Avisos para os casados
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos das Filipinas celebra Missa Pontifical Solene.
Algo impensável para os dirigentes da CNBB ocorre no maior país católico da Ásia.
Por Shawn Tribe, New Liturgical Movement | Tradução: Fratres in Unum.com
O Presidente da Conferência Nacional dos Bispos das Filipinas e Arcebispo de Cebu, Jose S. Palma, celebrou uma Missa Solene Pontifical segundo o usus antiquior no último dia 26 de março por ocasião das Festa da Anunciação.
Como parece ser o caso com frequência, os Freis Franciscanos da Imaculada deram a sua ajuda valiosa para a liturgia.
Aqui algumas fotografias do evento que foram enviadas para o NLM.
Começamos pela vestidura do arcebispo. (E nesse ponto, um breve comentário. Tive a felicidade de estar em uma série de diferentes sacristias em várias partes da Europa onde isso ocorre, e devo dizer que esses ritos, as suas orações anexas e o simbolismo que acompanha os elementos particulares dos paramentos, para não mencionar o simbolismo de tudo isso, conforme se relaciona com o cargo do bispo, são extraordinariamente comoventes e muito ricos teologicamente. Certamente, estes e seus elementos associados são algo digno de reivindicação em nossa busca de 'enriquecimento mútuo'.)
A chegada e a vestição do Arcebispo




A Missa







Parabéns a todos que ajudaram a tornar esse evento uma realidade. Oxalá esse seja o iníco de muitos outros eventos semelhantes.
Sri Lanka: Coleta da Quaresma para garantir direito das crianças à vida.
Oposição da Igreja no Sri Lanka a um projeto do governo. No Brasil, até hoje nenhuma famigerada Campanha da Fraternidade foi dedicada especificamente ao combate ao aborto.
Colombo, 28 de março de 2012, Apic | Tradução: Fratres in Unum.com - O Cardeal Malcolm Ranjith, Arcebispo de Colombo, Sri Lanka, decidiu destinar a coleta de Quaresma para as crianças a nascer. Lançada em 25 de março de 2012 [ndr: festa da Encarnação do Verbo], esta iniciativa se opõe à proposta do governo de permitir o aborto em determinadas situações, informa 'AsiaNews' em 28 de março. "Os abortos estão crescendo em todo o Sri Lanka. Para proteger as crianças e colocá-las no mundo, é necessário ajudar as mães com todos os meios possíveis", afirmou o Cardeal Ranjith. Seminários são organizados para mestres e professores sobre o tema do aborto, como proteger a vida ou como salvar a vida, esclareceu o Padre Judas Raaj. A iniciativa é promovida pela arquidiocese e pela cáritas de Colombo, com o lema: "Proteção da vida, para garantir o direito da criança à vida".
Bento XVI conhece a sua “madrinha espiritual” em Santiago de Cuba
Ao iniciar a jornada desta terça-feira com uma Missa privada em Santiago de Cuba, o Papa Bento XVI conheceu pessoalmente a uma religiosa da Índia que foi sua "madrinha espiritual" durante 20 anos.
O Santo Padre celebrou a Missa privada antes de partir para o Santuário de Nossa Senhora da Caridade do Cobre. Na Missa participaram umas 10 religiosas da rama contemplativa das Missionárias da Caridade, fundadas pela Beata Teresa de Calcutá.
Ao finalizar a celebração eucarística, o Arcebispo de Santiago de Cuba, Dom Dionisio García, apresentou ao Santo Padre a religiosa indiana Teresa Kereketa, que seguindo a prática de sua congregação, há 20 anos recebeu a tarefa de orar diariamente por um sacerdote específico, convertendo-se assim na sua "madrinha espiritual". O sacerdote que recebeu sob tutela espiritual foi o Cardeal Joseph Ratzinger.
Durante o emotivo encontro, seguindo a tradição da Índia, a religiosa apresentou ao Santo Padre uma coroa de flores. "O Papa esteve muito comovido por conhecer esta religiosa", explicou durante uma conferência de imprensa o porta-voz da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi.
PSICOLOGIA III
_________________________
Livro
I (A)
|
Livro
I: Acerca da dignidade, utilidade e dificuldade desta ciência
que versa sobre a alma. As antigas opiniões sobre a natureza
da alma. Sobre a unidade da alma com relação às
opiniões propostas. Em três capítulos.
|
| Livro II (B) |
Livro II:
Acerca da definição da alma, de suas potências,
ordem à natureza. A potência vegetativa. Acerca da pontência
sensitiva. O núumero dos sentidos. De casa um dos sentidos. Sobre
o sentido comum e próprio e suas distinçoes. Acerca do
saber pelo sentir e sobre a imaginação. Em doze capítulos.
|
| Livro III (G) |
Livro III:
Acerca do número dos sentidos, do senso comum, da imaginação
e disto que o intelecto discerne. Sobre o intelecto. Sobre a potência
motora. Acerca das faculdades comuns a todos os seres animados.
Em treze capítulos.
|
| Livro I (A) |
Livro
I: Acerca da dignidade, utilidade e dificuldade desta ciência
que versa sobre a alma. As antigas opiniões sobre a natureza
da alma. Sobre a unidade da alma com relação às
opiniões propostas. Lições I a XIV, n. 1-210.
|
| Livro II (B) |
Livro II:
Acerca da definição da alma, de suas potências,
ordem à natureza. A potência vegetativa. Acerca da pontência
sensitiva. O núumero dos sentidos. De casa um dos sentidos. Sobre
o sentido comum e próprio e suas distinçoes. Acerca do
saber pelo sentir e sobre a imaginação. Lições
I a XXIV, n. 211-563.
|
| Livro III (G) |
Livro III:
Acerca do número dos sentidos, do senso comum, da imaginação
e disto que o intelecto discerne. Sobre o intelecto. Sobre a potência
motora. Acerca das faculdades comuns a todos os seres animados.
Lições I a XVIII, n. 564-874.
|
| Alimento | É o objeto da alma sensitiva [n.310], objeto da nutrição [n.340,343]. |
| Alteração |
Não
é de lugar, mas no lugar [n.76], sendo dupla: a mutação
por privação e por hábito [n.369].
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| Alma |
Sua ciência
e estudo pertencem à Filosofia da Natureza [n.23]; é movida
e movente [n.33]; é incorpórea e sutil [nn.68,175]; se
existisse num lugar não seria a forma da totalidade do corpo
de que é forma [n.77]; é causa do movimento e do repouso
do animal [n.89]; o seu movimento é voluntário [n.90];
se move pelo intelecto e pela vontade [n.90]; sua felicidade está
no inteligir [n.127]; move-se a si mesma [n.145]; suas operações
podem ser de tríplice gênero de movimento: próprio,
menos próprio e minimamente próprio [n.157]; a nurição
é o movimento próprio da operação vegetativa
[n.158]; é ato primeiro do corpo físico orgânico
[nn.233,241,253,271,320]; se une imediatamente ao corpo, enquanto é
sua forma [n.234]; é primeiro princípio dos viventes e
dos que são vivos [nn.253,264,271,273]; vegetal é princípio
do crescimento e decrescimento [nn.258,328]; das plantas é uma
em ato e múltiplas em potência [n.264]; das plantas não
exige grande diversidade nas partes [nn.264,268]; é de algum
modo tudo [nn.284,787-788]; é tríplice: vegetativa, sensitiva
e racional [n.285]; o ato da vegetativa é a geração
[n.310]; é princípio e causa da vida do corpo [n.318];
é princípio, causa e forma do corpo animado [n.319-323];
vegetativa é geradora de outra semelhante segundo a espécie
[n.347]; sensitiva não é ato sensível, mas só
potência [n.354]; vegetativa existe em todos os viventes que geram
e corrompem [n.848].
|
| Apetite |
Inteligível
é a inclinação às formas inteligíveis
[n.286]; sensível é a inclinação às
formas sensíveis [n.286]; natural é a inclinação
que segue as formas naturais [n.286].
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| Beatitude | da alma está no inteligir [n.127]. |
| Conhecimento |
é
a semelhança da coisa conhecida no sujeito que a conhece [n.43,377].
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| Ciência |
é
perfeição do homem [n.3]; é boa e honorável
[n.3]; é especulativa ou prática [n.3]; é acerca
dos universais [n.375].
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| Corpo |
é
movido pela alma [n.145]; possui levidade e gravidade [n.147]; são
naturais ou artificiais [n.218]; natural é mais substância
do que o artificial [n.218,220]; possui vida alguns outros não
[n.219]; possui três dimensões [n.530].
|
| Corrupção |
não
é propriamente movimento, mas mutação [n.75]; é
dupla: substancial e acidental e absoluta e relativa [n.365].
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| Definição | notifica a essência da coisa [n.10]; possui princípio e fim [n.121]. |
| Deus | é ato puro, por sua essência intelige e é inteligido [n.726]. |
| Figura | é determinação da magnitude [n.577]. |
| Forma |
convém
a qualquer corpo e a ele existe unida [n.130]; não é toda
a natureza de que é parte, pois a natureza é a do composto
[n.213]; difere a substancial da acidental [n.224,236]; artificial são
acidentais [n.235]; que pertence à essência é significada
pela definição [n.236]; é o princípio da
espécie [n.332]; substancial não é por si sensível,
mas só compreendida pelo intelecto [n.420].
|
| Geração |
não
é propriamente movimento, mas mutação [n.75]; é
ato da alma vegetativa [n.310,312].
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| Imaginação |
não
é presente em todos os animais [n.302]; e não é
do mesmo modo em todos os animais que a possuem [n.302]. Vid
Fantasia: é o nome tomado da visão o aparição
[n.632]; a fantasia do sentido se distingue da do intelecto [n.632];
fantasia se distingue da opinião [n.633-635].
|
| Individuação |
da natureza
comum nas coisas corporais e materiais é a matéria corporal
contida sob determinadas dimensões [n.377].
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| Intelecto |
é
forma subsistente [n.21]; não é movente, senão
só metaforicamente [n.160]; sua operação não
é mutação [n.160]; possui potência apetitiva
e apreensiva [n.162]; ou razão é o que de mais nobre e
divino há na natureza [n.188]; não tem parte ou órgão
corpóreo [n.200,207,294,377,687]; considera os universais [n.284,377];
é perfeição intrínseca da operação
da natureza que o possui [n.301]; é virtude e força imaterial
que não possui algum órgão corporal [n.377,687-688];
conhece diretamente a natureza ou a quididde da coisa [n.713,716]; inteligi-se
a si mesmo e as coisas mediante a espécie delas [n.724]; não
intelige sem fantasmas [n.772,791,854]; é potência receptiva
de todas as formas inteligíveis [n.790]; conhece o bem em razão
de sua natureza universal [n. 804]; e razão não são
partes ou potências distintas da alma [n. 812]; conhece o verdadeiro
e o falso [n. 793]; difere em especulativo e prático em relação
ao fim [n.820]; é agente quando coloca todos os inteligíveis
em ato [n.728.,730,739]; agente é próprio o abstrair [n.734];
agente participa de algum modo do intelecto das substâncias separadas
[n.739]; passivo é reduzido ao ato pelas espécies das
coisas sensíveis [n.85]; passivo está em potência
aos inteligíveis [n.308]; passivo não é separado
do corpo como uma substância separada [n.689-699]; passivo tem
por operação receber os inteligíveis [n.734].
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| Inteligir |
é
o próprio ser da alma [n.17]; é operação
da alma sem unir-se ao corpo por meio de algum órgão [n.150,622].
|
| Matéria |
difere da
forma [n.215]; é dupla: sensível e inteligível
[n.707]; primeira é potência com respeito às formas
[n.405]; primeira não tem alguma ação por sua essência
[n.725].
|
| Movimento |
é
ato imperfeito [n.82,160,356,766]; é de quatro espécies:
local, aumento, diminuição e alteração [n.75];
difere da operação [n.82,160]; do intelecto é a
própria operação [n.286]; se encontra propriamente
nas operações vegetativas e snsitivas [n. 159,766].
|
| Natureza |
de algo está
em toda e qualquer parte [n.116]; da espécie está toda
em qualquer indivíduo [n.116]; da espécie individua-se
pela matéria [n.706]; comum é intenção universal
se encontrada no intelecto [n.380].
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| Operação |
é
ato perfeito e difere de movimento [n.86]; do intelecto não é
mutação [n.160]; da alma vegetativa é operação
do vivente segundo o ser material [n.285,288]; vegetativa ordena-se
à conservação do ser [n.285,300]; da alma é
ato da potência ativa ou passiva [n.305].
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| Paixão |
é
dupla: própria e menos própria ou comumente [n.365-366].
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| Potência |
vegetativa,
sensitiva e intelectiva são na alma conforme o modo de sua operação
[n.199]; da alma são cinco: nutritiva, sensitiva, motora, segundo
o local, apetitiva e intelectiva [n.201,297]; se distingue segundo a
diversidade de operação [n.281,667].
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| Saber |
não
é o mesmo que sentir [n.629]; difere pelo inteligir [n.629,672].
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| Sensível |
pode ser por acidente, por
si, próprio e comum [n.383,579-580], em ato e em potência
[n.596].
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| Sentido |
é
potência receptiva de todas as formas sensíveis [n.790];
é sobre o particular [n.284,375,377,716]; não sente sem
os sensíveis exteriores [n.354]; diversifica segundo a diferença
dos sensíveis [n.394. 582-583]; é conhecimento das coisas
só corpóreas [n. 416]; se move pelos sensíveis
assim como o intelecto o faz pelos inteligíveis [n.770]; não
pode sentir sem o sensível [n.772]; comum tem órgão
próprio [n.611]; próprio se distingue segundo os sensíveis
contrários [n.613].
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| Sentir |
se diz das
coisas animadas [n.32]; não é da parte da alma, mas do
corpo [n.150]; é alguma paixão e alteração
[n.393]; é algum conhecimento [n.675]; não é saber
[n.629] e nem inteligir [n.630-631].
|
| Ser |
sensível
é o que há entre a matéria e as suas condições
individuais [n.284]; é segundo a forma [n.286]; natural é
fundamento do ser sensível e do inteligível [n.310].
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| Substância |
é
o que há de completo em seu ser e em sua natureza [n.213]; se
divide em matéria, forma e composto [n.215,221,275]; composta
é algo individual [n.215].
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| Universal |
é
pela abstração da matéria corpórea e de
suas condições individuais [n.377]; pode ser duplo: em
si mesmo e sob a intenção de universalidade [n.378]; só
existem na alma [n.380].
|
| Uno |
é
tríplo: contínuo, específico e absolutamente indivisível
[n.752-759].
|
| Verdade | é ato de compor o que no real existe de modo único ou composto [n.748]. |
“Mahoma fue un engañador que redactó un libro llamado Corán”: la imagen del Profeta en la filosofía de Ramón Llull (1232-1316)
Conferência proferida na Universidad Autònoma de Madrid (UAM) no dia 17 de novembro de 2011 no Grupo de Pesquisa "Iglesia y legitimación del poder político. Guerra santa y cruzada en la Edad Media del occidente peninsular (1050-1250)" do Prof. Dr. Carlos de Ayala Martínez (UAM).
Resumo: O trabalho analisa como o filósofo Ramon Llull tratou pejorativamente de Maomé (c. 570-632) e do Alcorão em seus escritos, apresentando o Profeta como um homem impuro, endemoniado, epilético e enganador, e o Alcorão como uma obra confusa, enganosa e recheada de falsidades e canções luxuriosas. Para tal, valho-me dos tratados O Livro da Intenção (Llibre d'intenció, c. 1274-1283) e a Doctrina pueril (Doutrina para crianças, c. 1274-1276), dedicados ao seu filho Domingos, mas também do Liber de Passagio (O Livro da Passagem, 1292), do Liber de fine (O Livro Derradeiro, 1305) e do Liber de acquisitione Terrae sanctae (Livro sobre a aquisição da Terra Santa, 1309), obras cruzadísticas em que Llull analisou como a Cristandade poderia – e deveria necessariamente – recuperar a Terra Santa e converter os infiéis (muçulmanos); caso contrário, todos prestariam contas no Dia do Juízo Final. Para contextualizar historicamente o pensamento teológico-escatológico do filósofo catalão, apresento um afresco do pintor Giovanni da Modena (c. 1379-1455) e uma iluminura italiana do século XIV, imagens influenciadas pela passagem da Divina Comédia em que Dante (c. 1265-1321) coloca o Profeta Maomé no nono abismo do Inferno, junto com Ali, dilacerado por um demônio, entre os "semeadores de escândalo e cismáticos" (Inferno, Canto XXVIII, 22-63).
Abstract: The work examines how the philosopher Ramon Llull depicted of Muhammad (c. 570-632) and the Qur'an in his writings, showing the Prophet as a man unclean, possessed, epileptic and misleading, and the Qur'an as a work confusing, misleading and filled falsehoods and lusty songs. For that, I approach the treaties Llibre d'intenció (The Book of Intention, c. 1274-1283), Doctrina pueril (Doctrine for children, c. 1274-1276), dedicated to his son Dominic, but also the Liber de Passagio (The Book of the Passage, 1292), the Liber de fine (The Last Book, 1305) and the Liber de acquisitione Terrae sanctae (The Book of the Acquisition of the Holy Land, 1309), crusading works in which Llull examined how Christianity could – and should necessarily – recover the Holy Land to convert the infidels (Muslims); otherwise, everyone would be accountable on The Day of Judgment. To historically contextualize the theological and eschatological thought of the Catalan philosopher, I present one fresco by the painter Giovanni da Modena (c. 1379-1455) and a fourteenth-century Italian illumination, images influenced by the passage of the Divine Comedy where Dante (c. 1265-1321) depicts the Prophet Muhammad in the ninth pit of Hell, along with Ali (c. 600-661), torn by a demon, among the "sowers of scandal and schismatics" (Hell, XXVIII, 22-63).
O PDF pode ser lido AQUI.

