III. A natureza das funções sacerdotais exige a santidade.


392. Conforme o testemunho do Apóstolo S. Paulo, o sacerdote é mediador entre o homem e Deus, entre a terra e o céu: escolhido entre os homens, para ser seu representante, deve ser aceito a Deus, chamado por Ele, para ter direito de aparecer na sua Presença a oferecer-Lhe as homenagens dos homense a obter Dele benefícios: “Omnis namque Pontifex, ex hominibus assumptus, pro hominbus constituitur in iis quæ sunt ad Deum, ut offerat dona et sacrificia pro peccatis... Nec quisquam sumit sibi honorem, sed qui vocatur a Deo tanquam Aaron” [Hb 5, 1-4]. As suas funções podem-se reduzir a duas principais: é o Religioso de Deus [no sentido de oficialmente é encarregado dos deveres de religião], encarregado de O glorificar em nome de todo o povo cristão; é um Salvador, um Santificador de almas, que tem missão de colaborar com Jesus Cristo na slavação e santificação do próximo. Ora, este duplo título, deve ser santo [1], e por conseguinte, tender incessantemente a plenitude da santidade que as suas funções reclamam.
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[1] E ainda o que diz SANTO TOMÁS (IV Sent., dist. 24, q. 2); “Qui divinis mysteriis applicatur regiam dignitatem assequuntur et perfecti in virtute esse debent”.
Ótimo blog que está se juntando a nós em defesa da família cristã e da fé!!
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