Uma sopa muitíssimo inusitada

Violações horrorosas contra a humanidade sempre ocorreram. Porém, hoje em dia, elas ocorrem livremente até mesmo no cardápio.

(kreuz.net) Um livro publicado nos EUA descreve a perseguição de católicos na China. A obra redigida em inglês intitula-se "The seven sorrows of China". ["As sete dores da China"].

O autor é um diácono casado chamado Mark Miravalle. Ele leciona Teologia na universidade franciscana de Steubenville, no estado americano de Ohio.

Em seu livro, Miravalle fala também dos abortos patrocinados pelo regime de terror do governo comunista.

Assim, a grande maioria dos chineses perdeu qualquer sentido de que algo não pode estar bem quando se faz abortos.

O desmembramento e aspiração de um nascituro humano tem o significado de uma vacina contra gripe ou uma visita ao dentista.

Bom para a saúde

Miravalle menciona também os frutos macabros da inescrupulosa mentalidade abortista.

Assim, recentemente, tornou-se um fato conhecido que cinco restaurantes em uma região descrita por Miravalle servem "Sopa de Feto".

O prato inusitado custa 300 Yuan – que equivale a quase trinta Euros.

Publicações médicas na China chegaram até mesmo a afirmar que o consumo de cadáveres infantis tem um efeito positivo para a saúde.

Este seria o motivo pelo qual operadores locais de hospedarias teriam começado a introduzir esse suposto remédio no menu.

Segundo Miravalle, houve até mesmo sítios na Internet que fizeram propaganda para a "sopa de feto". Contudo, eles foram retirados pelo governo chinês, a fim de evitar um escândalo internacional.

Já no ano de 2005 o filme "Dumplings – Tentação Delicada" tratou do problema do canibalismo na China.

Tradução livre de Teresa M. Freixinho
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Mais sobre o filme citado: http://www.imdb.com/title/tt0472458/plotsummary e http://www.imdb.com/media/rm3713963008/tt0472458

Origem das Cruzadas

As guerras entre os países de religião ocidental e  os ocupantes muçulmanos na Terra Santa, principalmente em decorrência da ocupação  dos lugares de veneração dos cristãos  remontam ao século VII  com a ocupação dos maometanos e, mais tarde, os turcos (século XI) que dominaram a região. A princípio oito batalhas, denominadas cruzadas, estenderam-se de 1095 a 1270, se bem  que após esse período, durante muito tempo foram outras organizadas , porém, com características diferentes das Cruzadas primitivas.

Os cristãos na Palestina sempre haviam sido tratados com hospitalidade  pelos  muçulmanos. Os árabes também consideravam Jerusalém  uma cidade respeitável e Jesus, segundo eles, simplesmente um  dos profetas  que haviam precedido Maomé.  Quando Al-Hakim,  o califa louco do Cairo, destruiu a  igreja do Santo Sepulcro (1010), os próprios maometanos contribuíram substancialmente para a sua restauração.

Entretanto, com o avanço dos turcos  modificou-se completamente a situação.  Em 1070 os turcos haviam tomado Jerusalém aos árabes e  começaram então as  perseguições e profanações que os peregrinos narravam com cores vivas no Ocidente.