Primeira reunião aberta das Guias e Escoteiros Católicos em Porto Alegre, RS


Convidamos você para a primeira reunião aberta das Guias e Escoteiros Católicos que realizaremos dia 6 de outubro, sábado, das 15:00hs às 16:30hs na Sede do Agrupamento nº2-na Paróquia São Vicente de Paulo, Av. Paula Sores,380, Itú-Sabará, Porto Alegre (próximo ao terminal Triângulo da Av.Assis Brasil).

O objetivo da reunião é de apresentarmos este movimento internacional em um ambiente verdadeiramente escoteiro em que você tomará parte ativa em uma reunião da Companhia de Caminheiros Cristovão Colombo.

Você conhecerá as bases deste fantástico movimento católico ao mesmo tempo em que prepará uma inusitada refeição em uma cozinha de campo.

Contamos com sua presença.Traga um amigo ou uma amiga.

CONFIRME SUA PRESENÇA.

Em Cristo.

Luiz Postal,RP

Anglicanos convertidos: muito além do ordinário.

Por Americatho | Tradução: Fratres in Unum.com - A igreja de São José, de Scranton (Pensilvânia), foi concedida por Dom Joseph Bambera, Bispo de Scranton, para se tornar a Paróquia de São Tomás More, do Ordinariato Pessoal da Cátedra de São Pedro, criado em aplicação à Constituição Apostólica Anglicanorum Coetibus, destinada a acolher os anglicanos (ou episcopalianos, nos Estados Unidos) na plena comunhão da Igreja Católica. A cerimônia de inauguração foi realizada em 18 de agosto. O que é muito interessante notar são as numerosas mudanças na arquitetura interior desta igreja: o velho altar [mesa] no centro do santuário foi removido e substituído por um altar-mor clássico, altares laterais reconstituídos, mesa da comunhão criada, etc. As missas agora sempre são celebradas ad orientem. Este não é o primeiro exemplo nos Estados Unidos. Veja, em duas fotos, o antes e depois da igreja...
Antes...
Antes...
Depois...
Depois...
G. M. Ferretti | setembro 6, 2012 em 2:23 pm | Tags: Anglicanorum Coetibus | Categorias: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-5zW

Posso votar no PT? (uma questão moral)

Christo Nihil Praeponere

Engana-se aquele que pensa que não é da alçada da Igreja opinar em questões políticas. O Catecismo da Igreja Católica é bem claro ao dizer que "faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais das pessoas e das almas, empregando todos os recursos - e somente estes - que estão de acordo com o Evangelho e com o bem de todos, conforme a diversidade dos tempos e das situações." (2246).


Assim, não só é lícito, mas como imperativo que a Igreja se manifeste acerca do posicionamento daqueles partidos que trazem em suas diretrizes a obrigação e compromisso de seus candidatos com a aplicação de condutas contrárias à lei moral, aos direitos fundamentais das pessoas e das almas, como bem disse o CIC.

O PT é um deles. Seu estatuto reflete exatamente essa realidade, pois está comprometido com a implantação da cultura de morte - em todas as suas nunces - em nosso país. Por causa disso, o cristão católico não deve votar em candidatos pertencentes a esse partido. O vídeo responde a essa e a outras dúvidas do eleitor brasileiro. Assista e divulgue.

Assistir Vídeo

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O mensalão e a vergonha


Via Dr. Ricardo da Costa
Abaixo, 272 intelectuais, artistas e acadêmicos que divulgaram um documento com críticas ao julgamento do mensalão e de apoio ao José Dirceu.

Por favor, guardem esses nomes

***

Fernando Morais, jornalista e escritor
Hildegard Angel, jornalista
Luiz Carlos Barreto, produtor cinematográfico
Olgária Matos, filósofa, professora universitária Unifesp

Abelardo Blanco, cientista político, publicitário
Adilson Monteiro Alves, sociólogo
Adriano Pilatti, professor de direito PUC/RJ
Afonso Celso Lana Leite, professor universitário UFU
Alceu Valença, músico
Alcides Nogueira, escritor
Aldimar Assis, advogado
Altamiro Borges, jornalista
Amélia Cohn, socióloga, professora Faculdade de Medicina USP
Ana Carolina Lopes, fotógrafa
Ana Corbisier, pesquisadora
Ana Fonseca, economista, professora universitária
Ana Helena Tavares, jornalista
Ana Maria dos Santos, advogada
Ana Maria Freire, escritora
André Borges, escritor e poeta
André Klotzel, cineasta
André Medalha e Almada, designer
André Tokarski, presidente da UJS - União da Juventude Socialista
Antonio Abujamra, ator
Antonio Carlos Fon, jornalista
Antonio Celso Ferreira, historiador, professor Unesp/Assis
Antonio Gilson Brigagão, jornalista e diretor teatral
Antonio Grassi, ator
Antonio Ibañez Ruiz, educador, professor universitário UNB
Antonio Pitanga, ator
Armando Freitas Filho, poeta
Arnaldo Carrilho, servidor público aposentado
Artur Henrique, sindicalista, secretário relações internacionais da CUT para as Américas
Artur Scavone, jornalista
Aton Fon Filho, advogado
Beatriz Cintra Labaki, socióloga
Beilton Freire da Rocha, médico
Benedito Prezia, antropólogo e escritor
Bernadette Figueiredo, professora
Betinho Duarte, administrador de empresa
Bruno Barreto, cineasta
Carlos Azevedo, jornalista
Carlos Duarte, advogado
Carlos Eduardo Niemeyer - Fotógrafo
Carlos Enrique Ruiz Ferreira, professor, coordenador assuntos institucionais e internacionais da UEPB
Carlos Roberto Pittoli, advogado
Carlos Walter Porto-Gonçalves, geografo, professor universitario UFF
Carlota Boto, pedagoga e professora da FEUSP
Carolina Abreu
Ceci Juruá, economista
Cecilia Boal, psicanalista
Célio Turino, historiador, gestor cultural
Celso Frateschi, ator
Celso Horta, jornalista
Cenise Monte Vicente, psicóloga, ex-diretora do UNICEF/SP
Christina Iuppen, professora
Clara Charf, militante feminista
Claudio Adão, jogador de futebol
Claudio Kahns, cineasta
Cloves dos Santos Araújo, advogado, professor universitário UNEB
Consuelo de Castro, dramaturga
Cristiane Souza de Oliveira
Daniel Tendler, cineasta
David Farias, artista plástico, escultor e pintor
Dayse Souza, psicóloga
Débora Duboc, atriz
Derlei Catarina de Lucca, professora
Domingos Fernandes, jornalista
Drauzio Gonzaga, professor universitário UFRJ
Dulce Maia de Souza, ambientalista
Dulce Pandolfi, historiadora, pesquisadora CPDOC/FGV
Edmilson José Valentim dos Santos, engenheiro
Eduardo Ebendinger, ator
Edvaldo Antonio de Almeida, jornalista
Eide Barbosa, gestora de pessoas
Eleonora Rosset, psicanalista
Emiliano José, jornalista e escritor
Emir Sader, sociólogo, professor universitário UERJ
Eneida Cintra Labaki, historiadora
Ercílio Tranjan, publicitário
Eric Nepomuceno, jornalista e escritor
Ernesto Tzirulnik, advogado
Erotildes Medeiros, jornalista
Eugenio Staub, empresário
Fabio Dutra, estudante de direito USP
Fabio Roberto Gaspar, advogado
Felipe Lindoso, produtor cultural
Fernando Nogueira da Costa, economista, professor universitário Unicamp
Fernando Sá, cientista político
Fernando Soares Campos, servidor público
Fidel Samora B.P. Diniz, músico
Flora Gil, produtora cultural
Francis Bogossian, engenheiro, Academia Nacional de Educação e Academia Nacional de Engenharia
Gabriel Cohn, sociólogo, professor USP
Gabriel Landi Fazzio, estudante de direito USP
Gabriel Pereira Mendes Azevedo Borges, estudante de direito USP
Gabriel Priolli, jornalista
Gabriela Shizue S. de Araujo, advogada
Galeano Bertoncini, cirugião dentista
Gaudêncio Frigoto, educador, professor universitário UERJ
Gegê, vice-presidente nacional da CMP - Central de Movimentos Populares
Giane Alvares Ambrósio Alvares, advogada
Gilson Caroni, sociólogo, professor universitário Faculdades Integradas Hélio Alonso/RJ
Gisela Gorovitz, empresária e advogada
Glaucia Camargos, produtora de cinema
Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista, professor da FSP/USP
Guilherme Silva Rossi, estudante de direito USP
Heloísa Fernandes, socióloga, professora USP e ENFF
Hugo Carvana, ator e cineasta
Humberto de Carvalho Motta, estudante universitário
Ícaro C. Martins, cineasta
Idacil Amarilho, administrador
Iná Camargo, professora universitária USP
Iolanda Toshie Ide, professora universitária aposentada Unesp/Marília
Isa Grispun Ferraz, cineasta
Ivan Seixas, presidente do Condepe - Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana
Ivo Rosset, empresário
Ivone Macedo Arantes, arquiteta
Ivy Farias, jornalista
Izabel de Sena, professora universitária, Sarah Lawrence College, NY
Izaias Almada, escritor
Jacy Afonso de Melo, secretário de organização da CUT Nacional
Jane Argollo, coordenadora de Ponto de Cultura
Jessie Jane Vieira, historiadora, professora da UFRJ
Jesus Chediak, jornalista
João Antonio de Moraes, sindicalista, coordenador geral da FUP - Federação Única dos Petroleiros
João Antonio Felício, sindicalista, secretário de relações internacinais da CUT
João Carlos Martins, pianista e maestro
João Feres, cientista político
João Jorge Rodrigues dos Santos, advogado e presidente do Grupo Olodum
João Lopes de Melo
João Paulo Possa Terra, estudante de direito USP
João Pedro Stédile, presidente nacional do MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
João Quartim de Morais, cientista político, professor universitário Unicamp
Jorge Ferreira, empresário
Jorge Mautner, cantor e escritor
José Antonio Fernando Ferrari, antiquário
José Arrabal, professor, jornalista e escritor
José Carlos Asbeg, cineasta
José Carlos Henrique, arquiteto
José Carlos Tórtima, advogado
José Fernando Pinto da Costa, presidente do grupo educacional Uniesp
José Ibrahim, líder sindical
José Luiz Del Roio, escritor
José Marcelo, pastor batista
Josefhina Bacariça, educadora popular em Direitos Humanos
Julia Barreto, produtora cinematográfica
Julio Cesar Senra Barros, interlocutor social
Jun Nakabayashi, cientista político
Juvandia Moreira, sindicalista, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região
Ladislau Dowbor, economista, professor universitário PUC/SP
Laio Correia Morais, estudante de direito USP
Laurindo Leal Filho, jornalista e sociólogo, professor universitário USP
Lauro Cesar Muniz, dramaturgo
Levi Bucalem Ferrari, escritor e professor de ciências políticas
Lia Ribeiro, jornalista
Lincoln Secco, historiador, professor universitário USP
Lorena Moroni Girão Barroso, servidora pública federal
Lucas Yanagizawa Paes de Almeida Nogueira Pinto, estudante de psicologia
Lucy Barreto, produtora cinematográfica
Luiz Carlos Bresser Pereira, economista, professor FGV
Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Junior, memorialista
Luiz Fenelon P. Barbosa, economista
Luiz Fernando Lobo, artista
Luiz Gonzaga Belluzzo, economista, professor universitário Unicamp
Luiz Pinguelli Rosa, professor da UFRJ
Maia Aguilera Franklin de Matos, estudante de direito USP
Maira Machado Frota Pinheiro, estudante de direito/USP
Malu Alves Ferreira, jornalista
Manoel Cyrillo de Oliveira Netto, publicitário
Marcelo Carvalho Ferraz, arquiteto
Marcelo Santiago, cineasta
Marcílio de Freitas, professor da UFAM
Márcio Souza, escritor
Marcionila Fernandes, professora, pró-reitora de pós-graduação e pesquisa da UEPB
Marco Albertim, jornalista
Marco Antonio Marques da Silva, desembargador
Marco Aurélio Belém Purini, estudante de direito USP
Marco Aurélio de Carvalho, advogado
Marco Piva, jornalista e empresário da área de comunicações
Marcos José de Oliveira Lima Filho, doutorando em Direito da UFPB
Marcus Robson Nascimento Costa
Maria Carmelita A. C. de Gusmão, professora
Maria das Dores Nascimento, advogada
Maria do Socorro Diogenes, professora
Maria Guadalupe Garcia, socióloga
Maria Izabel Calil Stamato, psicóloga, Universidade Católica de Santos
Maria José Silveira, escritora
Maria Luiza de Carvalho, aposentada
Maria Luiza Quaresma Tonelli, professora e advogada
Maria Victoria Benevides, socióloga, professora universitária USP
Mariano de Siqueira Neto, desembargador aposentado
Marilene Correa da Silva Freitas, professora da UFAM
Marília Cintra Labaki, secretária
Marília Guimarães, escritora, Comitê Internacional de intelectuais e artistas em defesa da humanidade
Mário Cordeiro de Carvalho Junior, professor da FAF/UERJ
Marlene Alves, professora, reitora da UEPB
Marly Zavar, coreógrafa
Marta Nehring, cineasta
Marta Rubia de Rezende, economista
Martha Alencar, cineasta
Maryse Farhi, economista, professora universitária
Matheus Toledo Ribas, estudante de direito USP
Michel Chebel Labaki Jr.
Michel Haradom, empresário, presidente da FERSOL
Mirian Duailibe, empresária e educadora
Ney de Mello Almada, desembargador aposentado
Nilson Rodrigues, produtor cultural
Noeli Tejera Lisbôa, jornalista
Oscar Niemeyer, arquiteto
Otavio Augusto Oliveira de Moraes, estudante de economia PUC/SP
Otávio Facuri Sanches de Paiva, estudante de direito USP
Pablo Gentili, educador, professor universitário UERJ, FLACSO
Paula Barreto, produtora cinematográfica
Paulo Baccarin, procurador da Câmara Municipal de São Paulo
Paulo Betti, ator
Paulo Roberto Feldmann, professor universitário, USP, presidente da Sabra Consultores
Paulo Thiago, cineasta
Pedro Gabriel Lopes, estudante de direito USP
Pedro Igor Mantoan, estudante de direito USP
Pedro Rogério Moreira, jornalista
Pedro Viana Martinez, estudante de direito USP
Raul de Carvalho, pesquisador
Regina Novaes, socióloga/RJ
Regina Orsi, historiadora
Renato Afonso Gonçalves, advogado
Renato Tapajós, cineasta
René Louis de Carvalho, professor universitário UFRJ
Ricardo Gebrim, advogado
Ricardo Kotscho, jornalista
Ricardo Miranda, cineasta
Ricardo Musse, filósofo, professor USP
Ricardo Vilas, músico
Ricardo Zarattini Filho, engenheiro
Risomar Fassanaro, poetisa e jornalista
Roberto Gervitz, cineasta
Rodrigo Frateschi, advogado
Ronaldo Cramer, professor de direito PUC/RJ
Rose Nogueira, jornalista
Rubens Leão Rego, professor Unicamp
Sandra Magalhães, produtora cultural
Sebastião Velasco e Cruz, cientista político, professor universitário Unicamp
Sérgio Ferreira, médico
Sergio Amadeu da Silveira, sociólogo e professor da UFABC
Sergio Caldieri, jornalista
Sérgio Mamberti, ator
Sergio Mileto, empresário, presidente da Alampyme - Associação Latino Americana de Pequenos Empresários
Sérgio Muniz, cineasta
Sérgio Nobre, sindicalista, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Sérgio Ricardo, cantor
Sérgio Vampre, advogado
Silvio Da Rin, cineasta
Tatiana Tiemi Akashi, estudante de direito USP
Teresinha Reis Pinto, biomédica e pedagoga Consultora UNESCO
Tereza Trautman, cineasta
Theotônio dos Santos, economista
Tizuka Yamasaki, cineasta
Tullo Vigevani, professor Unesp/Marília
Urariano Mota, escritor e jornalista
Vagner Freitas de Moraes, sindicalista, presidente nacional da CUT - Central Única dos Trabalhadores
Valter Uzzo, advogado
Venicio Artur de Lima, jornalista e sociólogo
Vera Lúca Niemeyer
Vera Maria Chalmers, professora universitária Unicamp
Verônica Toste, professora universitária IESP/UERJ
Vitor Fernando Campos Leite, estudante de direito USP
Vitor Quarenta, estudante de direito Unesp/Franca
Vladimir Sacchetta, jornalista e produtor cultural
Wadih Damous, advogado/RJ
Walnice Nogueira Galvão, professora de literatura comparada USP
Walquikia Leão Rego, professora Unicamp
Zé de Abreu, ator

Papa pode estar publicamente na Missa Tridentina em Roma


Ele não celebrará, pois às 11.30 horas no mesmo dia ele já vai celebrar uma Santa Missa na forma ordinária pelos cardeais e bispos falecidos no decorrer do ano (ver AQUI).

Mas talvez ficará presente durante a liturgia? Quem sabe?

AVISO para os Escoteiros católicos



Estamos prontos!

É HORA DE COMEÇAR! Necessitamos de sua experiência.Você escotista de fé católica, que deseja ser 100% escoteiro e 100% católico. Que deseja ver as crianças e os jovens no Caminho de Jesus Cristo, venha para a ASSOCIAÇÃO DE GUIAS E ESCOTEIROS CATÓLICOS DO BRASIL. Venha ajudar a construir este fantástico movimento no Brasil. Entre em contato conosco pelo e-mail : scriptorivm@hotmail.com 

Estado Brasileiro entre a Vida e a Morte

Convocação


"Quando uma maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade da eliminação, mesmo sob certas condições, da vida humana ainda não nascida, assume uma decisão tirânica contra o ser humano mais débil e indefeso".

(cf João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 70)

 

Constitui uma tarefa de primordial importância para os católicos e, no fundo, para todos os cidadãos, a defesa da vida humana desde sua concepção até seu declínio natural. Neste sentido, no dia 28 de setembro, sexta-feira, serão realizados dois eventos, a saber:


1º Congresso: Estado Brasileiro entre a Vida e a Morte - A Questão do Aborto

Às 9h, na Assembleia Legislativa de São Paulo.


Palestrantes: Dra. Janaina Paschoal, Dr. Paulo Fernando, Dr. Rodrigo Pedroso, 

Padre Paulo Ricardo e Ms. Renata Gusson.

 

2º Marcha Pacífica: "Som pela Vida"

Às 11h30, no MASP, Av. Paulista.


É notável que, entre os erros contemporâneos, um dos mais graves é a omissão cívica dos brasileiros, em particular dos leigos católicos que, com verdadeiro espírito de fé e patriotismo, deveriam ser os primeiros a devidamente representar a aspiração nacional do povo brasileiro. A Marcha Pacífica vem corroborar esse efeito, para que se evidenciem as inconcebíveis leis civis que possam ferir o direito a vida e para que os omissos tenham outra oportunidade de sair de recintos e comodidades com o intuito de lutar pelos filhos de sua pátria.

           

          Convoca-se, portanto, todos que são contrários ao aborto a unirem-se a nós nessa empreitada que, sem dúvida, pode salvar muitas vidas.

        

         Por fim, pede-se a ampla divulgação dessa carta e cartazes para todos os grupos, movimentos e sindicatos de esfera religiosa ou não, que tenham como princípio e bússola o respeito à dignidade humana que começa desde a concepção.

           

Atenciosamente,

O Concílio Vaticano II, uma história nunca escrita (II): Entre modernismo e antimodernismo, o “Terceiro Partido”.


Lançado em 2011 na Itália, a prestigiosa obra do Professor Roberto de Mattei, intitulada "O Concílio Vaticano II - Uma história nunca escrita", chega agora ao público lusófono. A Editora Caminhos Romanos, detentora dos direitos sobre a versão portuguesa do laureado livro -- Prêmio Acqui Storia 2011 e finalista do Pen Club Italia -- , concedeu ao Fratres in Unum a exclusiva honra de divulgar alguns excertos deste trabalho que é um verdadeiro marco na historiografia do Concílio Vaticano II.
* * *
A expressão "Terceiro Partido" foi cunhada pelo historiador francês Émile Appolis em estudos sobre as correntes religiosas do século XVIII [1]. Segundo Appolis, o jansenismo, condenado pela Igreja, produziu um "Terceiro Partido", constituído por eclesiásticos de diversas categorias que ofereceram aos jansenistas a possibilidade de prosperarem no interior da Igreja. Tais eclesiásticos não se apresentavam, evidentemente, como jansenistas, e até condenavam o jansenismo, mas não o combatiam, defendendo a tese de que ele acabaria por se dissolver discretamente se os antijansenistas pusessem fim às suas campanhas de oposição. Assim, surgiu nas fileiras católicas, a par dos jansenistas e dos sequazes da autoridade romana, uma terceira força, tambéma ela oposta a quantos eram fiéis a Roma, que acusava de serem exagerados, intransigentes e inimigos da caridade. Aplicando esta polarização, houve outros historiadores que referiram a existência, neste período, de uma corrente de "centro", localizada entre a direita ortodoxa dos jesuítas e a "esquerda" galicana e jansenista [2]. Por muito inadequadas que estas categorias sejam, não há dúvida de que o distanciamento do pólo da ortodoxia integral tinha conhecido matizes diversos, que permitiam falar da existência de uma "terceira força", situada entre a verdade integral e o erro declarado.
[...] Após a morte de Pio X, começou a delinear-se, a partir de 1920, uma terceira força que, distanciando-se embora do modernismo, garantia de facto a sua continuação, mesmo depois da sua condenação [3]. Este "Terceiro Partido" impôs-se graças ao apoio do Cardeal Pietro Gasparri [4], secretário de Estado de Bento XV e, depois, de Pio XI até 1930, altura em que foi substituído por Eugenio Pacelli. O desaparecimento do antimodernismo, substituído pela política eclesiástica do "Terceiro Partido", favoreceu, nos anos 30, o surgimento de correntes e tendências que, de uma maneira ou de outra, absorveram a herança do modernismo: o "movimento bíblico", o "movimento litúrgico", o "movimento filosófico-teológico" -- que encontrou a sua expressão mais acabada na "nouvelle théologie" --, bem como o "movimento ecuménico", no qual vieram a confluir os outros movimentos.
O Concílio Vaticano II - Uma história nunca escrita, Roberto de Mattei, Ed. Caminhos Romanos, 2012, pp. 39-40.
Notas:
[1] Cf. Émile Appolis, "Entre jansénistes et constitutionnaires: un tiers parti", in Annales, 2 (1951), pp. 154-171; e posteriormente Entre jansénistes et zelanti. Le Tiers Parti catholique au XVIIIeme siécle, A. e J. Picard, Paris, 1962. Veja-se igualmente Antonio de Castro Mayer, "Il Giansenismo e la Terza Forza", tr. it. Cristianitá, 1 (1973), pp. 3-4 e 2 (1973), pp.3-4.
[2] Cf. Lucien Cayssens, "Le jansénisme. Considerátions historiques préliminaires à sa notion", in Nuove ricerche storiche sul giansenismo, Gregoriana, Roma, 1959, pp. 28-29. Veja-se igualmente R. de Mattei, Idealità e dottrine della Amicizie, Biblioteca Romana, Roma, 1981, pp. 15-22.
[3] Cf. R. de Mattei, Modernismo e antimodernismo nell'epoca di Pio X, cit., pp. 68-71.
[4] Pietro Gasparri (1852-1934), ordenado em 1877 e arcebispo de Cesareia (1898), foi feito cardeal em 1907 e nomeado secretário de Estado pelo Papa Bento XV, no Outono de 1914, cargo no qual foi confirmado por Pio XI.
* * *
Roberto de Mattei nasceu em Roma, em 1948. Formou-se em Ciências Políticas na Universidade La Sapienza. Atualmente, leciona História da Igreja e do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, no seu departamento de Ciências Históricas, de que é o director. Até 2011, foi vice-presidente do Conselho Nacional de Investigação de Itália, e entre 2002 e 2006, foi conselheiro do Governo italiano para questões internacionais. É membro dos Conselhos Diretivos do Instituto Histórico Italiana para a Idade Moderna e Contemporânea e da Sociedade Geográfica Italiana. É presidente da Fundação Lepanto, com sede em Roma, e dirige as revistas Radici Cristiane e Nova Historica e colabora com o Pontifício Comitê de Ciências Históricas. Em 2008, foi agraciado pelo Papa com a comenda da Ordem de São Gregório Magno, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à Igreja.
Onde encontrar:  Livraria Petrus - R$ 89,00.
* * *
Artigos da série:

Arte Sacra: Epidemia leprosa da Arte Contemporânea X Beleza do Sagrado

 Uma Catedral Gótica em tempos da destorcida Arte Sacra Contemporânea

Interior da nova Catedral, ainda em construção

Nadando totalmente contra a nova onda da "heresia artística-arquitetônica" que tem sufocado desde o começo do século XX as riquezas sacras da Igreja, ergue-se em um país muçulmano, Cazaquistão, uma nova Catedral, expressão visível da beleza milenar de nossa Fé.  
 A nova Catedral de Karaganda, inspirada no exemplo mais marcante da arquitetura gótica – a Catedral de Colônia, o projeto da nova igreja foi desenhado em esboço do arquiteto alemão Dr. Karl-Maria Ruf, com as modificações estruturais necessárias às condições climáticas locais definidas por um arquiteto local, Vladimir Gregorevitsch Sergeyev.

A ideia primordial de construir uma nova catedral, no lugar da velha Sé de São José, começou em Mons. Jan Pawel Lenga, arcebispo (título ad personam) de Karaganda até a sua renúncia em 05 fevereiro 2011. Ele desejava uma nova igreja que oferecesse possibilidades de “evangelização por meio da beleza”, mas também uma expiação visível e permanente dos crimes do regime comunista. Portanto, desde aqui Mons. Jan Lenga quis dedicá-la ao patrocínio de Nossa Senhora de Fátima, que alertou aos Pastorinhos dos pecados a que o mundo assistiria nos anos seguintes à sua aparição.

O bispo de Karaganda, Mons. Janusz Kaleta, nomeado em fevereiro de 2011, apresentou o pedido que o Papa Bento XVI dedicasse a nova catedral. Para isto ele nomeou um legado seu, o Cardeal Angelo Sodano, Decano do Colégio Cardinalício, para presidir a cerimônia com rito de dedicação da igreja e sagração do altar no último domingo, dia 09.


Catedral de Karaganda , inspirada na maior representação do gótico sacro, a Catedral de Colônia



Os males da Arte Sacra Contemporânea

Para entendermos a nova arquitetura sacra, é preciso lembrarmos da arquitetura contemporânea num todo.

A arquitetura moderna surgiu em conseqüência do desejo de utilizar materiais de construção do século XX – aço, vidro, concreto armado – e algumas técnicas, como a das estruturas em balanço, a fim de aumentar a beleza escultural dos edifícios, ao mesmo tempo que se procurava aumentar-lhes a funcionalidade.


· Totalitarismo – o mito da simplicidade – aniquilamento. Esta foi a primeira arte a ser empolgada pelos totalitários, que distorceram a procura da simplicidade na arquitetura moderna a ponto de convertê-la em monotonia. O aniquilamento é essencial ao totalitarismo. Ele aniquila a personalidade, a variedade, a diversidade de sentimentos ( ... ); ele cega a visão, mata os instintos e oblitera o passado.


· Irracionalidade. Por ser também irracional, o totalitarismo ergue edifícios com telhados achatados e grandes paredes de vidro em climas árticos, e depois sufoca os moradores com sistemas de superaquecimento, enquanto os telhados achatados afundam sob o peso da neve.


· Gelatina totalitário-confusionista. O totalitarismo é um câncer no corpo da História, pois chega até mesmo a obliterar as distinções. Faz as fábricas parecerem escolas ou hospitais para débeis mentais - ao passo que as fábricas tinham, antes, a beleza específica consistente em revelar seu tamanho, e às vezes sua função brutal, pois a beleza não pode existir sem revelação da verdade, nem o homem, talvez, sem a beleza. Ao mesmo tempo, as escolas são construídas como se fossem fábricas. Isso deprime o povo norte-americano, porque ele percebe, embora inconscientemente, que está instalado numa verdadeira gelatina de ambiente totalitário, que leva ao aniquilamento de seus esforços individuais.


· Incompatibilidade com a tradição. Essa nova arquitetura, essa arquitetura totalitária, destrói o passado. Ela não deixa vestígios das formas que existiram nos séculos anteriores a nós; nada de sua altivez, de seus privilégios, de suas aspirações, de sua subtileza, de suas criações, e nada, até, de suas banalidade. Estão-nos deixando com uma compreensão cada vez menor da vida dos homens que nos precederam. Deste modo, vamos ficando menos capazes de julgar os valores completamente psicóticos do presente: crimes, abrigos anti-atômicos, ameaças ( ... ).

As pessoas que admiram a nova arquitetura acham-lhe valor porque ela oblitera o passado. Essa gente é suficientemente totalitária para desejar fugir das conseqüências do passado. Isso naturalmente não quer dizer que elas próprias se vejam como totalitárias. A paixão totalitária é inconsciente. Qual o liberal que, ao lutar por uma maior expansão habitacional e por maior cubagem de ar nas salas de aula das escolas primárias, não se vê como um benemérito? Poderá ele compreender que o prazer meio viscoso que sente ao ver pronta a nova escola – esse horror de arquitetura – é reflexo de um prazer baixo e subconsciente, é, enfim, a alegria totalitária de ver que agora estão sendo extirpados os florões góticos e a opressão românica, que entraram em sua mente já nos bancos escolares da infância? ( ... ).

Os novos conceitos na Arte Sacra

Sob essa onda da arte moderna e contemporânea, adotou-se também na Igreja, essa nova forma de expressão, rompendo totalmente com a Tradição e Magistério da Igreja, gerando tantas "aberrações" que quotidianamente somos obrigados a ver e frequentar em todo o mundo. 
Ainda em Fevereiro de 1954, Exmo. Revmo. Sr. Cardeal Celso Costantini publicou um artigo sobre a arte moderna intitulado  "Senhor, amei o decoro de tua Casa", que gerou grande repercussão mundial, principalmente no que diz Respeito à Arte Sacra.  O Artigo foi veiculado por uma revista de grande prestigio, "Fede e Arte", editada pela Pontifícia Comissão Central para a Arte Sacra na Itália, e dirigida pelo Exmo. Revmo. Mons. Giovanni Costantini, Arcebispo titular de Colosse e Presidente da mesma Comissão. A sede desse organismo está no Palácio da Chancelaria Apostólica, e a revista é impressa na Tipográfica Poliglota Vaticana.
Eis alguns trechos de suma importância desse artigo:

"Dói-me deturpar as paginas serenas e límpidas desta revista, reproduzindo, pelo menos parcial e sumariamente, os horrores iconográficos de uma suposta arte modernista. Mas é necessário documentar aspectos desta recentíssima heresia iconográfica, para que não se diga que falo quasi aerem verberans ( I Cor. 9, 26 ). Tratei do assunto no fascículo II de Fede e Arte de fevereiro de 1954, sob o título Senhor, amei o decoro de tua Casa. Mas a deformação das sagradas imagens continua a crescer em furor, do mesmo modo por que recalcitraram obstinadamente as antigas heresias."
"É por isto que parece necessário e até mesmo urgente empunhar o açoite com que Jesus Cristo Nosso Senhor expulsou os profanadores do Templo"

A negação da divindade de Cristo:

"A heresia, considerada somente sob o aspecto objetivo ( o aspecto subjetivo pertence à moral ), é definida da seguinte maneira: Uma doutrina que contraria diretamente uma verdade revelada por Deus e como tal proposta pela Igreja aos fieis. Nesta definição se revelam duas notas essenciais da heresia: a) a oposição a uma verdade revelada: b) a oposição à definição do Magistério Eclesiástico ( Parente, Piolanti, Garofalo: Dizionario di Teologia Dommatica, Studium, pag. 86 )."

"O atentado de Leão, o Isaurico e de outros Imperadores bizantinos contra o culto das sagradas imagens foi chamado de heresia iconoclástica, que ficou famosa na Historia da Igreja."
"Hoje em dia não se nega, teoricamente, o culto das sagradas imagens, mas, sob certo aspecto, faz-se qualquer coisa de pior, isto é, degrada-se o culto, nega-se com a heresia figurativa a divindade de Cristo e de sua Igreja"


Comunismo, Maçonaria e a nova heresia:



"Alguns Religiosos e muitos artistas estão por certo de boa fé, e convém elucidá-los, dissipando o fetichismo da modernidade. Mas alguns artistas, inscritos em partidos inimigos da Religião ou ateus, desenvolveram uma subtil e pérfida ofensiva contra a Religião, paralelamente à ofensiva que se conduz em certa imprensa, tornando desprezível e repugnante a iconografia sagrada e portanto o culto cristão. São conhecidas as caricaturas blásfemas difundidas na Rússia e na China."


"Bem sabemos que, segundo a teoria de Marx, Engels, Lenine, etc., a religião é uma superstição anticientifica, é o ópio dos povos, e como tal deve ser combatida por todos os meios a fim de se instaurar a ditadura do povo. Para estes corifeus do materialismo também a arte está ligada à luta de classes, e nela deve tomar parte contra a assim chamada arte burguesa, especialmente contra a arte religiosa. Parece que arte comunista se afirma onde começa o esfacelamento da arte burguesa e especialmente o esfacelamento da arte cristã."

"O escultor P. Canonica me disse: Deus deu aos artistas o dom de compreender e reproduzir a beleza. Agora, pelo contrário, deturpa-se a beleza criada por Deus. Estamos na presença do anti-Cristo, que arrasta tantos artistas, conscientemente ou não, levando-os a desonrar a arte da Igreja. Há também uma instigação da maçonaria. É necessário reagir incansavelmente contra a obra do anti-Cristo, que entra nas igrejas, ocultando-se com os paramentos sagrados para enganar os fiéis. Não se trata somente de arte, mas da defesa da Religião, e isto diz respeito a vós, Sacerdotes."

E ainda, de maior importância, diz sobre a Arte Sacra no Brasil:

"Há infelizmente engenheiros e arquitetos que ignoram ostensivamente a Instrução do Santo Ofício, inserindo e desenvolvendo nos esquemas arquitetônicos das igrejas as mais arbitrárias extravagâncias de construção, de maneira que ditas igrejas podem parecer pavilhões de feiras de amostras, abrigos de praia de banho ou qualquer outro edifício, exceto igreja.
Recebo agora o nº 33 da revista Arquitetura e Engenharia do Brasil, com extravagantes projetos para diversas igrejas. Um arquiteto indignado escreve-me: Desde que um baixo materialismo invadiu o campo da arte neste país, especialmente nos setores da arquitetura, estou travando uma batalha sem tréguas contra esta manifestação existencialista nas artes plásticas, chamada "arte moderna", a qual por meio de uma poderosa organização de caráter internacional, está prejudicando enormemente a formação artística da juventude de todo o mundo".




Parece-nos, que o Cardeal já previa as monstruosidades projetadas e executadas por nossos "grandes artistas sacros" brasileiros: Niemeyer e Claudio Pastro. 

 Dentre tantas Igrejas construídas no nosso país por Oscar Niemeyer (Catedral de Brasília-DF, Igreja de São Francisco-Belo Horizonte-MG, entre outras) , destacamos o novo projeto que está sendo executado na capital mineira:



E outros reflexos desse novo pensamento artístico sacro no mundo que tem alcançado prêmios, como o Nobel da Engenharia dada a nova Igreja de Fátima:


E a nova Igreja de São Padre Pio, em San  Giovanni Rotondo, Itália:




Por fim deixo o link das fotos da cerimônia de dedicação da nova, bela e sacra Catedral de 

 Karaganda-Cazaquistão, para que comparem a herética Arte Sacra aplicada ao nosso tempo, com a Tradicional Arte Sacra adaptada com as novas tecnologias de construção, sem roubar os símbolos, riqueza e valores construídos por tantos séculos por nossos verdadeiros artistas sacros.

  



Filme CRISTIADA completo para ver e baixar na internet!


ATENÇÃO: Esta postagem foi re-editada dia 11.09.2012, pois retiraram o filme do site Gloria.TV

Como já anunciado aqui várias vezes, o emocionante testemunho dos mártires cristeros agora podem ser assistidos pelos brasileiros aqui:


http://www.2shared.com/file/kxXbzj-v/Cristiadapart1.html

http://www.2shared.com/file/YZBT-dj_/Cristiadapart2.html
http://www.2shared.com/file/n0kdUFo7/Cristiadapart3.html
http://www.2shared.com/file/hhduYTcC/Cristiadapart4.html

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