Tendo em vista os diversos comentários, alguns até com ofensas à minha pessoa, referentes às publicações sobre ostatus canônico do sr. Carlos Valério Batista Aguiar, gostaria de colocar um ponto final nesta questão declarando e reafirman do que as postagens sobre o sr. Carlos Valério (1, 2, 3 e 4) têm única e exclusivamente a finalidade de alertar os fiéis sobre a situação grave de sua irregularidade canônica relativa ao recebimento do sacramento da ordem por parte de uma sociedade com nenhum vínculo canônico-doutrinal com a Igreja Católica Apostólica Romana.
Sem ter pessoalmente nada contra o sr. Carlos Valério, pelo simples fato de não conhecê-lo em pessoa, tenho apenas o dever de afirmar, para informação dos fiéis católicos, que ele não é sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana. Assim, não devem os fiéis recorrer a alguém que não está em situação regular perante a Igreja Católica Apostólica Romana para a recepção de qualquer sacramento, ainda que esta pessoa se apresente socialmente como sacerdote católico romano e paramente-se com vestes sacerdotais para a celebração do rito latino (seja em sua forma ordinária ou extraordinária).
Portanto, considero que as postagens anteriores foram suficientes para demonstrar a situação de irregularidade canônica do referido senhor. Reitero que o único fim que me moveu a estas postagens foi o de alertar a comunidade de católicos, especialmente da Arquidiocese de Niterói, acerca do fato de o referido sr. não estar devidamente autorizado pela Igreja Católica Apostólica Romana a administrar qualquer sacramento aos fiéis católicos. Ressalte-se que, pelo direito canônico, a administração dos sacramentos em tal situação traz consigo graves problemas relativos à licitude e/ou validade dos sacramentos celebrados, em prejuízo dos próprios fiéis.
In CHRISTO,
Allan dos Santos.
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