Contraditório, o Alcorão prega a destruição de tudo que não seja muçulmano I


Por dar fiel cumprimento a sua missão — que inclui a denúncia dos erros da religião muçulmana —, o Pe. Guy Pagès já recebeu ameaças, inclusive de morte. Ele relata para os leitores de Catolicismo como exerce seu apostolado, obtendo muitas conversões.
Pe. Guy Pagès

“A ausência de documentos contemporâneos sobre as origens do Islã constitui um caso único na História... O que faz supor uma manipulação da história”
Nascido na França em 1958 e ordenado sacerdote em 1994, o Pe. Guy Pagès é muito ativo na área da evangelização pela Internet, a partir da qual difunde vídeos sobre a fé católica, bem como sobre os erros do Alcorão e do Islã.
Tais vídeos vêm tendo sucesso e começam a incomodar a própria diocese na qual ele exerce seu ministério, pois não se inscrevem na linha irenista daqueles que ocultam a sua fé na hora de discutir com os muçulmanos... Um dos exemplos da penetração de seu apostolado é o fato de a televisão egípcia Al-Hayat ter consagrado, em 5 de dezembro de 2011, uma hora e meia na emissão de alguns desses vídeos.
Anteriormente o sacerdote residira por alguns anos no Djibouti (República islâmica da África), onde havia iniciado um profícuo apostolado, ao qual infelizmente não pôde dar seguimento devido às estritas limitações impostas pelas leis locais.
Um dos assuntos prediletos do Pe. Pagès é a religião muçulmana, em relação à qual em relação à qual ele desenvolve um discurso sem concessões. Sobre este momentoso tema ele concedeu uma entrevista exclusiva a Catolicismo, através do colaborador de nossa revista em Paris, Sr. José Antonio Ureta".
O Pe. Guy Pagès é coautor com Ahmed Almahoud do livro Elementos para o diálogo islâmico-cristão, publicado em 2006 pelas Edições Francisco Xavier de Guibert, refundido e reeditado em agosto de 2007.
Escreveu ainda a obra Judas está no inferno, publicado em novembro de 2007 pela mesma editora e objeto de uma crítica muito positiva da revista “Catholica”.
Seu terceiro livro foi publicado em janeiro de 2012 pelas Edições Beneditinas e intitula-seInterrogar o Islã — Elementos para o diálogo islâmico-cristão.
Em carta de 15 de dezembro de 2011, a arquidiocese de Paris concede-lhe inteiro apoio, lembrando a seus detratores e caluniadores que o Pe. Guy Pagès é sacerdote da Igreja Católica, e acrescentando, a respeito de seu combate, “que convém que cada um possa apresentar argumentos fundamentados teologicamente ou de modo racional”.
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Santo Tomás de Aquino em curso pela internet: "Ascese e filosofia à luz do Tomismo".


Sidney Silveira
                                          “Na perspectiva tomista, dizer teólogo é dizer cientista em grau eminente”.
Estamos iniciando uma nova fase de nossa divulgação da obra de Santo Tomás de Aquino no Brasil. Ela contemplará a realização de cursos pela internet. O primeiro deles — que considero uma iniciativa-piloto — é o mini-curso intituladoAscese e Filosofia à luz do Tomismo, no qual procuraremos demonstrar que existe uma etapa preparatória prévia à aquisição de quaisquer conhecimentos filosóficos. Trata-se de uma etapa de purificação moral e de ordenamento das paixões, sem a qual uma pessoa pode desvirtuar totalmente a sua vocação filosófica, maculá-la, profanar de maneira triste definitiva a busca da verdade que essencialmente constitui o labor do filósofo.
Informações básicas
Ø  O mini-curso será dividido nas três aulas cuja ementa está descrita abaixo, e terá o valor módico de R$ 35,00, ou seja: um pouco mais de R$ 11,00 por aula.
Ø  As inscrições poderão ser feitas a partir de hoje (28/11) e se encerrarão no dia 20/12. As opções de pagamento são as seguintes:
1- Via Paypal  (O link no alto à direita do blog).
Neste caso, o aluno apenas indicará — no campo de informações do Paypal — que o valor doado se refere ao curso Ascese e Filosofia à luz do Tomismo.
2- Depósito em conta
Caixa Econômica Federal
Ag. 3106
C/C 749-0
Operação 001
Neste caso, o aluno enviará uma mensagem para sidneylsilveira@gmail.com informando os dados do depósito.
Obs.: Os vídeos das aulas serão disponibilizados ou na área reservada de um site amigo (enquanto o do Instituto Angelicum não fica pronto), ou serão enviados diretamente para os e-mails dos inscritos, em formato que poderá ser aberto facilmente. Darei notícias a respeito disto no decorrer desta semana, aqui no Contra ImpugnantesAs três aulas estarão disponíveis logo após o encerramento das inscrições, em 20/12.
Outro ponto importante: aos amigos que quiserem pagar mais de R$ 35,00 por esta prestação de serviço (assim encaramos a difusão da obra de Santo Tomás de Aquino em nossa época) pedimos apenas que não deixem de informar que se trata de transferência relativa a este mini-curso — seja pelo Paypal, seja por depósito em conta.
A estes agradecemos especialmente, por ajudar-nos a não deixar este trabalho ficar à mercê de minhas dificuldades particulares, sejam financeiras ou de saúde.
Um cordial abraço a todos.

Ementa
Ascese e filosofia
à luz do Tomismo
Sanidade moral e desenvolvimento intelectual a partir da antropologia do Aquinate
Primeira aula
1-      O “Prólogo” da Suma Teológica e o escrito De Modo Studendi: declarações de princípios
2-     Predisposições psicológicas necessárias à aquisição da verdade, dado o modo humano de conhecer
3-     Os vícios como óbice à sabedoria
4-     Via purgativa: etapa preparatória

Segunda aula
1-      Conexão entre virtudes morais e intelectuais
2-     Estudiosidade: aplicação veemente (vehemens aplicatio) da inteligência a conhecer o que convém à condição humana
3-     Filosofia, mais que simples conhecimento técnico
4-     Via iluminativa: etapa de esclarecimento
Terceira aula
1-      Paixões e conhecimento: ajustes de vetor
2-     A relação entre Mestre e discípulo: confiança e abertura à verdade
3-     Curiosidade: seus riscos para a formação do caráter e da inteligência
4-     Disciplina e autocontrole: aspecto fundamental da educação

Irregularidade canônica que possui carta com ereção canônica. Estranho isso, senhor bispo de Bragança Paulista, não?!


Em busca da verdade, suplicamos ao senhor bispo de Bragança Paulista esclarecimentos diante de suas afirmações. O senhor bispo da Igreja de Bragança Paulista publicou as razões da expulsão do Mosteiro Carmelita de sua Diocese alegando irregularidade canônica. Pois bem, qual irregularidade?

Segundo a matéria abaixo extraída do site Sentinela Católico, o monastério era eregido canonicamente, mas segundo as palvras do bispo atual, não. Mesmo sem dar maiores explicações. E agora, excelência? O senhor possui DOCUMENTOS que esclarecem-nos diante deste documento?

O senhor bispo é nosso mestre na Fé, mas alguns fiéis podem não saber o que diz a Fé Católica no CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA:
8 OITAVO MANDAMENTO
§2464 Não apresentarás um falso testemunho contra teu próximo (Ex 20,16)
Ouvistes também o que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos para com o Senhor (Mt 5,33).
O oitavo mandamento proíbe falsear a verdade nas relações com os outros. Essa prescrição moral decorre da vocação do povo santo a ser testemunha do; seu Deus, que é e quer a verdade. As ofensas à verdade exprimem, por palavras ou atos, uma recusa de abraçar a retidão moral: são infidelidades fundamentais a Deus e, neste sentido, minam as bases da Aliança.

Um dos argumentos apresentados pelo Bispo de Bragança Paulista, Dom Sergio Aparecido Colombo, foi o de que havia “irregularidades” na comunidade que vivia no Mosteiro de Santo Elias, lar dos Carmelitas Eremitas em Atibaia. Da barte do bispo, não há maiores explicações sobre quais seriam essas tais irregularidades. Contudo, como foi divulgado, o próprio frei afirma tratar-se da opção dos monges de viverem a liturgia tradicional, previa a reforma litúrgica de 1969. Não houve manifestação da diocese sobre tais declarações.Temos então ai um claro ato de desobediência de Dom Sergio Aparecido Colombo a determinação pastoral do Romano Pontífice Bento XVI que, mediante o Motuo Próprio Summorum Pontíficum, exige que o bispo diocesano aceite sem questionar que um grupo de fiéis tenha acesso a Liturgia da Missa segundo o Rito de São Pio V, sempre que houver pré-disposição de um padre para tal. Um erro grave que incorre inclusive em excomunhão.Também há uma declaração do bispo em sua carta pastoral onde afirma “o Revdo. Padre Christian Augusto Spinola Montandon (Frei Tiago) foi ordenado e incardinado em (pertença jurídica) à Arquidiocese de Aparecida -SP, pelo então Cardeal Aloísio Lorscheider em 29 de outubro de 2001 e foi acolhido Fraternalmente na Diocese de Bragança Paulista para realizar uma experiência eremítica, não para fundar um Instituto ou realizar trabalhos pastorais.”Com base neste argumento, o bispo alegou que toda doação do mosteiro deveria ser revertida para diocese, visto a impossibilidade de um padre não regular receber doações, tornando assim a construção do mosteiro algo ilegal canonicamente falando.Seria esta a tal “irregularidade”? Pelo bem do senhor bispo Dom Sergio Aparecido Colombo, é melhor que não seja. Uma pessoa, cuja identidade iremos manter sob sigilo, nos enviou a cópia eletrônica de uma carta, emitida pelo bispo emérito de Bragança Paulista, dom José Maria PINHEIRO, que prova sem a menor sombra de dúvidas que não só a obra do Frei Tiago era canônicamente reconhecida como ele pessoalmente havia investido o frei como Pior do Mosteiro de Santo Elias e autorizado a utilização de hábito próprio (hábito compreendido não somente nas vestimentas, mas também no modo de viver a vida monástica). Vejam abaixo: Documento de Dom José Maria PINHEIRODocumento de Dom José Maria PINHEIRO que comprova a regularidade do Frei Tiago e sua comunidade.Assim sendo, gostaríamos de saber do Exmo. Bispo de Bragança Paulista, Dom Sergio Aparecido Colombo, quais seriam as tais irregularidades. Ficamos a disposição da assessoria de Imprensa da diocese de Bragança Paulista para quaisquer esclarecimentos que queiram prestar.

A IGREJA E O DIVÓRCIO



Pe. Leonel Franca S. J.

Ao lado do aspecto jurídico e social, o divórcio apresenta inquestionavelmente um aspecto religioso. Jurídica e socialmente, a possibilidade de ruptura do matrimônio é um mal, um grande mal. É o princípio de instabilidade e dissolução progressiva da família, que, de dia para dia, se vai tornando menos idônea ao exercício de sua elevada missão criadora e educadora da sociedade. A lei que sanciona a fixidez definitiva da vida conjugal não faz senão declarar um dos artigos da constituição natural da família e proteger contra a força corrosiva das paixões, a integridade perfeita da célula social.

É o que parecem esquecer os divorcistas que reclamam a reforma do nosso direito de família como corolário da separação entre a Igreja e o Estado. Como se a indissolubilidade fosse uma simples prescrição de direito positivo eclesiástico, sem nenhuma relação com as finalidades imanentes, naturais da sociedade conjugal e com as exigências superiores do bem comum! Cristo, proscrevendo o divórcio, não deu um preceito novo; reintegrou a família na sua dignidade primitiva: ab initio non fruit sic. É, portanto, a própria natureza das instituições conjugais, são os interesses superiores da sociedade, a verdadeira e comum base jurídica das leis que impõem a monogamia indissolúvel, indiscriminadamente, a todos os cidadãos. Para os católicos, respeitá-las é um duplo dever: de consciência religiosa e de consciência civil. Os acatólicos não terão nas próprias idéias religiosas um estímulo e uma força para os ajudar no desempenho deste dever social. Mas, nem por isso, deixa o dever de subsistir. Também o furto, o homicídio, o adultério, são, para a consciência cristã, proibições de ordem religiosa. Seguir-se-á, porventura, que um Estado leigo não os possa e deva interdizer, em nome do bem coletivo, a todos os cidadãos, ainda aos que já não vêem no Decálogo a expressão dos mandamentos divinos? Se ainda uma vez, aqui como lá, a doutrina e a moral católica coincidem com os verdadeiros e mais elevados interesses da sociedade, saudemos nesta coincidência mais um penhor de sua verdade inexaurivelmente fecunda.

Foi sob este aspecto puramente jurídico e social que até aqui viemos considerando o divórcio. Ao combatê-lo, não nos socorremos senão de provas racionais, tiradas à moral, à psicologia, à sociologia e ao direito. Para admiti-las não é mister crer, basta raciocinar; elas não se dirigem ao cristão, falam a todo homem. Não lançamos mão, uma só vez, de argumentos teológicos e exegéticos. A Escritura, a voz dos Padres da Igreja, a autoridade dos concílios, muito de caso pensado, não os invocamos no debate. Discutimos, sempre, em nome da razão e dos fatos, a fim de que as nossas conclusões se impusessem à universalidade dos leitores. Mas o divorcio apresenta outrossim um aspecto religioso. Para toda a humanidade a constituição de um novo lar foi sempre um ato sagrado. Para a grande maioria da cristandade constitui um sacramento. É tão nobre a missão da família, são tão íntimos os deveres domésticos que só na religião se podem atingir as energias profundas, indispensáveis à fidelidade do seu desempenho.

A santidade da família, só a inteligências superficiais, poderá soar como uma frase feita e vazia. As famílias na medida que se vão laicizando vão cessando de ser famílias. Lar sem Deus é frágil construção de que a primeira rajada de paixões violentas fará um montão de ruínas.

Nos países católicos, mais ainda que nos outros, é funesta a legalização do divórcio. Entre protestantes e cismáticos a deformação da moral foi precedida por uma alteração da doutrina. A cisão do vínculo não contrasta com a consciência religiosa do povo. Os divorciados poderão ainda beneficiar dos auxílios espirituais que lhes pode subministrar um cristianismo diluído pela heresia ou pela cisma. A família não será uma vítima infeliz da irreligião.

O catolicismo conserva, em toda a sua integridade, o tesouro divino dos ensinamentos morais do Evangelho. Com a sua consciência é incompatível o divórcio.

Sancioná-lo por lei num país de maioria católica é introduzir um antagonismo, denso de males incalculáveis, entre a consciência religiosa e a consciência jurídica e civil da nação. Para os cidadãos fiéis ao seu credo, a lei, que permite um ato imoral, é uma lei sem prestígio e a desconsideração da lei é princípio de desorganização social. Para os outros, de convicções religiosas menos esclarecidas ou de vida espiritual remissa, a lei civil transforma-se num fermente ativo de irreligião. O divórcio pedido e aceito por um filho da Igreja segrega-o da participação aos sacramentos que nutrem a sua atividade religiosa e moral. Casal de divorciados católicos é casal para o qual estancaram as fontes de energias espirituais, indispensáveis à paz de consciência e à prática do bem (Se um católico num momento de paixão (os católicos não são impecáveis) dissolve a família para constituir outra, a lei sancionaria a segunda união como legítima e lhe imporia todos os deveres respectivos. Amanhã, serenados os estos apaixonados, a voz de Deus no fundo d’alma entra a falar-lhe mais alto que os gritos do amor humano; a consciência cristã acaba por triunfar no desejo sincero de voltar à paz interior. Os deveres que, nesta emergência, se lhe impõem em nome da religião estão em antagonismo com as obrigações civis. Ele não poderá ser católico sem menosprezar as leis do seu país; não poderá ser fiel aos empenhos civis sem sacrificar as exigências superiores de sua consciência religiosa. Situação infinitamente angustiosa, fonte de amarguras internas indescritíveis, que, num país católico, multiplicaria uma lei insensata em contraste com a liberdade de consciência da maioria dos cidadãos). Destarte a lei do divórcio, num país tradicionalmente católico, tende a difundir a indiferença religiosa e a subtrair à família estes fundamentos espirituais que, em todos os tempos e entre todos os povos, condicionaram a sua estabilidade e conservação. Com o mecanismo frio dos códigos, o Estado é incapaz de gerar as grandes energias da vida moral, mas ai dele, se pela imprudência de leis corruptoras, vai secar os mananciais misteriosos onde se alimenta o espírito de sacrifício, dedicação, fidelidade e desinteresse, que conservam a vitalidade do organismo social!

Eis porque, na realidade, o divórcio é um instrumento de propaganda irreligiosa nas mãos da impiedade. A lei que dissolve os lares é um dos pontos do programa do sectarismo anti-católico. Para combater a Igreja e popularizar a irreligião, o anti-clericalismo atira-se à família.

Quando se discutia na Itália o projeto Marangoni, um escritor francês,absolutamente insuspeito, G. Sorel, entrevistado por um jornal italiano, Resto Del Carlino, depois de afirmar que o divórcio em França pervertera o senso moral,acrescentou: "O divórcio é quase universalmente considerado como uma medida contra a Igreja; os esposos que se divorciarem são destinados a separar-se da Igreja Católica e a passar por livres pensadores aos olhos dos seus filhos... É por este motivo que a maçonaria é partidária do divorcio que pode alienar do catolicismo um número considerável de famílias ricas nas quais houve escândalos".Da afirmação de Sorel temos documentos explícitos. Na Rivista della Massoneria italiana (ano XXX, fasc. 3-5, ano XXXI, fasc. 9, 1899-1900) o grão mestre Ernesto Nathan, adverte os seus irmãos "de não deixar adormecer na opinião pública a iniciativa maçônica de opor à indissolubilidade dogmática do vínculo conjugal a sua caducidade quando uma culpa individual a justifique". (Pouco depois, apresentado um projeto de lei, Nathan, em circular de 5 de maio de 1901 escrevia: "Hoje... quando já se apresentou uma lei sobre o divórcio... dever nosso e vosso é agitar a opinião pública, ilumina-la, realizar conferências, comícios e outras reuniões, votar nelas ordens do dia a serem transmitidas aos vossos representantes na Câmara e ao ministro de Graça e Justiça. Não sendo isto possível, estender requerimentos e petições firmadas pela porção mais escolhida dos cidadãos e enviar-lhes cópias aos deputados do Colégio a fim de que tomem conhecimento esejam seus porta-vozes na Câmara. Numa palavra, é preciso mover-se, mas mover-seno mundo profano sem que a loja apareça: mover-se para abalar quem hesita,convidar quem tarda, confortar quem trabalha". - Entre nós é a mesma coisa. Naslojas maçônicas fazem-se conferências pró-divórcio; dos prelos maçônicos saem os opúsculos de propaganda, que se distribuem pelas famílias.)Na Itália, a "iniciativa" das lojas não logrou resultado. Mas foi a maçonaria quem implantou a lei fatal na França, na Hungria, em Portugal (Um advogado português escreve, sem excessiva delicadeza: "O divórcio não teve em Portugal oposição violenta... Foi um estilhaço benéfico da Revolução.... Não houve um protesto válido. Nem mesmo as feras da reação puderam rosnar embaraçadas com a expulsão dos coios e congregações". Vaz Ferreira, Comentário à lei do divórcio, Lisboa, s.d.,ps. 6-7. Processos legislativos e estilos literários dizem bem a uma democracialivre e finamente educada! - Da lei do divórcio promulgada pela Revolução Francesa afirma L. Michon: "Cette loi sur le divorce est nettement agressive, dirigéecontre les croyances catholiques", Le maintient et la défense de la famille par ledroit, Paris, 1930, p. 70.

Sedevacantistas práticos


Por Allan dos Santos

Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça,
alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições.” 
(Radix enim omnium malorum est cupiditas quam
quidam appetentes erraverunt a fide et inseruerunt
se doloribus multis) - I Tim, VI, 10


Amigos, tentarei ser o mais claro e breve possível. Pois bem, nossos leitores sabem o quanto sofrem os movimentos de resistência às incontáveis novidades surgidas depois do tão debatido Concílio Vaticano II, convocado lícita e validamente sob o Pontificado de S.S. Paulo VI. Muitos destes movimentos fugiram da medida e, embora estejam bem ordenados e específicos, isso não os absolve de estarem em algum tipo de erro, uma vez que o bem precisa estar não apenas ordenado (ordo) e específico (specie), mas também moderado. E por essa razão, nós, leigos tradicionais, que queremos estar em plena unidade com o Sucessor de São Pedro, defendemos os legítimos acordos das comunidades como a FSSP, ICRSP, IBP, Redentoristas Transalpinos e Campos, e não concordamos com a posição da SSPX e suas comunidades amigas. Porém, vale ressaltar que estas comunidades – tanto as que estão em plena comunhão quanto as “ainda” irregulares – não possuem uma louca corrida pelo dinheiro como as Novas Comunidades e Movimentos surgidos após o Concílio Vaticano II. Algumas, ávidas pelo dinheiro, escondem-se sob a máscara conservadora, mas não movem uma palha contra as investidas revolucionárias em nosso país, mas isso é assunto para outra postagem.

Há muita agressividade contra a SSPX e suas comunidades amigas, chamando-as de cismáticas, heréticas e sedevacantistas, e, ao mesmo tempo, há também um silêncio sepulcral contra o Caminho Neocatecumenal e sacrilégios como os que estão postados abaixo, que incorrem, inclusive, em sanções canônicas!
Digam-me: porque tanto ódio aos tradicionalistas de modo geral e tanta afabilidade e cortesia com homens que claramente mostram seu amor ao dinheiro, desvios da Fé, apoio ao homossexualismo e imoralidades sem número? 

Sim, senhores bispos, padres e leigos que odeiam os movimentos tradicionais! Os senhores sabem das imoralidades que ocorrem nos seminários de suas dioceses e congregações. Os senhores sabem que há um desenfreado amor ao dinheiro e crescente perda da Fé.


Sabendo que realmente algumas comunidades e leigos tradicionalistas fogem da medida, questiono os senhores: não será a imoderação dos maus, o silêncio e a covardia dos bons que auxiliam, infortunadamente, os desmedidos a assim agirem?

Tenham a coragem de falar de ambos que erram, sem encobrir os que são para vós fonte de renda, seja financeira ou política.

***
Missa Sacrílega na Comunidade Canção Nova:
Veja mais AQUI.

A ONU e a reengenharia anticristã

A ONU e a reengenharia anticristã


A Editora Katechesis e o Instituto Vera Fides, realizarão com o apoio da Igreja de Sant'Ana, Missão Coração Adorador no dia 4 de dezembro de 2012 no Centro de Evangelização Sant'Ana uma noite de palestras com o Mons. Sanahuja e o Pe. Paulo Ricardo sobre como o poder global quer implantar a religião universal. 

Dia 4/12
Terça-Feira, 19h

Local: Auditório da Igreja de Sant'Ana, Santuário Nacional de Adoração Perpétua. Praça Cardeal Leme, no. 11, Centro - RJ.

As vagas são limitadas. Informação e inscrição: (21) 2507-1542

A ONU E A REENGENHARIA ANTICRISTÃ
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Caso não visualize a mensagem veja a versão online

Mais sobre o Doutorado Internacional com o Professor Ricardo da Costa

Como já havíamos anunciado aqui no blog, o programa de doutorado internacional da Universidade d'Alacant (UA), sob a orientação do Prof. Dr. Ricardo da Costa está a cada dia mais próximo! Segue a carta do professor:
Caro,
Boa noite.
A você, que demonstrou interesse em cursar o Programa de Doctorado Internacional “Transferencias Interculturales e Históricas en la Europa Medieval Mediterránea” da Universitat d'Alacant (UA), sob minha orientação.
Estou organizando para o ano que vem um curso em forma de conferências online (via Internet) com cerca de 20 professores da Espanha, Portugal, Argentina e Brasil. O objetivo é, em seu caso, habituá-lo ao contato direto com os colegas europeus, além do conteúdo que terá relação direta com o doutorado da UA.
Como há praticamente um ano antes do doutorado abrir, além de participar desse curso que eu organizarei (e depois darei informações), sugiro que você:
1) Atualize seu Currículo Lattes (especialmente na seção “artigos publicados”);
2) Disponibilize online seus trabalhos. Eles serão avaliados quando de seu ingresso no doutorado - caso o pedido seja aceito pela Comissão de Avaliação da UA;
3) Comece desde já a entrar em contato com a História da Coroa de Aragão. Caso não conheça, comece do zero. Os verbetes da Wikipedia são um bom começo (especialmente os em espanhol e catalão. Leia e compare);
4) Leia os clássicos literários catalãs que eu já traduzi para a nossa língua (desde o "Livro das Maravilhas" de Ramon Llull - além das outras obras literárias dele - até "Curial e Guelfa" e o "Livro dos Feitos" do rei Jaime I de Aragão). Sugiro que adquira a edição de "Curial e Guelfa" junto ao Prof.Vicent Martines (o e-mail dele segue abaixo);
5) Leia os artigos sobre essas obras que eu escrevi - todos estão disponíveis em meu site. Como uma das exigências é ter como fonte primária uma obra da literatura catalã, o objetivo de sua leitura é que, até novembro (ou melhor, antes disso), você tenha escolhido uma fonte e um tema nela contido.
6) Estude espanhol e catalão. Sugestão: comece a traduzir textos escritos nessas duas línguas. Há dois excelentes dicionários online:
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. DICCIONARIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA - Vigésima segunda edición:http://lema.rae.es/drae
e
Diccionari-català-valencià-balear:http://dcvb.iecat.net/
São essas ferramentas que eu uso em meu trabalho.
Tão logo os valores de matrícula estejam disponíveis, eu repassarei a informação.
Qualquer dúvida de natureza institucional, consulte o diretor, Prof. Dr. Vicent Martines. E-mail: martines@ua.es
Também visite o site de IVITRA, e tomem ciência da natureza do trabalho por eles desenvolvido. Site:http://www.ivitra.ua.es/
Você tem um ano. Mais do que tempo para se organizar e se preparar.
Abraço e tudo de bom.
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com

Diocese de Bragança Paulista enfrenta autoridade do Papa e diz NÃO ao Summorum Pontificum.

Como bem explicado pelo Sentinela Católico, na Diocese de Bragança Paulista você pode ser socialista, racista, revolucionário, mas menos [...] CATÓLICO.

Summorum Pontificum? O que é isso? Nada! Os bispos do Brasil, como alguns por aí afora, vivem como se  a Sé de Pedro estivesse vacante.

Este bispo ditador faz o que quer e bem entender. Comunhão com o Papa? Sedevacantista prático?

É importante mostrar para o senhor epíscopo que a Igreja possui regras, e que mesmo sendo legislador, a Igreja é uma monarquia, não uma república, ou mesmo, uma ditadura.

Leiam a matéria na íntegra:


Frei Tiago de São José e seu monastério são expulsos da Diocese de Bragança Paulista. Motivo: Serem Católicos Fieis

Campanha de abaixo-assinado em favor da inviolabilidade do direito à vida


IMPRIMA, ASSINE E ENVIA-NOS!

No fim do mundo, Deus enviará Enoc e Elias


O profeta Santo Elias
Imediatamente após a conclamação dos apóstolos dos últimos tempos, o segredo destaca o papel que desempenharão Enoc e o profeta Elias nos horizontes proféticos acenados em La Salette.

Santo Elias Profeta


O Apocalipse ensina que no fim dos tempos Deus enviará duas testemunhas a combater o Anticristo (Ap, XI,3-ss.).

Segundo uma interpretação defendida por santos e exegetas tradicionais, essas testemunhas seriam o profeta Elias e o patriarca Enoc. Eles estariam conservados num local ignoto e seriam enviados à Terra para uma pregação derradeira antes do fim do mundo.

Em favor de que Elias seja uma das duas testemunhas, poderia-se invocar as palavras do profeta Malaquias: "Eis que vos enviarei o profeta Elias antes que chegue o dia do Senhor, grande e terrível. Ele converterá o coração dos pais para os filhos e o coração dos filhos ao dos pais, para que não chegue eu e entregue a Terra toda ao anátema" (Mal, 3, 23-24).


Santo Elias, Monte Carmelo, Terra Santa

Prossegue então o segredo referindo-se às testemunhas:

"A Igreja será eclipsada, o mundo estará na consternação. Mas eis Enoc e Elias cheios do Espírito de Deus. Eles pregarão com a força de Deus, os homens de boa vontade acreditarão em Deus e muitas almas serão consoladas. Eles farão grandes progressos, pela virtude do Espírito Santo, e condenarão os erros diabólicos do Anticristo.

"Ai dos habitantes da Terra! Haverá guerras sangrentas e fome, peste e doenças contagiosas. Haverá chuvas feitas de saraivadas espantosas de animais, trovoadas que abalarão as cidades, terremotos que engolirão países. Ouvir-se-ão vozes pelos ares. Os homens baterão as cabeças contra as paredes. Pedirão a morte, e por outro lado a morte será seu suplício. O sangue correrá de todo lado.

"Quem poderá resistir, se Deus não diminuir o tempo da prova? Deus se deixará dobrar pelo sangue, lágrimas e orações dos justos. Enoc e Elias serão mortos. Roma pagã desaparecerá. O fogo do céu cairá e consumirá três cidades.

São João contempla a segunda vinda de Cristo
no Fim do mundo
"Todo o universo será tomado de terror, e muitos se deixarão seduzir, porque não adoraram o verdadeiro Cristo vivo entre eles. Chegou a hora, o sol se obscurece, só a fé viverá.

"Chegou o tempo, o abismo se abre. Eis o rei dos reis das trevas, eis a Besta com seus súditos, dizendo ser o salvador do mundo. Ele se elevará orgulhosamente nos ares para ir até o céu. Será asfixiado pelo sopro de São Miguel Arcanjo. Cairá. E a Terra, que durante três dias terá estado em contínuas evoluções, abrirá seu seio cheio de fogo. Ele será submerso para sempre, com todos os seus, nos despenhadeiros eternos do inferno.

"Então a água e o fogo purificarão a Terra e consumirão todas as obras do orgulho dos homens, e tudo será renovado. Deus será servido e glorificado".


Termina aqui o Segredo, que foi transcrito integralmente nos nossos posts.

Segundo os padres Laurentin e Corteville a imagem de "chuvas feitas de saraivadas espantosas de animais" "pode significar o desencadeamento multiforme, discreto mas eficaz, do demônio nos nossos dias".

A besta que sai do abismo

De fato, a imagem poder-se-ia aplicar, mutatis mutandi, ao caos hodierno e às monstruosas situações que ele gera quotidianamente, e que chovem sobre a humanidade em grandes quantidades, por exemplo, através da mídia.

Sobre a liquidação do Anticristo, Mélanie disse ao Pe. E. Combe que, no momento em que ele tente ascender ao céu:

"São Miguel Arcanjo aparecerá com um exército de anjos de um esplendor sem igual, bradando: "Quem é como Deus? Quis ut Deus?".

"Imediatamente os demônios perderão seu luzimento e sua força e se afastarão do Anticristo, que eles sustentavam com seu poder. Um fogo imenso sairá da terra entreaberta sob os pés dos espectadores da primeira fileira, dispostos segundo sua dignidade e opulência.

"Eles serão engolidos junto com o Anticristo e os demônios, por vasta cratera que se fechará depois sobre eles".

[FSSP] Missa Solene para Dia dos Veteranos na Igreja de São Bento em Chesapeake, Virginia



Uma Missa Solene na forma extraordinária do rito romano foi celebrada na Igreja São Bento em Chesapeake, Virginia, em 12 de novembro para todos os nossos veteranos por ocasião do Dia dos Veteranos.

O Rev. Fr. Kevin M. Cusick, LCDR, CHC, USN (R) foi o celebrante, o Rev. Fr.Neal Nichols, FSSP, como diácono e o seminarista Philip Gerard Johnson, LTJG, USN (aposentado) como subdiácono.

Uniformizados os membros do serviço militar e as famílias estavam presentes. Cadetes da Academia Militar Preparatória beneditina em Richmond, desde o guarda de honra da bandeira no início da Missa e um arco espada para a entrada e procissões, como na consagração da Missa.

Na segunda foto abaixo são visíveis algumas das bandeiras exibidas para a ocasião que inclui as insígnias de cada um dos nossos serviços militares, bem como o estandarte nacional e da bandeira do Vaticano.


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Uma palavra especial de agradecimento deve ir a Pe. Nichols, FSSP, por seu trabalho duro em reunir todos os indivíduos e organizações para a execução bem sucedida dessa ocasião notável histórico e sagrado que oramos irá ocorrer novamente no próximo ano para marcar o Dia dos Veteranos. Obrigado, Pe. Nichols.

Photos at Flicker courtesy of Benedictine College Preparatory.

Para debate — Terminologia: “Forma Extraordinária” é um nome aceitável? E será que é o nome oficial?


Por Rorate-Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com
Nunca pensamos que seria necessário escrever isso, uma vez que ambos os aspectos de que trataremos parecem ser óbvios, e parecem ter sido óbvios desde 2007. Assim, há tantos mal-entendidos com relação á expressão “Forma Extraordinária“, que nos sentimos compelidos a esclarecer dois pontos.
(1) Por que o nome “Forma Extraordinária” foi introduzido pelo Santo Padre no motu proprio Summorum Pontificum? Resposta: a fim de resolver um enigma da legislação litúrgica.
Tradicionalmente, ao longo da história da Igreja – pelo menos desde que a diferenciação dos ritos tornou-se clara e vinculada a patriarcados e áreas geográficas específicas – padres bi-ritualistas têm sido excepcionais. Eles ainda são uma exceção. Além disso, o Papa sentiu a necessidade de finalmente desfazer a injustiça que havia se perpetuado – e defendida pela maioria dos canonistas – desde o advento da Constituição Apostólica Missale Romanum, de Paulo VI (1969), que criou o Novus Ordo Missae: ele, e os documentos anteriores e subsequentes que modificaram todos os ritos de sacramentos, ab-rogaram o Rito Romano Tradicional?
O uso do termo “forma” resolveu ambos os problemas: ele não fez com que todos os padres na Igreja Latina, incluindo a vasta maioria de padres seculares, se tornassem imediatamente bi-ritualistas (na lei), o que seria bastante não tradicional; e, mais importante, ele resolveu o aparente problema da impossibilidade da ab-rogação de um rito litúrgico de origem imemorial. (Esse era um problema aparente porque, conforme o Papa deixou implícito ao dizer que “Aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós, e não pode ser de improviso totalmente proibido ou mesmo prejudicial,” os Ritos e Usos litúrgicos imemoriais da Igreja Latina não poderiam e não podem simplesmente ser ab-rogados) Em certo sentido, é um artifício, uma construção intelectual nobre, uma vez que a celebração comum da Missa Tradicional em Latim e a Missa Novus Ordo parecem expressar dois ritos muito distintos – mas o uso de tais construções legais é bastante comum no direito, e não há nada imoral nisso. O uso da terminologia esclareceu que a celebração da Missa Tradicional é um rito solene de cada padre na Igreja Latina.
(2) Apesar disso, a expressão “Forma Extraordinária” NÃO é o nome “oficial” do Rito Romano Tradicional. Este é apenas uma das muitas maneiras de se referir a ele. Na realidade, como podemos perceber, nos muitos textos dos documentos oficiais, vários nomes diferentes são utilizados para fazer referência ao Rito Romano Tradicional.
O próprio motu proprio fala em suas primeiras palavras do “uso extraordinário” e da “forma antiga” (antiqua forma) do Rito Romano. Em seus artigos, faz-se referência ao “Missal Romano promulgado por São Pio V e repromulgado pelo Beato João XXIII” (ou seja, o Missal de São Pio V também é “oficial” como o “Missal do Beato João XXIII” – não é de se admirar que o Cardeal Navarette-Cortes tenha utilizado o termo em 2008); ela é uma “expressão extraordinária” (extraordinaria expressio), e também “Forma Extraordinária” (forma extraordinaria). Ela também é chamada pelo motu próprio de “tradição litúrgica anterior”.
Os ritos dos sacramentos de acordo com o Ritual Romano Tradicional são caracterizados como de acordo com o ritual mais antigo (Rituale antiquior), e o mesmo adjetivo se aplica ao [rito] Pontifical e à própria forma: forma anterior (forma antiquior).
Todos esses nomes estão incluídos em um breve texto do próprio motu proprio Summorum Pontificum!
Na carta aos bispos, menciona-se também a “liturgia romana anterior à reforma de 1970″. O Papa diz na carta que não há “dois ritos” (embora, na carta, ele utilize o nome “rito novo”! – deixando-nos bastante à vontade para também utilizarmos a expressão rito antigo…), mas também utiliza nomes diferentes para ele naquele documento: “uso”, a “Forma anterior”, “missal de 1962″, “Missal antigo”, “tradição litúrgica latina antiga” (a propósito, um nome muito bonito).
Na instrução Universae Ecclesiae, faz-se referência à expressão “forma extraordinária”, mas também há todos os tipos de expressões diferentes: “uso”, “Usus antiquior“, “Missal de 1962”…
Estes são apenas nomes “oficiais” utilizados amplamente nos próprios documentos – sem esquecer a necessidade de clareza que requer um uso contínuo de expressões que estão estabelecidas no vernáculo, como, por exemplo, Missa Tradicional em Latim (MTL) em inglês, e “Missa Tridentina” (mesmo se não particularmente exato) em inglês e em diversas línguas europeias. Sem mencionar o uso muito respeitável (por exemplo, pelo ex-presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei Cardeal Castrillon Hoyos) das expressões “Rito Gregoriano” e “Liturgia Romana Clássica”.
PORTANTO: (1) não se sinta, de modo algum, forçado a utilizar o nome Forma Extraordinária, como se ele fosse o único nome aceitável – ele não é nem mesmo o nome exclusivo utilizado nos próprios documentos;
(2) não reclame quando outras pessoas o utilizarem, como se fosse ilegítimo ou inaceitável; se você não gosta dele, tudo bem, apenas não o utilize.

[FSSP] O Vaticano II e ano da Fé em uma conversa informal

O sacerdote americano Pe. Jonathan Romanoski, FSSP, fala informalmente com seus fiéis mexicanos onde exerce seu apostolado sobre o Concílio Vaticano II e o Ano da Fé.
Pe. Jonathan Romanoski, FSSP, celebrando a Missa num encontro da TFP Americana.
Mesmo que você tenha dificuldade de compreender a língua espanhola, esforce-se para assistir estes vídeos tão acalentadores.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4, Final.

Breve retrato biográfico da Princesa Isabel.



Temos a honra de divulgar o trabalho do caríssimo Professor Hermes Rodrigues Nery, cuja gentileza agradecemos, em vista da causa de beatificação da Princesa Isabel.
“…a orientação segura para o melhor desenvolvimento de sua personalidade, direcionando-a para a melhor realização como pessoa, foi sem dúvida, a influência cristã, cuja doutrina católica ela assimilou tão bem, e a viveu de um modo tão intenso e coerente, em todas as fases de sua vida… (pág. 5)
“‘O pensamento e a vida são inseparáveis’, do contrário não se é ‘possível compreender o que significa ‘católico’. Com esta convicção, a princesa Isabel buscou sempre afirmar a coerência de vida.” (p. 34)
Clique na imagem para baixar o arquivo.

A HISTÓRIA OCULTA DO 3º REICH

O documentário mostra como o nazismo se forjou a partir da fé torta no misticismo do sangue ariano, de ocultismos e racismos de diversos tipos (de Madame Blavatsky a Jörg Lanz e Houston Stewart Chamberlain), mitos sumérios, maçonaria, eugenismo, pan-germanismo, militarismo, paganismo teutônioco, anticatolicismo, anti-semitismo, etc. 

Apresenta, em síntese, a sinistra ordem que se alimentou do caos para dar forma a uma das maiores monstruosidades de que se tem notícia.

II Peregrinação Nacional ao Cristo Redentor

 DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO DE 2012
Mesmo sob chuva e outras dificuldades que não eram esperadas pelos organizadores, a Associação Peregrinos de Cristo Rei realizou, juntamente com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, a Administração Apostólica São João Maria Vianney, o blog Salvem a Liturgia e o Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, a II Peregrinação Nacional ao Cristo Redentor. Jovens e casais de Recife, Betim, Belo Horizonte, São Paulo, Bom Jesus de Itabapoana e outras cidades se fizeram presentes.

Sem unirmos as forças de diversos grupos, mesmo diante das adversidades e pequenas divergências, não poderemos enfrentar as dificuldades que se nos impõem. O ano da Fé nos exige esforços de coalizão para podermos levar aos fiéis o que há de mais belo na Fé Católica: A Santa Missa! Poucos fiéis conhecem a Missa Romana na sua forma extraordinária, e é nosso dever levá-los a conhecer tal tesouro que a Igreja nos dá e que forjou tantos santos ao longo da história.

A Peregrinação iniciou-se modestamente com um twitter no ano passado, com o apoio dos blogs A VIDA SACERDOTAL, SALVEM A LITURGIA e FRATRES IN UNUM. Depois desta primeira peregrinação, tantas outras surgiram. É necessário vencermos as diferenças e mantermo-nos firmes em ânimo de coalizão.

A Associação Peregrinos de Cristo Rei agradece imensamente ao Exmo. sr. Arcebispo Dom Orani João Tempesta, aos sacerdotes Mons. Sérgio Costa Couto, Mons. José de Matos e ao Pe. José Edilson de Lima pelo apoio e direção espiritual. Ao IPCO que, mais uma vez, no silêncio dos humildes, dispôs de tempo, casa, carro e o que mais fosse necessário para que tudo transcorresse bem. Aos blogs A Vida Sacerdotal, Sentinela Católico, Salvem a Liturgia e Fratres in Unum pela divulgação e apoio.

Por fim, reiteramos nossa disposição de trabalhar sempre em coalizão, o que nos fará mais fortes, em vez de perdermos tempo discutindo qual janela é mais bela quando o que precisamos é impedir que a casa caia no precipício.

Mais uma vez, obrigado a todos!

In CHRISTO,
Henrique Cunha de Lima
Presidente da Associação Peregrinos de Cristo Rei

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