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Ministro francês: Estado laico ensina uma nova religião que bane a Igreja Católica


Via Valores inegociáveis
Vincent Peillon: revolução moral laicista exige acabar com a Igreja


A polêmica na França sobre o “casamento” homossexual contribuiu para desvendar o pensamento oculto de inimigos da Igreja Católica. 

Por exemplo, Vincent Peillon, ministro de Educação, explicitou o ódio de fundo anticatólico – diríamos satânico – do laicismo de Estado. 

Em recente entrevista deixou claro esse fundo com palavras que dispensam comentários:

“Não se pode fazer uma revolução que consista unicamente em realizações materiais; é necessário fazê-la nos espíritos. 

“Ora, até agora foi feita uma revolução essencialmente política, mas não a revolução moral e espiritual. 

“Portanto, deixamos à Igreja Católica o controle da moral e do espiritual.Agora é preciso substituir isso [...].
Decapitação do rei Luís XVI: modelo para o laicismo
“Jamais poderemos construir um país de liberdade com a religião católica.Como tampouco se pode aclimatar o protestantismo na França, como foi feito em outras democracias. 

“É preciso inventar uma religião republicana. Essa religião republicana que deve ir junto com a revolução material, mas que de fato é uma revolução espiritual, é a laicidade. 

“E é por causa disso, aliás, que no início do século XX se começou a falar de fé laica, de religião laica, e que a laicidade pretendia criar um espírito público, uma moral laica e, portanto, a adesão a um certo número de valores.
E ainda escreve em seu recente livro:
“A Revolução Francesa é a irrupção no tempo de algo que não pertence ao tempo; é um começo absoluto, é a presença da encarnação de um sentido, de uma regeneração e de uma expiação do povo francês. 

“1789, o ano sem igual, é o ano do engendramento de um homem novo por meio de um brusco salto da História.
Ministro de Educação socialista: matar a religião nas almas das crianças
“A Revolução é um acontecimento meta-histórico, quer dizer, um acontecimento religioso. 

“A Revolução implica o esquecimento total daquilo que precedeu a Revolução.Em consequência, a escola tem um papel fundamental, porque a escola deve despojar a criança de todos seus apegos pré-republicanos para educá-la até virar um citoyen. 

“É bem um novo nascimento, uma transubstanciação que se opera na escola e por meio da escola gera esta nova igreja com seu novo clero, sua nova liturgia e suas novas Tábuas da Lei.” (Vincent Peillon, La Révolution française n’est pas terminée, Le Seuil, Paris, 2008).

Jean Wyllys e o ensino islâmico nas escolas

O fundamentalismo extremista islâmico ganha cada vez mais espaço justamente dentro do sistema jurídico e cultural do Ocidente. Como isto é possível? O politicamente correto é uma de suas maiores realizações permissivas, permitindo que o germe do fanatismo extremista se instale dentro do coração civilizacional ocidental.
Um dos grandes males do mundo moderno, juntamente com o comunismo internacional (incluindo aqui o eurasianismo) e o progressismo globalista, é o islamismo extremista. O politicamente correto do Ocidente e as próprias políticas dos governos ocidentais colaboraram de modo excepcionalmente considerável tanto para a propagação do Islã no Ocidente, quanto para a instalação de extremismos anti-ocidente no próprio coração da civilização ocidental.
Temos de partir para um princípio básico e fundamental: o Islamismo não é uma religião que segue os moldes daquilo que conhecemos no Ocidente. Não é uma religião que convive bem nos ambientes estrangeiros nos quais se instala, especialmente por que sua visão é a da hegemonia monolítica da crença islâmica e da fé muçulmana. Os muçulmanos não são uma comunidade estrangeira que se adapta e convive bem no país estrangeiro, pelo contrário: onde quer que se instalem procuram assegurar não apenas sua fixação como também garantir sua hegemonia. Isso tem acontecido em grande escala na Europa.
A visão politicamente correta e as leis elásticas do Ocidente permitiram que um secto extremamente extremista e intolerante se fizesse presente. Se no passado a Europa combateu com vigor os bárbaros extremistas através de Cruzadas e campanhas militares, hoje a própria Europa entrega a segurança de seus cidadãos e a própria cultura local à mercê dos invasores estrangeiros. Se antes a Europa fechava muros e procurava se proteger, hoje ela se prostra perante o extremismo islâmico. Isso trouxe consequências graves e terríveis à Europa. Uma "minoria" intolerante e extremista é capaz de fazer governos fracos se prostrarem ante a si. Quem não se lembra do cartunista britânico que teve seu trabalho incrivelmente censurado e despertou uma onda de ódio e violência dentro de seu próprio país? esse é o conceito de tolerância dos muçulmanos, constranger e estimular ódio dentro das casas onde são visitas. Comparável a proibir ou demonstrar ódio ao que um indivíduo desenha ou escreve dentro de sua própria casa.
Foi o que aconteceu com o trabalho ilustrativo  de cartunistas dinamarqueses no ano de 2005, do jornal Jyllands-Posten que satirizava o profeta Maomé. Isso foi mais do que suficiente para despertar a fúria não só nos países islâmicos, mas na própria Europa, onde inúmeras ameaças de morte e ações extremistas foram tomadas não apenas contra o jornal dinamarquês, mas contra toda a sociedade europeia. Vale lembrar que sátiras são feitas em relação a todas as religiões, inclusive, no Ocidente, a moda é justamente satirizar o Cristianismo. 
Seria interessante também lembrar o assassinato do cineasta holandês  Theo Van Gogh, esfaqueado e morto a tiros em plena Amsterdã. O "crime" que Theo cometeu foi o de produzir uma obra de iniciativa própria com depoimentos de mulheres muçulmanas que sofreram agressões e falavam da brutalidade a qual eram submetidas. Theo cometeu o crime de ir contra o politicamente correto e expressar uma opinião desconfortável, expondo uma realidade que a própria Europa se recusa a enxergar.
O politicamente correto ensinou ao Ocidente que não é possível julgar grupos inteiros de crenças e de pessoas. De fato, há ramos islâmicos pacíficos e seguidores da religião que mantém uma tradição forte e convivem pacificamente nos locais onde residem. Entretanto, tais exceções não são suficientes para um revisionismo infinito que apenas dá mais tempo e cede mais espaço ao expansionismo dos extremistas. Até mesmo por que, por maior que seja a parcela pacífica do Islã, nada fazem de concreto para combater, denunciar e impedir as ações dos extremistas. Muito pelo contrário, inúmeros seguidores ditos pacíficos e que abertamente se põe contra o fanatismo e as ações extremistas não aceitam e vão terminantemente contra os denuncismos, chegando a dizer que as notícias sobre perseguição e genocídios de cristãos são "invenções imperialistas para demonizar o Islã". Temos dois impasses: primeiro, que não temos tempo hábil nem os meios de identificar dentre todos estes grupos os tolerantes e os extremistas, e em segundo, que os próprios "tolerantes" atuam como cúmplices e defensores (ou no mínimo negligentes) de atitudes extremistas.
Para que haja uma convivência pacífica com o Islã, este deve representar uma parcela insignificante da sociedade, e seu controle deve ser feito de modo rigoroso, de modo a restringir ao máximo sua propagação no ambiente local.Uma medida ainda mais extremista, que seria a total proibição da religião no Ocidente, seria muito mais eficiente. Entretanto, esta última medida poderia trazer consequências ainda piores, pois o Ocidente já deixou que seu inimigo se instalasse em seu próprio coração. Em absolutamente nenhum país onde o Islã se torna uma parcela significativa ou majoritária da sociedade, existe paz, coexistência tolerante ou mesmo interação positiva entre as parcelas populacionais.
Nosso politicamente correto nos diz para não julgarmos todos pelas atitudes de alguns poucos. Acontece que o extremismo islâmico não é algo desempenhado por um ou outro indivíduos ou alguns poucos grupos específicos. Ele é algo extremamente disseminado, propagado e defendido por milhões de seguidores prontos a morrer ou matar em nome de sua fé, jurando ódio a todo o infiel e entregando suas vidas à guerra religiosa da Jihad em nome de seu profeta e sua mensagem sagrada. O Islã não atua com o politicamente correto. Os extremistas não estão interessados em avaliar indivíduos, e sim, eliminá-los. Somos uma civilização constituída nos pilares da moral judaico-cristã, da filosofia grega e da Ciência, e a resposta com barbarismo e intolerância não são a saída para o dilema. Entretanto, políticas permissivas e lenientes não tem surtido efeito algum. Quanto maior é a leniência estatal e a "tolerância" a este segmento, mais violento ele se torna dentro da sociedade.
Obama e sua administração atuam lado a lado com membros da Irmandade Muçulmana, ao mesmo tempo em que limitam e censuram cada vez mais o Cristianismo. Tudo sob o véu e a máscara da tolerância, diversidade e da "paz cultural". Enquanto isso, o sentimento anti-EUA e o extremismo islâmico não diminuíram nenhum pouco, nem nos países islâmicos, nem no Ocidente. Ele se reestruturou e se reforçou.
Nos EUA, a Muslim Brotherhood (Irmandade Muçulmana) anda lado a lado com Barack Obama e a administração democrata (que mais parece teocrática, colaborando com a sharia dentro dos EUA), garantindo leis e privilégios à parcela muçulmana da população norte-americana, ao mesmo tempo em que a administração governamental dos EUA criam e projetam leis para restringir a participação do Cristianismo na vida pública e na política dos EUA. Ao mesmo tempo em que o governo dos EUA criam uma restrição proibindo a pregação da mensagem cristã dentro das forças armadas do país (pois isto poderia ofender ou constranger minorias desconfortáveis com os ideais cristãos), criam-se inúmeras leis beneficiando o ensino e a propagação da filosofia islâmica.
A assinatura do deputado vitimista e afetado, no projeto de lei que institui o ensino da religião islâmica na rede pública de ensino do Brasil. Isso não é incoerência ou ironia: é o politicamente correto a serviço do extremismo.
Até mesmo no Brasil isto já acontece. Deputados como Jean Wyllys, ditos defensores do Estado laico e de uma maior tolerância, apoiam e incentivam projetos de propagação do Islã. O deputado homossexual que não raramente lamenta e faz lamúrias em relação à "intolerância cristã", deu todo o apoio a um projeto cuja função é instituir o ensino da religião e da cultura islâmicas na rede de ensino público. Estes mesmos afetados que atuam dentro do politicamente correto e pregam o laicismo estatal, atuam na fomentação e incentivo do Islã.Pessoas como Barack Obama e Jean Wyllys não são laicistas, são anti-cristãos.
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O projeto com a redação original e com a assinatura de Jean Wyllys e demais deputados pode ser encontrado clicando aqui.
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Valendo-se da crescente cultura anti-cristã, do politicamente correto instalado pelo governo e fomentado pela mídia, o extremismo islâmico toma conta do Ocidente, em uma neo-Jihad que atua na destruição dos valores cristãos e do Ocidente não mais de fora para dentro meramente com campanhas militares e guerras diretas, mas sim, de dentro para fora, através da instalação de comunidades extremistas, da criação de leis favoráveis e do apoio de lobbys que atuem justamente dentro do politicamente correto e da máscara pseudo-laicista.O Ocidente corre um grave risco, e os efeitos deste risco não são meras teorias conspiratórias. São fatos concretos e notórios.
A convivência pacífica com a religião islâmica somente será possível se este grupo constituir uma parcela insignificante da sociedade, sem qualquer tipo de poder ou ativismo eficiente dentro do sistema jurídico dos países ocidentais. A Europa está pagando um alto preço por ter permitido que isso acontecesse, e os EUA já se tornaram o maior patrocinador ocidental da propagação islâmica e da Jihad declarada.
Se uma convivência pacífica com o islamismo não pode ser alcançada através de guerras, brutalidade ou com um extremismo de mesmo nível, tampouco ela pode ser alcançada com a leniência, permissividade e total negligência das autoridades e governos ocidentais, que mais preocupados em estabelecer uma polida política "pluralista", incentivam e fomentam cada vez mais o extremismo.Estranhamente, estas políticas deram origem apenas a mais ondas de violência e demonstrações de ódio. Não existe incoerência no progressismo globalista, tudo isso é orquestrado e está andando justamente como deve andar.

Líder islâmico culpa política externa britânica pelo ataque em Londres

Via G1

Anjem Choudary afirmou conhecer um dos suspeitos por morte de soldado. Michael Adebolajo é nascido no Reino Unido, mas de origem nigeriana.

O chefe de um grupo islâmico radical britânico proibido pelas autoridades, que conhecia um dos homens que esfaquearam até a morte um soldado numa rua de Londres , disse nesta quinta-feira (23) que a política externa britânica é culpada pelo ataque.

Anjem Choudary disse que Michael Adebolajo, o homem filmado com as mãos cobertas de sangue carregando um cutelo e uma faca após atacar um soldado de folga sob plena luz do dia, tinha comparecido a palestras da Al Muhajiroun, a organização de Choudary que foi proibida pelas leis antiterrorismo de 2010.

"Ele costumava comparecer a algumas manifestações e atividades que tínhamos no passado", disse Choudary à Reuters, acrescentando que não via Adebolajo há cerca de dois anos.

"Quando eu o conhecia, ele era um homem muito agradável, ele era pacífico e eu não acho que exista qualquer razão para pensar que ele faria qualquer coisa violenta."

A organização de Choudary ganhou notoriedade por realizar eventos para comemorar os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, com folhetos que se referiam aos sequestradores dos aviões usados nos ataques como "os 19 Magníficos". O fundador do grupo, o sírio Omar Bakri, foi banido do Reino Unido em 2005.

Choudary sempre afirmou que a Al Muhajiroun proíbe seus seguidores na Grã-Bretanha de realizar ataques no país sob um "pacto de segurança" exigido dos muçulmanos em terras não-muçulmanas.

"Eu não considero que ele fosse um membro da organização, eu não acho que ele era filiado intelectualmente, ele era um contato. Ele costumava participar de algumas coisas", disse Choudary sobre Adebolajo. Ele disse que não conhecia o outro suspeito do ataque, mas que não tinha visto imagens nítidas dele.

"Se você é um homem muçulmano praticante e quer fazer alguma coisa, então você provavelmente vai se deparar com a gente em algum momento, então acho que você não deve se surpreender que ele tenha comparecido a algumas de nossas atividades."

Fontes familiarizadas com a investigação dizem que os dois homens que mataram o soldado eram britânicos de origem nigeriana, e ambos estavam no radar das autoridades antes do ataque.

Conhecidos identificaram Adebolajo, que foi filmado explicando os motivos do ataque, como uma pessoa de criação cristã convertida ao islã.

Líderes religiosos exigem a libertação dos bispos sírios sequestrados.


Por Charisma News | Tradução: Fratres in Unum.com – Dois bispos sírios sequestrados por milicianos islâmicos no dia 22 de abril continuam desaparecidos. Mar Yohanna Ibrahim (Metropolita Siríaco-Ortodoxo) e Dom Boulos Yazigi (Metropolita Greco-Ortodoxo) foram capturados nas proximidades da cidade de Aleppo, centro comercial e industrial da Síria, hoje devastada pela guerra civil.

Yohanna Ibrahim (esquerda) e Boulos Yazigi (direita): os dois bispos sírios sequestrados continuam desaparecidos.
Yohanna Ibrahim (esquerda) e Boulos Yazigi (direita): os dois bispos sírios sequestrados continuam desaparecidos.
Líderes religiosos de todo o mundo uniram vozes pelo pronto retorno de ambos.
Os raptores, ainda não identificados, abduziram aos religiosos enquanto os mesmos empreendiam ações humanitárias em favor da minoria cristã síria, de acordo com o relato de expatriados sírios que vivem nos EUA. Seu motorista [um diácono] foi morto no ataque.
Desde 2011, mais e 70 mil sírios morreram devido à guerra civil entre as forças leais ao presidente Bashar El-Assad e os rebeldes islâmicos que querem depô-lo.
Em comunicado emitido no final de semana passado (27-28 de abril de 2013), a Organização de Cooperação Islâmica conclamou a ‘imediata e incondicional’ libertação dos bispos, afirmando que este ato de sequestro violento contradiz os princípios islâmicos, assim como a alta estima tida para com clérigos cristãos (sic!).
[NOTA DO TRADUTOR: Esta conclamação a princípio soa como justa. Mas é em verdade contraditória, pois os rebeldes do conflito na Síria são radicais islamitas patrocinados pela Arábia Saudita, pelo califado de Omã e pela Turquia. Porém, isso é plenamente plausível dentro do conceito da ‘Takkyia’, a qual basicamente é uma dissimulação, ensinada e preconizada, da doutrina islâmica de sua ‘verdade essencial’, em favor de ganho da confiança e boa vontade de outrem. Em Fevereiro de 2013, dois padres, um armênio católico (Michel Kayyal) e um greco-ortodoxo (Isaac Mahfud) foram sequestrados. Ainda não há notícias sob seus paradeiros.
Abaixo, uma mostra do respeito islâmico à Cristandade, seja ela Católica ou Ortodoxa.
Homem posa com paramentos litúrgicos.
Homem posa com paramentos litúrgicos. Foto: RT.com
Igreja destruída. Foto: RT.com
Igreja destruída. Foto: RT.com
Esta conclamação veio após apelos feitos pelas igrejas Grega, Siríaca e Melquita, e também do apelo feito por Sua Santidade, o Papa Francisco, para que os bispos fossem rapidamente devolvidos às suas comunidades.
Em Nova York, Sua Eminência Timothy Cardeal Dolan, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos afirmou que o sequestro dos bispos e o assassinato do motorista “pesam gravemente nos corações das pessoas de boa vontade”. E acrescentou “que o sequestro de dois homens de paz constitui sinal de terrível violência, a qual destrói a matriz da sociedade síria”. Por fim, assegurou que a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos “trabalhará insistentemente junto a todos os canais disponíveis – a Santa Sé, os organismos internacionais, a comunidade diplomática” para garantir a libertação dos bispos e o fim das hostilidades na Síria.
O bispo Greco-Melquita de Aleppo, Dom Jean-Clement Jeanbart, disse à agência AsiaNews que as igrejas católica e ortodoxa “fazem seu melhor” para trazerem de volta os bispos, mas não entrou em detalhes a respeito. Segundo Dom Jeanbart, “no momento, ninguém entende a motivação para este ato e quem está por detrás destes criminosos”.
Dom Jeanbart ainda disse que a luta em Aleppo se intensificou nesta semana e que uma das regiões cristãs da cidade foi bombardeada com granadas de morteiro. Por isso, quatro pessoas morreram e diversas casas foram destruídas.
“A situação é terrível, ninguém está seguro, nem mesmo os cristãos”, os quais vêm tentando manterem-se neutros neste conflito.
O sobrinho do bispo siríaco-ortodoxo, Jamil Diarbakerli, que representa a Organização Democrática Assíria, disse ao World Watch Monitor (grupo de vigilância de direitos humanos) que os bispos cristãos escolheram permanecer na Síria, apesar dos perigos.
[NOTA DO TRADUTOR: isso é verdade e consonante com as palavras de Dom Gregorios III Laham, Patriarca Greco-Melquita Católico, que enérgica e publicamente afirmou “Não emigraremos!”.
O berço é local onde se conhece uma criança, onde ela, após ter nascido, se desenvolve e floresce para a vida. A Síria é o berço da Cristandade. Em Antioquia foi fundada a primeira sede apostólica, por São Pedro, Príncipe dos Apóstolos. Em Antioquia, os seguidores de Nosso Senhor foram pela primeira vez reconhecidos como cristãos. A caminho de Damasco, Saulo se converteu e tornou-se São Paulo de Tarso.
Da mesma forma, como há muito tempo é na China e no Vietnam, no Iraque e no Líbano, a Síria tem em si a Igreja que sofre. Este fato é agravado pelo legado que a Igreja tem neste país.
A Síria nos deu santos como Santo Ignácio de Antioquia, São João Damasceno, São João Crisóstomo, Santo Efrém e São Maron. Soframos juntos com eles e tomemos um pouco de sua cruz, por amor a Nosso Senhor, que pisou aquela terra. A quem for possível, que ofereçam a Sagrada Eucaristia recebida em intenção à Igreja que sofre na Síria.]
* * *
O Fratres agradece imensamente a um caro amigo, filho da Igreja do Oriente, pela tradução e comentários.

Grupo que organiza parada Gay irá protestar contra o bispo de Bauru. E os Católicos farão o que?

Segundo o jornal Estadão:
Entre os organizadores estão dois grupos de simpatizantes do padre e a Associação Bauru pela Diversidade, a mesma que organizou a Parada Gay na cidade.
A matéria pode ser lida no link acima, mas eu pergunto aos Católicos:

ATÉ QUANDO VOCÊS FICARÃO VENDO A IGREJA SER TOMADA POR COMUNISTAS E NÃO FAZEREM NADA?

‘Maníaco da Cruz’ deixa escritos na pensão do Paraguai: MORTE AOS CRISTÃOS


Em uma entrevista concedida para rádio Amabay do Paraguai no momento em que foi preso pela polícia daquele país, Dionathan Celestrino, 21 anos, conhecido como “Maníaco da Cruz” deixou algumas páginas escritas na pensão em que estava hospedado.
O site de notícias da rádio Amambay mostra alguns dos objetos deixados por Dionathan, como por exemplo, textos que dão a entender que ele estava mais perto de cometer outro crime e que desejava o fim dos cristãos. Nas folhas de papel, ele havia escrito algumas novas supostas mensagens e ordens que deveria cumprir. 
Na  entrevista, o jovem chegou a afirmar que imitou em parte o "Maníaco do Parque", um assassino em série que matou nove mulheres no Parque Estadual de São Paulo.
Dona da pensão
A proprietária da pensão no Paraguai onde Dionathan ficou, disse em entrevista que jamais poderia imaginar que o jovem seria perigoso, segundo ela, ele era um bom rapaz, que andava sempre calado e quase não saia do seu quarto e que também estava tentando aprender a língua.
Ainda segundo ela, o pagamento por sua estadia foi feita de forma antecipada e ele recebia a visita de duas mulheres, supostamente sua mãe e sua tia. Em algumas ocasiões, ele teria ligado para a mãe e a tia de um celular que emprestava de uma vizinha. De acordo com a mulher, Dionathan teria cerca de dois milhões de Guarani em sua posse, quando ele foi preso.
Sem definição
Já em Ponta Porã, a reunião que definiria o destino de Dionathan Celestrino, 21 anos, conhecido como “Maníaco da Cruz” não trouxe resultados e o jovem passará este feriado sozinho, em uma das celas do 2º Distrito Policial da cidade.Das 23 clínicas em São Paulo e Minas Gerais que foram consultadas para a transferência, nenhuma aceitou a internação de Dionathan.
Crimes
Dionathan residia em 2008 com a família no município de Rio Brilhante, distante 160 quilômetros de Campo Grande. Ele assassinou três pessoas por estrangulamento e ainda utilizava uma faca na qual ele escreveu INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus).
Durante o ritual, o ‘Maníaco da Cruz’ ainda deixava as vítimas em forma de uma cruz e por isto foi dado a ele este apelido. Além disso, ele realizava uma espécie de julgamento, para escolher quais as pessoas eram impuras e a partir daí cometia os crimes.

O retrato de uma era

Fratres in Unum | A VIDA SACERDOTAL

O bispo ultrajado demonstra seu amor à Virgem MARIA
Ativistas de um grupelho animalesco invadem conferência e jogam água no Arcebispo de Bruxelas, Dom André-Joseph Léonard — o mesmo que há três anos recebeu uma torta na cara por conta de seu claro posicionamento em defesa da moral católica.

Um triste retrato de um mundo que caminha a passos largos para o abismo. Diante da imagem, alguns católicos conformistas e acomodados dão a derrota como consumada e preferem jogar a toalha. Nós, no entanto, vamos até o fim. Como dizia o grande Dom Pestana, “o Senhor nos pede não a vitória, mas a luta”.

Dom Léonard sequer olhou para as infelizes que o agrediram: levantou-se, beijou uma imagem de Nossa Senhora e se retirou. Rezemos por ele.