volta, são cortados ao meio por um diabo com uma
enorme espada (à direita). Antes de fecharem suas feridas, na volta seguinte, eles são novamente
cortados. Por toda a eternidade. No centro da cena, Maomé, o principal semeador de escândalos,
mostra a Dante as suas entranhas, seu “ascoso saco no qual fezes se torna o que é tragado”. À sua
esquerda (direita da cena), está Ali, com o corpo roxo, fendido, caminhando em direção do diabo
(Inferno, Canto XXVIII, 22-63). MS. Holkham misc. 48 (Norfolk, Holkham Hall, MS. 514), p. 42.

Local: Capela Nossa Senhora das Alegrias­  http://www.nossasenhoradasalegrias.com.br/

Evento “Santo Tomás, médico da alma”, em 24/09 — inscrições abertas

Sidney Silveira

As inscrições para o evento do dia 24 de setembro, no Rio de Janeiro — ao qual demos o nome de Santo Tomás, médico da alma — podem ser feitas a partir desta segunda-feira (15/08) pelo email eventotomista@gmail.com, por meio do qual os interessados serão informados acerca de como proceder. O custo será de apenas R$ 39,00, e os recursos provenientes das inscrições serão utilizados para custear as viagens dos convidados, o aluguel do espaço, brunch, filmagem do evento, etc. Lembro que serão apenas 90 vagas, e, portanto, sugiro aos interessados que não deixem para inscrever-se na última hora.

Na ocasião, além das palestras do Prof. Ricardo da Costa (“O turbulento século XIII, o tempo de S. Tomás”), do Prof. Martín Echavarría (“El concepto de aegritudo animalis: las enfermedades psíquicas del hombre contemporâneo y su curación mediante Santo Tomás”), minha (“A alma humana, ser e operações) e do Prof. Carlos Nougué (“A imortalidade da alma segundo Santo Tomás”), serão apresentados ao público dois livrosAs Heresias de Pedro Abelardo, de São Bernardo de Claraval (edição bilíngüe, latim/português), e Inteligência e Pecado em Santo Tomás, do teólogo Celestino Pires.

Com relação a esta última obra, abaixo transcrevo um pequeno trecho da introdução, à guisa de tira-gosto:

“O pecado é um ato da vontade. E perguntar pela influência que a inteligência possa ter nesse ato é pôr, reduzido a um caso particular, o problema das relações da vontade com a inteligência. Em que medida depende a vontade da inteligência? É o pecado um erro? Sócrates identificava ciência e virtude. E sob este erro está latente um problema fundo. Como é possível que o apetite, em concreto a vontade, seja movido pelo mal? Não é a vontade o apetite do bem? Como, pois, pode querer o mal? Se quer o mal é porque o crê um bem, respondia Sócrates, e assim o pecado não é mais que um erro da inteligência. E contudo a experiência humana parece resistir a esta solução tão fácil e libertadora.

Mas seria limitar o alcance do problema supor que as relações do pecado com a inteligência se limitam a saber se todo o pecado implica um erro ou ignorância. O problema é mais complexo como nos revelarão as análises posteriores. É na natureza mesma da inteligência criada que encontramos a explicação próxima da pecabilidade da criatura, como é da natureza mesma dessa inteligência que deriva a forma concreta da sua liberdade.

Poderíamos conduzir a análise dos textos de Santo Tomás limitando-nos a estudar a vontade e a inteligência, a vontade e a liberdade, e dos princípios assim colhidos buscar a solução para o nosso problema. Mas é mais concreto estudar a aplicação desses princípios aos diversos pecados das criaturas. Mais concreto e mais complexo. Porque aqui entram em jogo outras verdades da teologia que porventura podem dar-lhes maleabilidade ou também rigidez.

(...)

1 - Impecabilidade divina

Santo Tomás, ao tratar do problema da pecabilidade, não tem dificuldade em excluir Deus. Deus não pode pecar. O que não derroga em nada a liberdade divina, porque o pecado nem é a liberdade nem faz parte da liberdade [1]. É precisamente a perfeição da Sua liberdade que O priva da defectibilidade. A vontade é a faculdade do bem, e poder tender para o mal é sinal de imperfeição. Querer o bem é natural à vontade. Deus não pode pecar porque não pode querer o contrário daquilo a que o inclina naturalmente a vontade [2]. Ama-Se necessariamente, e sendo a bondade subsistente, o Seu querer coincide com a Sua bondade. Não há distância entre o desejo e a posse. É ato puro, e um ser plenamente em ato não pode ser defectível [3]. E ainda, o mal só pode acontecer quando se apreende alguma coisa como bem e que em realidade o não é [4]. Ora em Deus não se pode dar esta deficiência da inteligência. Além disso a vontade divina coincide com a regra do Seu agir; e onde não há distinção entre a faculdade operativa e a regra da ação não há possibilidade de pecado [5]. Essa ação atinge infalivelmente o fim. E o pecado é, precisamente, como víamos no capítulo anterior, uma ação que não atinge o fim porque privada da regra de agir.

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[1-] “Ad secundum dicendum, quod ad rationem liberi arbitrii non pertinet ut indeterminate se habeat ad bonum vel ad malum: quia liberum arbitrium per se in bonum ordinatum est, cum bonum sit obiectum voluntatis, nec in malum tendit nisipropter aliquem defectum, quia apprehenditur ut bonum, cum non sit voluntas aut electio nisi boni: et ideou ubi perfectissimim est liberum arbitrium, ibi in malum tendere non potest, quia imperfectum esse non potest. Sed hoc ad libertatem arbitrii pertinet ut actionem aliquam facere vel non facere possit, et hoc Deo convenit; bona enim quae facit potest non facere, nec tamen malum facere potest”. II Sent. XXV, q. 1, a. 1, ad 2.
“Ad primum ergo dicendum, quod posse peccare dicitur non esse pars libertatis, quia non requiritur ad libertatem voluntatis ut in peccatum possit; sed sufficit ad rationem libertatis ut in utrumque contratictorium possit, quamvis in his quae peccare possunt, per liberum voluntatis arbitrium peccetur”. II Sent. XLIV, q. 1, a. 1, ad 1.
“Et pro tanto dicitur, quod velle malum nec est libertas, nec pars libertatis, quamvis sit quoddam libertatis signum”. Ver 22, 6, c., in fine; cfr. Ver. 24, 3, ad 2; I, 19, 10, ad 1; I, 62, 8, ad 3.
[1][2] “Quaelibet autem voluntas naturaliter vult illud quod est proprium volentis bonum, scilicet ipsum esse perfectum et non potest contrarium huius vele. In illo igitur volente nullum potest peccatum voluntatis accidere cuius bonum est ultimus finis; quod non continetur sub alterius finis ordine, sed sub eius ordine omnes alii fines continentur. Huiusmodi autem volens est Deus, cuius esse est Suma bonitas, quae est ultimus finis. In Deo igitur peccatum voluntatis esse non potest”. III Cont. Gent. c. 109.
“Cum autem nulla voluntas possit velle contrarium eius quod naturaliter vult, sicut voluntas hominis non potest velle miseriam; constat quod voluntas divina non possit velle contrarium suae bonitatis, quam naturaliter vult. Peccatum autem est defectus quidem a divina bonitate: unde Deus non potest velle peccare. Et ideo absolute concedendum est, quod Deus peccare non potest”. De Pot., q. 1, a. 6, c.; cfe. Comp. Theol. c. 113.
[2][3] “Deus solus est actus purus nullius potentiae permixtionem recipiens, et per hoc est bonitas pura et absoluta. Creatura vero quaelibet, cum in natura sua habeat permixtionem potentiae, est bonum particulare. Quae quidem permixtio potentiae ei accidit propter hoc quod est ex nihilo. Et inde est quod inter naturae rationales solus Deus habet liberum arbitrium naturaliter impeccabile et confirmatum in bono”. Ver. 24, 7, c.
[3][4] “Secunda autem diversitas in quam liberum arbitrium potest, attenditur secundum differentiam boni et mali; se dista diversitas non per se pertinet ad potestatem liberi arbitrii, sed per acidens se habet ad cam, inquamtum invenitur in natura deficere potenti. Cum enum voluntas de se ordinetur in bonum sicut in proprium obiectum: quod in malum tendat non potest contingere nisi ex hoc quod malum apprehenditur sub ratione boni; quod pertinent ad rationem intellectus vel rationis, unde causatur libertas arbitrii. Non autem pertinent ad rationem suae potentiae quod deficiat in suo actu; sicut non pertinent ad rationem visivae potentiae liberum arbitrum quod ita tendit in bonum, quod nullo modo potest tendere in malum, vel ex natura, sicut in Deo, vel ex perfectione gratiae, sicut in hominibus et angelis beatis”. Mal. 16, 5, c. 
     [4][5] “Peccare nihil aliud est quam declinare a rectitudine actus quam debet habere... Solum autem illum actum a rectitudine declinare non contingit, cuiús regula est ipsa virtus agentis... Divina autem voluntas sola est regula sui actus: quia non ad superiorem finem ordinatur… Sic igitur in sola voluntate divina peccatum esse non potest”. I, 63, 1, c.