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As três Revoluções: etapas da destruição da Cristandade medieval

Apresentamos a seguir aos leitores excertos da conclusão da conferência do Prof.Plinio Corrêa de Oliveira, cuja primeira parte publicamos na edição de março sob o título "Idade Média: caluniada por ser realização da Cristandade na História"
Após a descrição da ordem medieval, torna-se muito mais fácil a exposição das Três Revoluções, ressaltando melhor o nexo existente entre elas.
Quando estudamos a Idade Média, verificamos que ela teve altos e baixos, que foram superados; e crises de orgulho e sensualidade, também dominadas.
Entre essas crises está a do séc. XIII, quando Nosso Senhor suscitou a Ordem dos Franciscanos, que praticava em grau exímio a humildade e a pureza. Suscitou a Ordem dos Dominicanos, para pregar essas mesmas virtudes num terreno mais intelectual. São Francisco, São Domingos, Santo Tomás de Aquino, São Boaventura, e tantos outros santos dessas Ordens, foram luzeiros que repeliram a maré montante do orgulho, da sensualidade e das heresias, salvando assim a Idade Média.
Por essas ou aquelas razões, no séc. XV o orgulho e a sensualidade cresceram de novo, de modo imenso, talvez sem precedentes. E não apareceram mais santos para apregoar a necessidade de uma reforma de costumes, para dar nova vida à pureza e à humildade, para pregar com o calor e o êxito de São Domingos, São Francisco e outros santos, que conseguiram desviar o curso das coisas na sociedade inteira.
O resultado foi que se levantou um santo, São Vicente Ferrer, que começou a pregar que estava próximo o fim do mundo, que ele era o anjo predito pelo Apocalipse para anunciar toda uma série de catástrofes. E as catástrofes de fato começaram no séc. XVI, com o Protestantismo.

1ª Revolução 

O protestantismo: revolução religiosa provocada pelo orgulho e a sensualidade.
A Igreja Católica, segundo ensinamento de São Pio X, é uma Igreja de desiguais.Uns foram instituídos para ensinar, governar e santificar. E outros para serem ensinados, governados e santificados. Estes últimos são os leigos. (cfr. EncíclicaVehementer, de 11-2-1906)
Nesta sociedade de desiguais há uma hierarquia: Cardeais, Arcebispos, Bispos, cônegos, párocos e coadjutores. Em baixo, o povo fiel, que está para a Igreja, como a plebe para a sociedade civil.
O protestantismo nega a autoridade doutrinária da Hierarquia eclesiástica. Cada qual tem o direito de interpretar a Bíblia como quer. A partir desse momento deixa de haver hierarquia. Todas as seitas protestantes têm esse denominador comum igualitário: não há mestres para interpretar o Evangelho, cada um é mestre de si mesmo.
Elas negaram o monarca da Igreja Católica, o Papa, exceto os anglicanos, que reconhecem ao Papa um vago primado de honra, mas não jurídico.  Na seita protestante anglicana continuaram os arcebispos, bispos, certos dignitários eclesiásticos à maneira de cônegos, párocos, coadjutores.
A seita luterana também admite esses graus. Mas Calvino, que foi um heresiarca pouco posterior a Lutero, negou os Arcebispos e Bispos, admitindo apenas os padres; são os chamados presbiterianos.
Surgiu depois uma outra seita, a dos niveladores, também conhecidos porquackers, que não admitiam sequer os padres. Ficaram abolidos todos os graus, restando apenas o povo. É uma hierarquia que se destruiu.
Dentro das próprias seitas protestantes esse trabalho de demolição continuou.Na igreja anglicana como na luterana, a autoridade dos  homens que continuaram a se dizer bispos e arcebispos foi reduzida a quase a zero. Não tem comparação com a autoridade de um Bispo católico. Os bispos anglicanos não passam de figuras decorativas. O título ainda existe, mas nada significa. Também entre os presbiterianos o título de padre, de ministro, ainda existe, mas quase nada significa. Eles não têm autoridade doutrinária sobre seus fiéis.
Esse movimento igualitário não ficou apenas dentro do protestantismo, mas tentou penetrar várias vezes na Igreja Católica. E acabou penetrando e triunfando por meio do progressismo, que quer reduzir a Igreja a uma república, em que o povo fiel tem o direito soberano de mandar, e o Papa e os bispos fazerem o que o povo quer. Portanto, o contrário da organização hierárquica que estudamos; no fundo não haveria governo, seria a anarquia, o fim da Igreja.
Os protestantes acabaram com as ordens religiosas. Confiscaram, saquearam, fecharam. Algumas se mantiveram na aparência, mas com um ar de mero pensionato. O estado religioso desapareceu nas seitas protestantes. Toda a hierarquia eclesiástica começou a sofrer uma corrosão, cujo termo último é o progressismo em nossos dias.
Tendência igualitária atinge o plano político.
Em meados do século XVII houve uma primeira manifestação de igualitarismo político: a revolução inglesa, chefiada por Cromwell, mandou decapitar o rei Carlos I, proclamou a república na Inglaterra, e virtualmente aboliu os títulos de nobreza. A seita de Cromwell não admitia desigualdades religiosas; e, coerentemente, insurgiu-se também contra as desigualdades civis. Porque, se alguém odeia toda desigualdade por causa do orgulho, este se molesta tanto com a desigualdade civil quanto com a religiosa, e acaba se atirando contra ambas.
A revolução inglesa foi relativamente efêmera. Morto Cromwell, seu filho governou muito pouco tempo e veio logo o restabelecimento da monarquia,  com o rei Carlos II.
Mas essa tendência igualitária na ordem política explodiu sobretudo na França, país que fora fortemente trabalhado pelo protestantismo. No século XVI grande parte da França tornou-se protestante. Se não fosse o auxílio de Felipe II, Rei da Espanha, e a intervenção dos Papas, a França ter-se-ia tornado protestante. 
Em seu aspecto religioso, a Revolução manifestou-se então na   heresia jansenista, que foi uma forma larvada de protestantismo. Depois vieram os   enciclopedistas, que primeiramente se diziam deístas, só acreditando em Deus.Depois declararam-se ateus.
Foi nos meios enciclopedistas que se gerou, sobretudo através de  Rousseau, a doutrina da igualdade civil completa e do contrato social. A idéia de Rousseau é que os homens eram felizes quando viviam em anarquia, na natureza. A civilização foi um mal e a sociedade nasceu de um contrato estabelecido entre os homens. O povo seria então o verdadeiro soberano e a verdadeira lei a da igualdade.

2ª Revolução 

Revolução Francesa: na ordem civil, ação análoga à do protestantismo
Essa doutrina social dos enciclopedistas degenerou em idéias políticas, que se propagaram  na França, dando origem, em 1789, à Revolução Francesa. Esta fez, na ordem civil, aquilo que o protestantismo fizera na ordem espiritual.
Levados pelo orgulho, pelo igualitarismo, os republicanos franceses - muito coadjuvados pelos protestantes - proclamaram a república e aboliram  os títulos de nobreza. Mais ainda. Sendo a França um país católico, promulgaram uma lei que visava obrigar a Igreja Católica a aceitar a mentalidade e a estrutura de uma Igreja protestante.
De acordo com essa Constituição Civil do Clero, a Igreja da França ficava independente de Roma. E os cargos eclesiásticos - como os de Arcebispos, Bispos, etc. - tornavam-se mais ou menos eletivos, introduzindo o republicanismo na Igreja. Como os padres católicos, na sua imensa maioria, não aceitaram essa lei, a Revolução Francesa proibiu o funcionamento da verdadeira Igreja Católica na França.
Isto mostra como a Revolução Francesa é o outro lado da medalha da Revolução Protestante. Ela proveio de protestantes antigos e tentou implantar na França um neoprotestantismo.
Ainda segundo os ideólogos da mesma Revolução, sendo os homens iguais perante a lei, são também iguais politicamente. E declaravam que a monarquia era o furto do poder do povo em benefício de uma família, e a aristocracia o furto do poder político em benefício de um grupo de famílias. E concluíam que a única ordem de coisas moral e legítima é a ordem igualitária e popular.
Resultado: quando a Revolução Francesa estava no seu declínio, mostrou-se quase comunista: editou leis contra as propriedades, perseguiu os ricos, etc. Não chegou a declarar formalmente abolida a propriedade privada, mas os discursos dos deputados jacobinos contra a mesma, nessa fase, eram tipicamente comunistas. E logo depois houve a revolução de Babeuf, declaradamente comunista, para implantar a propriedade coletiva.

3ª Revolução 

Marx: igualitarismo quanto à propriedade privada - o comunismo
Mesmo depois de extinta a Revolução Francesa, continuou a haver pela Europa um número enorme de pessoas que se diziam favoráveis à propriedade coletiva, com base no princípio da igualdade: se os homens são iguais em tudo, têm que sê-lo também em fortuna.
Quando Marx publicou seu Manifesto em 1848, o número desses socialistas chamados utópicos era bem grande na Europa, os quais já haviam tentado várias revoluções. Marx deu uma formulação e uma organização a essas tendências, surgindo então o comunismo, último surto da igualdade que derrubou o poder restante. E da velha estrutura medieval nada mais restou.
Os senhores têm aí as Três Revoluções que se consumaram. É o apogeu do orgulho que chegou à plenitude do igualitarismo.
Do exposto resulta claro o nexo profundo que existe entre a primeira Revolução, que é a Revolução Protestante, e a última, que é a Revolução Comunista.

4ª Revolução que nasce 

O último esboroamento: a revolução anarquista após o comunismo
Poder-se-ia ainda acrescentar mais algo. O comunismo parece o termo final, mas dentro dele ainda há um esboroamento.
Os comunistas tipo Marx, Lenine, Stalin e outros reconheciam que o Estado, o Poder Público com sua máquina, sua administração, etc., ainda era um resto de desigualdade. E deveria vir o dia em que não existiria mais o Poder Público, todas as autoridades seriam supressas e haveria apenas cooperativas, e nada mais.
Esse é o objetivo da revolução marcusiana, a revolução hippie, que é anarquista e visa suprimir até o Estado. Eis o último esboroamento que dentro do comunismo ainda se pode dar.
Papel da sensualidade nessa tríplice Revolução
O protestantismo estabeleceu o divórcio, que é uma satisfação ao instinto desregrado da sensualidade, acabando com a monogamia. Pois o que é o divórcio, se não a poligamia a prestações?
Lutero aliás - e esse documento se descobriu muito tempo após sua morte e nem mesmo os protestantes o negam - autorizou o landgrave de Hasse, na Alemanha a ter mais de uma esposa ao mesmo tempo. Esse nobre escreveu uma carta a Lutero e a outros corifeus do luteranismo, explicando que ele tinha de viajar muito - nuns estadinhos comparáveis a pequenos municípios brasileiros - para administrá-los, e que ficava muito caro deslocar-se com a princesa, porque, de acordo com os protocolos do tempo, esta precisava ir com um séquito, etc. De um lado, não podia levar a sua esposa, mas de outro, era muito duro permanecer sozinho durante as viagens. Não via outro meio senão ter uma esposa suplementar.
Lutero, que necessitava muito dele naquela ocasião para defender-se contra a investida política dos católicos, redigiu e assinou, juntamente com vários outros teólogos protestantes de Wittemberg, um documento - ao qual o Pe. Leonel Franca S.J. alude em sua obra A Igreja, a Reforma e a Civilização (**) - autorizando-o a prática da bigamia, "contanto que o caso se mantivesse secreto". Mas, no rigor de sua doutrina, isso era permitido e ele mesmo contraiu um pseudo-casamento com uma ex-freira.
O protestantismo acabou com o celibato sacerdotal, conseqüência forçosa da explosão sensual.
Além disso, generalizou-se no mundo inteiro uma tolerância para com a impureza e uma intolerância pelo contrário. Ou seja, a idéia de que o homem  tem o direito de cometer o pecado de impureza, não é condenável. Pelo contrário, o homem casto é um atrofiado, um cretino, um complexado, quando não um homossexual. Todos já ouviram zumbir essa infâmias em torno de si e, quando eu era menino, elas já eram velhas.
Tal erro estabeleceu uma tolerância para com a prostituição.   Porque quem diz que o homem não peca procurando uma prostituta, não pode achar que a prostituta peca entregando-se ao homem. Que sincera condenação da prostituição propugnará um homem que acha que pode procurar a prostituta?
Pior ainda: depois de casado, habituar-se-á ele à fidelidade conjugal? Quem se habituou à pluralidade e à fantasia das relações sexuais, poderá depois habituar-se à fidelidade conjugal? Que ascese precisará ter para ser fiel!
Pelo argumento da igualdade de direitos entre o homem e a mulher, se a impureza é lícita ao homem, também o será à mulher. O igualitarismo leva assim a uma autorização do amor livre para ambos os sexos. O divórcio gerou o amor livre; a sensualidade, muitas vezes, gerou o amor livre sem passar pelo divórcio.
O que visa o comunismo em matéria de casamento? É o amor livre. Se se pode dizer, em alguma medida, que o divórcio é a condição de casamento própria ao mundo posterior à Revolução Francesa, pode-se dizer que o amor livre é a condição de casamento, de relação entre os sexos, própria ao comunismo.
Vamos mais longe. Porque a partir do momento em que se permite o amor livre entre homens e mulheres, ele também deverá ser permitido entre pessoas do mesmo sexo, porque é esse o amor livre em toda a sua força. Há de chegar o momento, desejado pelos marcusianos e pelos anarquistas, do nudismo total e da inteira total liberdade de relações sexuais, como entre os animais.
Falei do nudismo. Não vamos caminhando para lá também? A exigüidade cada vez maior dos trajes não caminha para o nudismo? Onde estamos? Estamos, pois, na apoteose do orgulho e da sensualidade, nas vésperas da anarquia total, se Nossa Senhora não intervier, tendo pena do mundo.
Do reino da Revolução ao Reino de Maria
Os homens que representavam a ordem medieval pecaram de mil modos, inclusive por moleza. Essa ordem foi destruída: no comunismo, radicalmente; no que resta de países não comunistas, quase até suas últimas fímbrias.
Por causa daquela idéia da perenidade do poder de Jesus Cristo, da realeza de Cristo na Terra, acredito que esse triunfo da Revolução não poderá realizar-se completamente. E que haverá a implantação de uma ordem de coisas que vai ser o contrário de tudo isto.
De um extremo se volta ao outro extremo. No relógio, quando o pêndulo chega até um extremo, ele volta depois ao outro lado. Nós, do mesmo modo, vamos passar do reino da Revolução ao Reino de Maria.
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Cfr. A Igreja, a Reforma e a Civilização, Indústria Tipográfica Romana,Roma, 1923, p.p. 451 e 452
(*) - Este é o título original de conferências que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira pronunciou a partir da década de 40. Ao repetir a mesma exposição para sócios e cooperadores da TFP em 25 de março de 1965, o orador, discernindo uma 4ª etapa, então nascente, do processo revolucionário, denunciou a revolução anarquista hippie.

Entrevista: “A melhor resposta ao império do dinheiro é a lei da honra”

Revista Catolicismo | Retorno à ordem cristã para superar uma economia baseada na “intemperança frenética” — espírito inquieto e precipitado que provoca violenta aceleração no ritmo de vida.
John Horvat:

“A família surge de alguns princípios gerais que se fundam no Direito natural, como seu caráter de união monogâmica entre pessoas de sexos opostos”
O Sr. John Horvat II é pesquisador, educador, palestrante internacional, articulista e autor do livro Retorno à ordem, lançado recentemente nos Estados Unidos pela Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), da qual é vice-presidente e diretor do website (www.tfp.org).
Seus escritos têm sido reproduzidos em publicações como “The Wall Street Journal”, “FOX News”, “The Christian Post”, “The Washington Times”, “ABC News”, “C-SPAN”, além de outros órgãos de imprensa e sites.
As pesquisas, escritos e conferências do Sr. Horvat sobre a crise sócio-econômica dos Estados Unidos se estendem por mais de duas décadas, culminando no lançamento de sua obra inovadoraRetorno à ordem, útil não só para os americanos, mas para todos os nossos contemporâneos.
O Sr. Horvat reside na sede da TFP americana em Spring Grove, Pennsylvania, onde lidera a Comissão de Estudos Americanos Tradição, Família e Propriedade. Foi nessa bela propriedade que ele concedeu a presente entrevista a Catolicismo, na qual responde a questões sobre temas tratados no referido livroEle defende que não bastam as leis para a solução dos graves problemas de nosso século, como os econômicos, mas cumpre restaurar os valores culturais, morais e religiosos, como, por exemplo, a prática das virtudes cardeais e a consideração da lei natural. 
*       *       *
Catolicismo — O que há de novo na solução proposta em seu livroRetorno à ordem?
John Horvat Quando a maior parte das pessoas excogita soluções, pensa em termos de sistema, isto é, em um plano a ser posto em prática para resolver todos os problemas. As soluções propostas no livro Retorno à ordem partem de um pressuposto totalmente diferente. Elas são orgânicas e derivam de alguns princípios básicos da Lei natural e da doutrina católica. Porém, tais princípios se desenvolvem depois de maneira imprevisível, adaptando-se às circunstâncias concretas de cada realidade, muito variáveis. Não é um sistema rígido, uma espécie de plano quinquenal socialista que impõe uma série de normas e regulamentos para a sociedade inteira. Não é uma solução planejada sobre uma mesa. Eis o aspecto novo e, ao mesmo tempo, antigo das soluções propostas no livro. Propomos soluções que levam em consideração o lado humano das coisas, ou seja, soluções flexíveis, mas, ao mesmo tempo, com uma base sólida.

 Catolicismo — Poderia dar um exemplo de uma solução cristã orgânica?
John Horvat Vem-me à mente a família. Não se pode inventar um novo tipo de família e impô-la a um povo. A família surge de alguns princípios gerais que se fundam no Direito natural, de onde provém o seu caráter de união monogâmica entre pessoas de sexos opostos.

 Catolicismo — O que não funciona no atual sistema econômico?
John Horvat — Hoje, temos um tipo de economia constantemente voltado para o frenesi. É o que chamamos de “intemperança frenética”, um termo cunhado para descrever o espírito inquieto e precipitado que domina atualmente vários setores da economia. Tal espírito anula toda restrição legítima e visa somente satisfazer as paixões desordenadas.
A crise das hipotecas anterior a 2008 é um exemplo. Bastou que a bolha se desinflasse e os juros aumentassem para que o sistema viesse abaixo

“A economia tornou-se fria e impessoal, veloz e frenética, mecânica e inflexível. Cumpre reintroduzir o elemento humano na economia e na sociedade”
A intemperança frenética produz não só avidez e ambição, mas também uma expansão explosiva de desejos humanos além do limite da razão e da moral. Leva a realizar atividades econômicas que anulam a própria ideia de moderação e os valores espirituais, religiosos, morais e culturais que normalmente deveriam temperá-las, introduzindo um elemento quase irracional, causador de relações agitadas, especulação e risco exagerado.
É impossível resolver nossos problemas econômicos com leis ou com regras. O problema está no homem, em sua alma. A única resposta real à intemperança frenética é um retorno à temperança. E isto exige uma conversão espiritual.

Catolicismo — Poderia citar um exemplo do que o Sr. denomina “intemperança frenética”?
John Horvat — Nos Estados Unidos, a crise das hipotecas anterior a 2008 é um exemplo. A fim de adquirir uma casa a qualquer custo — a famosa bolha imobiliária — um número enorme de pessoas fez uma hipoteca bancária sem ter como pagá-la. Pensando apenas no lucro, os banqueiros não se preocuparam em controlar os riscos. Vieram em seguida os operadores financeiros, introduzindo essa hipoteca má em pacotes de títulos para revender aos investidores. A prudência foi literalmente atirada às urtigas. Bastou que a bolha se desinflasse e os juros aumentassem para que o sistema viesse abaixo.
Apreciamos o uísque, o queijo Camembert e o champanhe, por entender que constituem expressões de cultura local

“Nos dias de hoje, comecemos por difundir na sociedade princípios, valores morais e veremos como a influência do dinheiro começará a desaparecer”
A intemperança frenética tende a eliminar toda restrição, visando somente vantagens e interesses pessoais. Ora, são exatamente essas restrições de ordem moral que devem temperar a economia, humanizando-a e mantendo-a no limite do razoável. Por outro lado, a intemperança frenética provoca uma violenta aceleração no ritmo de vida, que ela tende a manter anulando o elemento humano pela utilização de máquinas cada vez mais velozes e reduzindo as pessoas à condição de engrenagens de uma gigantesca economia. Essa intemperança também elimina o calor das relações humanas na economia, torna a vida brutal, exclui os aspectos morais e extingue o senso de comunidade. Quando as pessoas se comunicam exclusivamente por celular ou via Internet, o contato humano de outrora deixa de existir. Anula-se aquilo que alguns economistas chamam de “capital social”. Praticamente perdemos a ideia de comunidade orgânica, isto é, de uma estrutura social onde as pessoas se relacionam com laços de confiança e amizade, sem as quais não se pode garantir um caráter humano à economia.

Catolicismo — No livro, o Sr. trata da importância da moeda, do império do dinheiro.
John Horvat — Quando a intemperança frenética prepondera, o dinheiro tende a governar. Os homens colocam à parte os valores culturais e morais e adotam um sistema diverso de valores que sobrepõe a quantidade à qualidade, o útil ao belo, a matéria ao espírito. Seu efeito trágico foi que a economia moderna tornou-se fria e impessoal, veloz e frenética, mecânica e inflexível. Cumpre reintroduzir o elemento humano na economia e na sociedade. Impõe-se um retorno à ordem cristã.

Catolicismo — Qual é a melhor resposta ao império do dinheiro?
John Horvat — A melhor resposta ao império do dinheiro é a lei da honra. A honra afirma valores que não podem ser comprados nem vendidos. Pressupõe a valorização das coisas de qualidade. Difunde no mercado um clima de tranquilidade e temperança. A lei da honra conduz naturalmente os homens a estimar e procurar as coisas excelentes. Introduz no mercado uma série de valores como qualidade, beleza, bondade e caridade. Na honra encontramos a influência temperante das virtudes cardeais.
Alguém poderá objetar: mas é possível implementar tal lei nos dias de hoje? Comecemos por difundir princípios, ideias, valores morais na sociedade e veremos como a influência do dinheiro começará a desaparecer.

Catolicismo — O Sr. é contrário ao sistema capitalista?
John Horvat — Não, eu defendo muitos dos princípios básicos da economia de mercado: a propriedade privada, a livre empresa, o governo limitado e a fiscalização contida. O problema é que a palavra capitalismo tem muitos significados difíceis de avaliar. A esquerda utiliza-a para descrever os erros ou os excessos do atual sistema de mercado, enquanto alguns libertários usam-na para promover uma anarquia radical. Este é o motivo pelo qual evitei acuradamente essa palavra no livro. Preferi seguir o sábio conselho do jesuíta Pe. Bernard Dempsey, segundo o qual é impossível definir cientificamente o capitalismo. Ele mesmo utiliza o termo com muita relutância, dizendo: “Só um general demente aceitaria a batalha no terreno escolhido pelo adversário”.

Catolicismo — O que aqui é um sistema orgânico de mercado?
John Horvat — A concepção orgânica de mercado repele o gigantismo na indústria, no comércio e nas finanças, em favor de uma economia de proporção humana. A concepção orgânica rejeita a padronização em massa dos produtos, porque esta empobrece culturalmente a sociedade, diminuindo a tendência de cada região a desenvolver sua própria riqueza cultural com os recursos de seu território. Apreciamos o uísque, o queijo Camembert e o champanhe, por entender que constituem expressões de cultura local. A vida proporcionaria uma riqueza muito maior se houvesse mais produtos locais.

Catolicismo — Como definir essa visão da economia?
John Horvat — É certamente diversa da visão moderna. Creio que a economia deve basear-se nos princípios que norteavam a sociedade pré-industrial. Entendamo-nos, não digo voltar atrás historicamente, mas falo de retomar aqueles princípios perenes que constituem a base de uma economia sã e equilibrada. Os problemas começam quando o pensamento econômico se desliga da filosofia moral. Esta ruptura tornou-se evidente com o advento da Revolução Industrial (1760-1840). Os economistas começaram a sustentar que a economia não deveria estar sujeita a nenhuma norma ética superior. Quer dizer, trouxe consigo a intemperança frenética da qual falei acima.
         Um segundo problema da economia moderna é sua dissociação de toda legítima consideração social. Na visão católica, economia e sociedade são realidades complementares. Precisamos reintroduzir retamente o elemento social na economia. Necessitamos de uma ordem econômica vinculada aos princípios gerais das relações sociais, da caridade e da justiça. Cumpre dar maior relevo às instituições que auxiliam a reforçar tal ordem social: a família, a comunidade, o Estado cristão e a Igreja. Ao invés de ser um instrumento para ajudar o homem a alcançar seu fim último, a economia tornou-se um patrão autoritário. Devemos reconduzi-la ao seu limite natural. Eis por que o livro propõe um retorno à ordem.

Catolicismo — A solução para a atual crise, portanto, seria um retorno à ordem cristã?
John Horvat — Para resolver a atual crise não necessitamos de novas leis, mas de algo mais profundo. Precisamos redefinir as nossas prioridades, reordenar a nossa vida, começar a praticar a temperança e outras virtudes cardeais. Impõe-se um retorno à sociedade orgânica cristã, que não trata as pessoas como peças de uma máquina, mas como seres humanos que somos. Ela repõe o elemento humano no centro da sociedade moderna e favorece o papel temperante da tradição, da moral, da família e da comunidade, ajudando a reconstruir o tecido social e acalmar o mercado. Essa sociedade será cristã, isto é, fundada sobre as virtudes cristãs; guiar-se-á pela Lei natural, orientada ao bem comum e à vida virtuosa em comunidade; será cheia de matizes, poesia e paixões ordenadas.

Catolicismo — Quais são as perspectivas?
John Horvat — As soluções orgânicas não podem ser impostas; devem desenvolver-se de modo natural. Nosso livro demonstra que o atual modelo sócio-econômico está em crise, com os dias contados, e que haverá naturalmente uma procura de outros modelos. Temos, portanto, necessidade de procurar um modelo alternativo que nos permita superar a crise. Devemos estar prontos para afastar os modelos que serão propostos pelo socialismo, por ecologistas e outros, e apresentar aqueles derivados de uma concepção católica das coisas. Devemos voltar aos princípios da ordem cristã, que fazem parte do nosso patrimônio e de nossas tradições. São princípios que funcionaram no passado. O livro coloca esta opção sobre a mesa e mostra como já é possível mover-se nessa direção.

Catolicismo — O que o Sr. entende por princípios que funcionaram no passado?
John Horvat — O testemunho da História vem em defesa de tais princípios, cujos antecedentes são extraordinários. As pessoas tendem a pensar que a civilização anterior à Revolução Industrial era primitiva e retrógrada. Isso está longe da verdade. De fato, a civilização cristã preparou o caminho para o verdadeiro progresso.
         Os princípios do Cristianismo muito têm contribuído para inaugurar um período de incrível dinamismo e enorme progresso tecnológico. O historiador Samuel Lilley, por exemplo, demonstra que o progresso tecnológico foi proporcionalmente muito maior na Idade Média do que em toda a história precedente. A Idade Média não era inimiga da tecnologia. Na Europa medieval foram introduzidas máquinas em uma escala desconhecida de qualquer civilização anterior. Alguns historiadores sustentam que a Revolução Industrial foi na realidade um prolongamento (eu diria uma corrosão) do processo iniciado na Idade Média. O historiador Lynn White afirma que a Cristandade foi a primeira civilização não construída sobre os ombros de escravos. Esse progresso dinâmico não se limitava à tecnologia, mas se estendia também ao campo do direito, da instrução, da medicina, da economia e do governo. Os que não confiam nos livros de História poderão visitar os monumentos da época: catedrais, universidades, castelos. Aí terão uma ideia do que se fez.

Catolicismo — Seu livro foi escrito só para os norte-americanos?
John Horvat — Todos nós individualmente fazemos parte da cultura da intemperança frenética. Ou melhor, sob alguns aspectos, somos seu elemento mais ativo. O livro Retorno à ordem trata também de como devemos agir em nossa vida pessoal para nos desligarmos dos ritmos frenéticos que criamos. Ele foi escrito não somente para os americanos, mas também para todas as pessoas do mundo moderno. Creio que estamos em condições de rejeitar o império do dinheiro e a lógica dos mercados de massa que alimentam a intemperança frenética. E também de restabelecer o contato com o elemento humano deficiente na sociedade e na economia. Seja a medida qual for, se ela concorrer para reforçar a família e a comunidade local, para aumentar nosso apreço pela reflexão, pela beleza, pelo dever e pela virtude, ela será uma medida positiva para o retorno à ordem. Temos por isso necessidade de entender a crise e participar do debate sobre o futuro da civilização cristã. O livro Retorno à ordem nos convida a participar desse debate, o qual acreditamos que vai crescer em importância na medida em que a crise se agravar. 
Ainda a propósito de sua pergunta, gostaria de acentuar que meu livro é dedicado ao Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, pensador católico, um brasileiro campeão da luta pela Civilização Cristã cujo exemplo de grande virtude e coragem serviu de inspiração para muitos. Foi sua visão católica que inspirou o livro, o qual está profundamente irrigado pelos pensamentos contidos nas dezenas de reuniões que ele de bom grado condescendeu em ter com a Comissão de Estudos norte-americanos.

Catolicismo — Por que o retorno à ordem é tão urgente neste momento?
Os que não confiam nos livros de História poderão visitar os monumetos da Idade Média: catedrais, universidades, castelos, como transparence na foto acima 

“Creio que a economia deve basear-se nos princípios que norteavam a sociedade pré-industrial. Entendamo-nos, não digo voltar atrás historicamente”
John Horvat — Um dos principais motivos que o torna urgente é o fato de o bissecular modelo ocidental moderno parecer ter entrado em declínio. Mesmo o American way of life não é mais aquele de outrora. Quando se evidenciar o declínio de nossa sociedade, com seus fundamentos sendo postos em discussão, creio que muitos compreenderão a importância do retorno à ordem.
         Mas tal retorno só será possível mediante um retorno a Deus e à Santa Igreja. Uma sociedade ordenada é necessariamente virtuosa, confia na Providência e nos leva a amar a Deus. Ela é possível e para ela devemos retornar.

Sexo, pedofilia e revolução

UMA BREVE EXPOSIÇÃO SOBRE A "REVOLUÇÃO SEXUAL" INICIADA POR FREUD, EDWARD BERNAYS, ALFRED KINSEY, BETTY FRIEDAN E OUTROS. UMA APAVORANTE PERSPECTIVA DE QUE A PEDOFILIA VENHA A SER ADOTADA PELAS SOCIEDADES. AS OBRAS LITERÁRIAS, OS TRABALHOS "CIENTÍFICOS" SOBRE SEXUALIDADE INFANTIL, E A CONVENÇÃO DA ONU SOBRE DIREITOS DAS CRIANÇAS (SEREM ABUSADAS POR TARADOS). PEDOFILIA NA POLÍTICA INGLESA.

A Contra-Revolução Francesa toma as ruas de Paris



 A mobilização já é muito superior às anteriores, com 10 trens fretados, mais de 1.000 ônibus alugados e diversas caravanas de carros particulares. Diversos grupos já se organizam para as missas que serão celebradas até mesmo nas estradas. Um grupo de 1.000 franceses de Grenoble, por exemplo, irá assistir uma missa celebrada por um padre do interior que estará em Paris. Na própria capital, as paróquias estão se organizando para oferecer o serviço espiritual aos manifestantes. Serão três cortejos ligados à LMPT - La Manif pour Tous - e um ligado aos católicos tradicionais, organizado pelo Instituto Civitas.
 
Manif pour Tous : l'arrivée aux Invalides por KTOTV

Bento XVI: FARC é grupo terrorista de criminosos cruéis


O Papa convida criança vítima de sequestro na Colômbia


Nohra Valentina, 10 anos, vai participar da Missa de Nossa Senhora de Guadalupe em São Pedro

CIDADE DO VATICANO, sábado 19 novembro, 2011 (ZENIT.org) - Nohra Valentina, a criança de 10 anos sequestrada em Arauca, na Colômbia, e liberada no passado dia 18 de Outubro, vai participar da missa que o Papa Bento XVI celebrará na Basílica de São Pedro, no próximo 12 de Dezembro, festa de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América.

Por meio do embaixador colombiano junto à Santa Sé, César Mauricio Velásquez, que foi para Fortul, onde a criança mora com a família, Bento XVI enviou à Nohra uma medalha do Beato João Paulo II, um crucifixo e um convite para participar da celebração eucarística do 12 de dezembro, que a pequena acolheu com grande alegria. Noticiou há três dias atrás a agência AICA.

Nohra Valentina e a sua família irão à missa celebrada por Bento XVI no dia 12 de dezembro, em comemoração do bicentenário da independência de vários países americanos, entre eles a Colômbia.

Quando o Papa foi informado do sequestro do Embaixador Velasquez, orou "pela libertação imediata da criança e por todas as pessoas sequestradas na Colômbia por grupos de terroristas e criminosos cruéis". Naquela ocasião, o Santo Padre orou também "para a conversão daqueles que cometem esses crimes."

Após a libertação da criança, o papa expressou publicamente a sua alegria e pediu novamente a libertação dos reféns no país: "O Papa agradece a Deus pela libertação da colombiana Nohra e pede aos colombianos que continuem a orar constantemente pela libertação de todos os reféns e pela conversão de quem comete esses crimes".

Os cinco passos do demônio




Halloween, símbolos usados no Rock e os filmes de terror são expressões e sinais de uma cultura onde o objetivo é a adoração ao mau

E aqui o “Mau” é com “u” mesmo, eu não me enganei.

Me dêem licença para falar “rasgado” agora, porque pra falar do grande objetivo do Demônio, não dá pra ficar poetizando muita coisa, tem hora que temos que falar abertamente.

Primeiramente entendamos com era na Idade Média Cristã onde o Teocentrismo se destacava; Sintetizando para entendermos melhor, era assim: Deus Sim, Cristo Sim, Igreja Sim; A revelação de Deus era o modus operandi da sociedade, Deus que envia seu Filho Jesus que institui a Sua Igreja, a única, seu Corpo Místico, e por ela faz seu povo participar do Seu mistério.(obs: muitos desconhecem a verdade sobre a Idade média, clique aqui e saiba mais)

O Demônio traçou um objetivo e tem trabalhado nele desde então. Observemos passo a passo:

1º passo: “Deus sim, Cristo sim, Igreja não” -  Inicia com a revolta de Lutero,Sec.XVI, e o rompimento com a Igreja de Cristo, dá início a uma busca de Deus sem a direção dos Apóstolos; A tradição é rejeitada, o magistério também e a interpretação da Palavra de Deus poderia ser feita por qualquer pessoa. Ao final Lutero se arrepende, porém, as conseqüências ficam.
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2º passo: “Deus sim, Cristo não, Igreja não” – Nasce a ideologia que relativiza a religiosidade dizendo que todas as religiões são boas, logo, nenhuma é verdadeira. Deus é um arquiteto apenas, não se comunica conosco nem institui uma Igreja. Jesus é um ser iluminado não o Deus encarnado.

3º passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem sim” – Comunismo ateu, onde se declara a “morte” de Deus e coloca o homem no lugar Dele. O homem passa a ser deus, e torna-se a medida de todas as coisas.

4º passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem não” – Tempos atuais, onde o homem não difere em nada dos bichos, aliás, é tratado com menos dignidade, a natureza é deus: Promoção do aborto, a morte deliberada da própria espécie, a  cultura utilitarista, onde o homem vale pelo que produz. A exploração do outro como objeto sexual e de lucro.

Tudo isso pra chegar aqui:

5º e último passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem nãoDemônio sim” – Agora entra a cultura do culto ao sinistro, macabro, diabólico,etc. O objetivo é promover a adoração ao próprio Demônio, ao que é mal.


Não se escandalize, basta olhar para o Halloween, a  celebração do terror; Basta olhar para os filmes de terror, cultura de símbolos satânicos em shows de Rock, letras de Rock que louvam o próprio Maligno e nas quais as multidões o aclamam; As tatuagens macabras determinando estilo, moda, jeito de ser. Roupas escuras, furos em todo corpo, caveiras e diabos desenhados.

Modificações corporais que são verdadeiras exposições da cultura de morte.



Estamos entrando no 5º estágio, é o 5º passo se concretizando.

A alguns anos atrás as pessoas nunca iriam acreditar no que hoje já é realidade.

Onde já se imaginou que o aborto, ou seja, o assassinato de um ser humano completamente indefeso, fosse defendido à plenos pulmões pela mídia global, organizações mundiais como a ONU, UNICEF, FANUAP,ONGs feministas, etc ?

Aliás, este 5º passo de Satanás, não é novidade, ele sempre quis isso: «O diabo disse a Jesus>“Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar.» 10 Jesus disse-lhe: «Vá embora, Satanás, porque a Escritura diz: ‘Você adorará ao Senhor seu Deus e somente a ele servirá.’” Mat 4,9,10
Nas mãos de Deus está o mundo e o seu futuro, tenhamos consciência dos planos de Satanás e as denunciemos, e não tenhamos medo, porque no fim, na volta gloriosa de Cristo Jesus, a morte será definitivamente derrotada! Esperemos confiantes esse grande dia. Vem Senhor Jesus!