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Manifestantes, estão usando vocês!


As recentes manifestações que atingiram o Brasil nas últimas semanas culminaram numa proposta da presidente Dilma Rousseff: uma Constituinte para reforma política. Essa proposta, há anos planejada pelo PT e por demais partidos de esquerda - ideólogos que estão levando o Brasil à falência - é a resposta do Governo Federal à insatisfação generalizada da população que, infelizmente, está sendo manipulada por grupos radicais comunistas, que querem a todo custo implantar o socialismo no Brasil. Manifestantes, estão usando vocês!

Escute o AUDIO: Assista o vídeo:

Sexo, pedofilia e revolução

UMA BREVE EXPOSIÇÃO SOBRE A "REVOLUÇÃO SEXUAL" INICIADA POR FREUD, EDWARD BERNAYS, ALFRED KINSEY, BETTY FRIEDAN E OUTROS. UMA APAVORANTE PERSPECTIVA DE QUE A PEDOFILIA VENHA A SER ADOTADA PELAS SOCIEDADES. AS OBRAS LITERÁRIAS, OS TRABALHOS "CIENTÍFICOS" SOBRE SEXUALIDADE INFANTIL, E A CONVENÇÃO DA ONU SOBRE DIREITOS DAS CRIANÇAS (SEREM ABUSADAS POR TARADOS). PEDOFILIA NA POLÍTICA INGLESA.

Desarmamento - Paes de Lira Vs Antonio Rangel

Para abordar a questão do desarmamento um dos convidados é o sociólogo e jornalista Antonio Rangel, coordenador do Programa de Controle de Armas de Fogo do movimento Viva Rio. O outro, é Jairo Paes de Lira, coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O Coronel Paes de Lira como sempre excepcional!

Destruindo o mito de que as religiões são as maiores responsáveis pelas guerras


Mídia Sem Máscaras - Em seu livro "The Irrational Atheist", Theodore Beale (também conhecido por 'Vox Day') demoliu o mito ateu de que a religião causa guerras.
Tendo como referências as mais variadas fontes, incluindo a "Encyclopaedia of Wars" compilada por C. Phillips e A. Axelrod, Vox Day examina 1,763 guerras levadas a cabo desde 2.325 antes de Cristo até aos tempos modernos.
De todas estas guerras apenas 123, ou 6,98%, podem ser razoavelmente atribuídas às religiões. Como mais de metade destas guerras religiosas - 66 - foram levadas a cabo por muçulmanos, isto significa que, com a excepção do Islã, as religiões do mundo foram responsáveis por 3,23% de todas as guerras durante mais de 4 mil anos.
Portanto, de acordo com Vox Day, "as evidências históricas são conclusivas. A religião não é a causa primária das guerras". Esta porcentagem inclui as infames Cruzadas.
Embora as Cruzadas provavelmente se mantenham como o modelo da guerra santa cristã, a razão pela qual já não estão na linha da frente dos ataques ateus é a de estar a ficar cada vez mais difícil apontar um dedo acusador às ações de homens que se depararam com o desafio de resistir a expansão de uma militante "Ummah" (comunidade muçulmana) nas suas fronteiras.
Vox Day vira então o argumento contra os ateus. Ele mostra que o "Grande Salto em Frente" e o Holocausto, causados por um regime ateu e outro pagão-ateu, resultaram no genocídio de 43 e 6 milhões respectivamente, enquanto que a Inquisição Espanhola causou a morte de 3.230 pessoas durante um período de três séculos e meio.
Não só isso, mas num único ano (1936) ateus espanhóis mataram 6.832 membros do clero católico, "mais do dobro das vítimas da Inquisição durante 345 anos."
Num único ano os ateus conseguiram superar - e dobrar - o número de mortes causado pelo mais horrífica matança feita por cristãos.
Em suma, Vox Day revela que 52 líderes ateus do século XX - entre 1917 a 2007 - foram responsáveis por uma contagem de corpos na ordem dos 148 milhões - "três vezes mais do que todos os seres humanos mortos em guerras nacionais, guerras civis e crime individual durante todo o século XX combinado."
Conclusão:

O registo histórico do ateísmo coletivo é 182.716 vezes pior anualmente do que o pior e mais famoso ato negativo cristão, a Inquisição Espanhola.

Não esperem que a pesquisa do Theodore Beale (Vox Day) seja aludida pelos órgãos de (des)informação esquerdistas.




No site de Theodore Beale o e-book "The Irrational Atheist" pode ser baixado gratuitamente.

E enquanto os líderes católicos da PUC praticam a mansidão e a conivência, os marxistas culturais encenam a decapitação do Papa

Por Luciano Ayan



Como eu tenho dito anteriormente, a mistura de mansidão e conivência dos líderes católicos da PUC leva a isso. Em termos estratégicos, os marxistas culturais avanção até onde o outro lado lhes dizer, de forma sub-comunicada: “Olha, até este limite, tudo bem!”
Se católicos fizessem o mesmo em relação ao Luiz Mott ou ao Richard Dawkins, sabe quantos processos os esquerdistas lançariam? No mínimo, uma dúzia.
E do lado católico, quantos processos surgirão em direção aos marxistas culturais por incitação ao ódio e apologia ao crime? Nenhum.
Entretanto, tendem a se irritar com as imagens acima. Ora, se nenhuma ação é tomada, a irritação é por qual motivo?
Ou começam a agir, lançando processos em cima de um oponente que comete crimes de ódio em sequência, ou então que aprendam a se conformar.

ANTONIO GRAMSCI E SUA INFLUENCIA NA REVOLUÇÃO CULTURAL DE NOSSO TEMPO


*Tradução de Renato Salles
A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO
A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).
1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?
Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.
Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.
1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.
1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.
1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)
Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.
2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA
Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.
Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:
Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de "ver a vida e seus valores". Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).
Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).
Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.
3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO
O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:
A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.
3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:
a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.
b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou "iniciados"). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.
c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.
3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.
4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI
4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina ("a religião é o ópio dos povos") e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).
4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na "nova cultura". (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.

5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO
Não podemos deixar de reconhecer "que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como "normal", positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.
Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a "daqui embaixo" (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e "modernizantes".
Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos "católicos" que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de "compromisso histórico". O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.
Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca "desierarquizar" tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique "horizontalismo", se "desconstrói" o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica "pulverizado" em uma multidão de novas ideologias e "filosofias" cujo só empenho é "desmistificar", "secularizar", "dessacralizar".
Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez "profetizou": o fim da religião teria que ocorrer por "suidicio", ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma "cristianização do mundo", o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de "cristãos" se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse "aqui em baixo".
O programa era (e é) bem claro: "conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo" [8].
Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a "traição dos intelectuais". Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.
E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: "Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes "convertidos" se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos" [9].
O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o "da igualdade de qualquer religião", "tudo é segundo como você vê", "faz o que quiser desde que seja autêntico", "agora tudo é permitido", e já a nível filosófico o "não há natureza humana senão história", "eu me dou minha própria essência", "não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires", "não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)", "não há escritor, somente texto", "não há sujeito, senão estruturas epistêmicas", e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores."
Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos "intelectuais orgânicos" a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à "mutação do sentido comum" teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.
Isso implica seu projeto de "decomposição interna do catolicismo" de "fazer assaltar a Igreja desde dentro" e de liquidar totalmente o "antigo conceito do mundo" inserido na cultura cristã-católica.
Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. "Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive".
Fonte do espanhol: