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Enquanto os comunistas do PT disputam quem é mais assassino de crianças indefesas, assim se porta a Família Imperial do Brasil.

O Príncipe pela vida.
Marcha pela Vida em Washington DC, 2012.

S. A. I. R. D. Bertrand.

Enquanto os comunistas disputam quem é mais assassino de crianças indefesas, assim se porta a Família Imperial do Brasil.

Causa Imperial

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Estudos Católicos Monárquicos

Prólogo da beatificação da princesa Isabel


Prof. Hermes Rodrigues Nery, Dom Antônio João de Orleans e Bragança e Dom Orani João Tempesta durante a audiência em que foi feito o pedido de beatificação da princesa Isabel
O arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, recebeu ontem, dia 19 de outubro, o pedido formal de abertura do processo de bem-aventurança e beatificação da princesa Isabel.
O Prof. Hermes Rodrigues Nery, acompanhado de seu filho, João Victor, 12 anos, entregou-lhe uma carta formalizando o pedido, e apresentou os argumentos e justificativas para a abertura do processo. No encontro, esteve presente o príncipe Dom Antonio João de Órleans e Bragança, da casa Imperial do Brasil.

Esforços conjuntos para abrir o processo de beatificação da princesa Isabel

Dom Orani explicou que como primeira providência deverá ir até a Arquidiocese de Paris, dado que a princesa Isabel faleceu na França, em 14 de novembro de 1921. Feito isso, será constituída uma Comissão para o início dos estudos e pesquisas, sob a supervisão do beneditino Dom Roberto Lopes.
A carta com o pedido foi assinada pelo prof. Hermes Rodrigues Nery, coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, e Mariângela Consoli de Oliveira, secretária-Executiva da Associação Nacional pró-Vida e Pró-Família, com sede em Brasília (DF).
Leia com exclusividade a carta entregue a Dom Orani, escrita ao som da “Alma Redemptoris Mater“, de Palestrina.
***
São Bento do Sapucaí, 19 de outubro de 2011
À Vossa Excelência Reverendíssima
DOM ORANI JOÃO TEMPESTA
DD. Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
 “Mas meu coração é o mesmo para amar minha pátria e todos aqueles que nos são tão dedicados”.
Princesa Isabel do Brasil, durante o exílio
Com efusiva alegria lhe escrevemos, agradecendo desde já a acolhida, neste dia em que a Igreja celebra a festa de São Pedro de Alcântara (+ 1572), para solicitar-lhe de modo muito especial a abertura do processo que permita declarar serva de Deus a Princesa Isabel do Brasil (1846-1921), para posteriormente alcançar a sua beatificação. Seu exemplo de vida, que exigiu coerência e coragem em momento decisivo da nossa história, especialmente no difícil campo político, pode servir de referência aos que hoje sentem-se tentados ao desânimo, ao ceticismo e ao indiferentismo, ou pior ainda, aos que não se empenham mais aos sacrifícios necessários no exercício de funções públicas, tendo em vista o verdadeiro bem comum. Preparada desde cedo para ser rainha do Brasil, quis a Providência que exercesse a Regência por três p eríodos, e como governante mulher, zelosa de suas prerrogativas e deveres, empenhou-se vivamente para liquidar de vez no Brasil, a ignominiosa escravidão. Ao assinar a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, seu nome fulgurou glorioso na história nacional.