Ano Mariano


Por Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Penso que seja extremamente oportuna a iniciativa do meu querido irmão, Padre Rodrigo Maria, de suplicar ao Papa Bento XVI a graça de um novo Ano Mariano para 2012-2013.

Tenho ainda na lembrança as graças imensas que pude colher do Ano Sacerdotal que vivemos, por ocasião do aniversário de 150 anos da morte de São João Maria Vianney (Padroeiro dos Párocos), e que teve muitíssimos frutos de conversão na vida de tantos padres. Um novo Ano Mariano comemorando, em 2012-13, recordando os 25 anos do último ano mariano proclamado pelo servo de Deus o Papa João Paulo II e comemorando os 300 anos do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Montfort, seria um verdadeiro tempo de graça para a Santa Igreja de Deus.

O Ano Mariano em 2012 seria uma grande oportunidade de reavivar a Devoção a nossa Mãe Santíssima no coração dos católicos e propagar a prática da Consagração Total a Ela, como é ensinado pelo próprio São Luis.
Seria uma forma muito prática de responder aos apelos que a Virgem Santíssima fez em Fátima (1917): “Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. (…) Se fizerdes o que vos digo, muitas almas se salvarão e terão paz.”

Pois como diz o próprio São Luis, “foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por meio Dela que Ele deve reinar no mundo. (…) Por Ela Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele.” (“Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, n. 1; 85)

Por estas razões, gostaria de me unir a esta iniciativa do Pe. Rodrigo Maria, e convidar você, caríssimo irmão e irmã, a enviar também a sua carta ao Santo Padre Bento XVI, através dos endereços que se encontram abaixo.


Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
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A Sua Santidade Bento XVI
Palazzo Apostolico
Città del Vaticano (Europe)


(Enviar cópia para:)
Ao Rev.mo Monsignore
Mons. Ettore Balestrero
Sotto-Segretario per i Rapporti con gli Stati
Segreteria di Stato
Città del Vaticano (Europe)
——–

Que reine em nossos corações o puro amor de Deus!


Aos católicos, movimentos, associações e a todos que ainda conservam a fé e acreditam no amor.

Caríssimos irmãos diante da situação dramática na qual se encontro o nosso mundo; tendo diante de nossos olhos o aumento da iniquidade, o avanço do mal, a destruição dos valores, a perca da fé e o esfriamento da caridade, somos impelidos a perguntar: Até quando isso continuará? O que podemos fazer para que tudo isso mude? Para que o mal seja superado e o amor volte a prevalecer? O que fazer para que Jesus seja mais conhecido, amado e adorado por todos?

Na verdade Deus já nos deu a resposta! Em meio a esta batalha espiritual O Senhor mesmo estabeleceu sua estratégia para esmagar a cabeça do inimigo, neutralizar a ação do mal. E estender seu reinado nos corações. Ele nos deu uma mãe!

O próprio Jesus consagrou a Igreja aos cuidados de sua mãe Santíssima (“Eis aí a tua mãe”, Jo 25,19), colocando-nos sob sua autoridade, fazendo de nós seus filhos na ordem da Graça, entendendo sua maternidade espiritual sobre todos os corações para que ela nos ensinasse a amar a Deus em verdade levando-nos a fazer tudo quanto Jesus mandou.

Em Fátima (1917) a Santíssima Virgem nos recordou a vontade de Deus e sua estratégia para vencer o inimigo em meio a esta guerra espiritual; Ela nos disse: “Meu filho quer estabelecer ao mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. Eis o remédio para os nossos tempos! Uma verdadeira devoção a Santíssima Virgem. Uma devoção que nos coloque em seu colo, ou melhor, na escola de seu Imaculado Coração, onde devemos aprender o verdadeiro amor a Deus, tornando-nos cristãos autênticos, santos, a altura dos tempos difíceis em que vivemos. O mundo precisa de santos… e Deus determinou que estes fossem formados na escola do Imaculado Coração de sua Mãe Santíssima.

A Total Consagração é um meio privilegiado para se entrar no coração da Santíssima Virgem, pois por este meio, nós aceitamos livremente a maternidade espiritual de Nossa Senhora sobre nós, assumindo a condição de filhos como Jesus determinou. Se os cristãos conhecessem e vivessem a Total consagração a Santíssima Virgem, aprenderiam com a Mãe do Céu a amar a Deus e ao próximo como Jesus ensinou.


Jesus quer que se estabeleça no mundo a devoção ao coração de sua Mãe Santíssima. Como fazer?
Em 2012, o “Tratado da Verdadeira devoção à Santíssima Virgem” escrito por São Luís Grignion de Montfort completará 300 anos, dando – nos uma singular oportunidade para difundir a devoção ali tão sublimemente ensinada. A concretização deste desejo do coração de Jesus expresso por Nossa Senhora e Fátima, tomará grande impulso, se conseguíssemos junto Santo Padre a graça de um ano Mariano de 2012 a 2013. Pois a exemplo do que aconteceu no ano sacerdotal, toda Igreja se volta para meditar a pessoa e a missão da Santíssima Virgem, tal como apresenta o padre de Montfort que por sua vez, poderia ser apresentado como exemplo de devoção a Santíssima Virgem, e por isso mesmo, de amor a Jesus Cristo.

Irmãos, peçamos ao Santo Padre a Graça de um Ano Mariano em 2012 para que venha ao mundo o esperado Triunfo do Imaculado Coração de Maria e consequentemente o reinado de Jesus em cada coração. Falemos com todos para que enviem carta ao Santo Padre, o Papa, bem como para os cardeais; para os nossos bispos, padres, comunidades, associações e movimentos, pedindo a estes que façam o mesmo, ou seja, que envie ao Santo Padre e aos Cardeais um pedido para que em 2012 – 2013 sejam decretado Ano Mariano.

Segue em anexo um modelo de carta que foi enviada ao Santo Padre pedindo a Graça do Ano Mariano em 2012-2013.


Nos corações de Jesus e Maria,
Pe. Rodrigo Maria


Fraternidade Arca de Maria
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Recife, 21 de Setembro de 2010.

A Sua Santidade

Papa Bento XVI


Beatissime Pater,
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Desejosos de contribuir com o retorno da humanidade a Cristo e com a restauração da Fé entre os batizados, queremos suplicar a Vossa Santidade a graça da proclamação de um Ano Mariano em 2012-2013 , quando o“Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Grignion de Montfort completará 300 anos, bem como fará exatos 25 anos do último Ano Mariano que a Santa Igreja viveu (1987-1988), convocado pelo saudoso Papa João Paulo II.

A exemplo do que ocorreu no Ano Sacerdotal (2009-2010), quando toda Igreja meditou sobre a natureza e importância do sacerdócio cristão – havendo sido proposta a figura de são João Maria Vianney como modelo para os sacerdotes – um Ano Mariano que propusesse a Total Consagração a Jesus por Maria seria ocasião para renovação espiritual de todo povo e incremento de uma nova evangelização .

A Total Consagração ou Santa Escravidão de amor, como é ensinada pelo padre de Montfort é de uma perene atualidade pastoral uma vez que é radicada na renovação das promessas batismais, tornando-se assim meio privilegiado para recuperação da consciência de nosso batismo, bem como de nossa vocação a bem-aventurança eterna.

A proclamação de um Ano Mariano para toda a Igreja tornar-se-ia também uma resposta positiva ao desejo de Nosso Senhor expresso por sua Mãe Santíssima aos pastorinhos de Fátima em 1917, a qual disse : “Meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. De fato, a total consagração a Santíssima Virgem traduz muito bem aquela santa dependência que Jesus quis que tivéssemos para com sua Mãe Santíssima a fim de que na escola de seu Imaculado Coração aprendessemos a fazer bem tudo quanto Ele mandou.

Por ser completamente cristocêntrica a devoção à Santíssima Virgem como é proposta por São Luis de Montfort, encontrou no Papa João Paulo II um grande acolhimento, aprovação e recomendação, ao ponto de tornar-se sua dileta via espiritual, mostrando mais uma vez sua atualidade.

Santidade, tudo que os nossos dias precisam é de verdadeiros seguidores de Cristo, de homens e mulheres santas que vivam o seu batismo, que amem a Santa Igreja e a humanidade e que não tenham medo de crer e viver a fé. E não temos duvidas que estes devem ser formados na bendita escola do Imaculado Coração de Maria, pois foi Cristo quem por primeiro nos consagrou e nos confiou aos cuidados desta Mãe Santíssima a fim de que ela nos ensinasse a amar a Deus de verdade.

Padre Santo, estamos em continua oração por Vossa Santidade e por Sua missão.
Em espírito de filial submissão, de joelhos, pedimos Sua Bênção paternal.
Nos corações de Jesus e Maria,

Padre Rodrigo Maria

Fraternidade Arca de Maria

TEOLOGIA DOGMÁTICA, Ludwig Ott - (I)


O AVS tem a alegria de traduzir um excelente livro de Teologia Dogmática. Seu original em espanhol pode ser encontrado em nossa biblioteca digital.
Bom proveito!
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INTRODUÇÃO À TEOLOGIA DOGMÁTICA


NOÇÃO E OBJETO DA TEOLOGIA

1. Noção

O termo teologia significa etimologicamente «tratado de Deus» (lógos perí theou, «de divinitate ratio sive sermo» (SANTO AGOSTINHO, De Civ. Dei VIII 1). Teologia é, portanto, a ciência ou estudo acerca de Deus.


2. Objeto

O objeto material primeiro da teologia é Deus; o secundário, as coisas criadas assim que se encontram em relação com Deus : «Omnia pertractantur in sacra doutrina sub ratione Dei, vel quia sunt ipse Deus, vel quia habent ordinem ad Deum ut ad principium et finem» (S.Th. I, I, 7).

Em relação ao objeto formal, é necessário distinguir entre a teologia natural e a sobrenatural. A teologia natural, iniciada por Platão (denominada theologia naturalis por Santo Agostinho, seguindo a expressão de Varrón, e que do século XIX foi chamada também teodicéia), constitui o ponto culminante da filosofia e pode definir-se como a exposição científica das verdades acerca de Deus, assim que estas são conhecíveis pela luz da razão natural. De outro modo, a teologia sobrenatural é a exposição científica das verdades a respeito de Deus, assim que estas são conhecíveis pela luz da revelação divina. O objeto formal da teologia natural é Deus, tal como lhe conhecemos pela luz da razão natural através das coisas criadas; o objeto formal da teologia sobrenatural é Deus, tal como lhe conhecemos pela fé mediante a luz da revelação (cf. SÃO AGOSTINHO, De Civ. Dei VI 5; S.Th. I, Q.1, ad 2).

A teologia natural e a sobrenatural se distinguem entre si: pelo princípio cognitivo (a razão natural — a razão iluminada pela fé), por meio do conhecimento (as coisas criadas — a revelação divina) e pelo objeto formal (Deus uno - Deus uno e trino).


PRINCÍPIO COGNITIVO
MEDIANTE
OBJETO FORMAL
TEODICÉIA
As coisas criadas.
A razão natural.
DEUS UNO.
TEOLOGIA SOBRENATURAL
A revelação divina
A revelação.
DEUS UNO E TRINO.

§ 2. A TEOLOGIA COMO CIÊNCIA

1. Caráter científico da teologia

a) Segundo a doutrina de Santo Tomás, a teologia é verdadeira ciência, porque parte de verdades fundamentais absolutamente certas (principia), as verdades reveladas; extrai delas, mediante um método de argumentação estritamente científico, novos conhecimentos, as conclusões teológicas (conclusões); e as reúne todas em um sistema organizado.

Não obstante, a teologia é uma ciência subordinada (scientia subalternata), porque seus princípios não são intrinsecamente evidentes para nós, mas sim os recebe de uma ciência superior, do saber de Deus comunicado por revelação ; S.th. t 1, 2: «Sacra doutrina est scientia, quia procedit ex-principiis notis lumine superioris scientiae, quae scilicet est scientia Dei et beatorum».

A escolástica se dedicou exclusivamente ao estudo da teologia especulativa. O florescimento da investigação histórica a começos da idade moderna ampliou o conceito de ciência, e esta ampliação aplicou-se também na teologia positiva. Por ciência em sentido objetivo se entende hoje em dia um sistema de conhecimentos metodicamente elaborados a respeito de um objeto que guarde unidade. A teologia possui um objeto homogêneo, serve-se de um procedimento metódico de acordo com o seu objeto e reúne os resultados obtidos em um sistema organizado. A sujeição à autoridade de Deus e da Igreja, não diminui absolutamente o caráter científico da teologia, pois tal autoridade pertence à substância mesma da verdade revelada por Deus e depositada nas mãos da Igreja, e, portanto, não é possível separá-la do objeto da teologia.

b) A teologia se eleva por cima das outras ciências pela excelência de seu objeto, pela suprema certeza de seus conhecimentos, que se fundam no saber infalível de Deus, e por sua ordenação direta ao supremo fim do homem (cf. S.Th. 1,1, Q.5).

c) A teologia, segundo Santo Tomás, é ciência especulativa e prática ao mesmo tempo, pois por uma parte estuda a Deus, verdade suprema, e a todas as criaturas em suas relações com Deus, e por outra estuda também, sempre à luz da verdade divina, a conduta moral do homem em ordem a seu fim último sobrenatural. A parte especulativa possui a primazia, pois a ciência teológica aspira acima de tudo a conhecer a verdade divina, e também porque o último fim da conduta moral consiste no perfeito conhecimento de Deus (S.Th. 11, 4).

A escola franciscana medieval estima que a teologia seja uma ciência prática ou afetiva, porque os conhecimentos teológicos movem por sua mesma natureza o afeto. O fim primitivo da teologia é a perfeição moral do homem: cui boni flamas» (BOAVENTURA, Proemium in IV livros Sent., Q. 3).

A razão última desta diversa apreciação do problema radica na distinta estimativa das potências da alma. Santo Tomás e sua escola reconhecem com o Aristóteles a primazia do intelecto; a escola franciscana, em troca, decide-se com Santo Agostinho pela primazia da vontade.

d) A teologia é sabedoria, pois estuda a causa profundíssima e última de todas as coisas. É a suprema sabedoria, porque considera essa última causa à luz da verdade revelada pelo mesmo saber de Deus (cf. S.Th. I, I, Q.6).

2. A ciência da fé

A teologia é ciência da fé. Pressupõe, pois, a fé em sentido objetivo (fides quae creditur) e em sentido subjetivo (fides qua creditur). A teologia compartilha com a fé as fontes de seus conhecimentos, que são: a Sagrada Escritura e a tradição (regra remota de fé) e as declarações do Magistério da Igreja (regra próxima de fé). Mas a teologia, assim enquanto ciência da fé, possui também um princípio cognitivo especial, ou seja, a razão humana, por meio da qual procura penetrar e compreender o quanto é possível o conteúdo e a conexão do sistema de verdades sobrenaturais. Santo Agostinho expressa este mesmo pensamento nestas palavras: Crede ut intelligas (Sermo 43, 7, 9); Santo Anselmo de Cantuária expressa-se também da seguinte maneira: [A teologia é] fides quaerens intellectune (Proslogion, Proemio), e: Credo ut intelligam (Proslógion 1); Ricardo de São Vitor disse estas palavras: «Properemus de fide ad cognitionem. Satagamus, in quantum possumus, ut intelligamus quod credimus» (De Trinitate, Prólogo).

3. Divisão

A teologia é uma só ciência, pois não possui mais que um só objeto formal : Deus e as criaturas assim que são objeto da revelação divina. Como a revelação é uma participação do saber divino, a teologia, como afirma Santo Tomam, é em certa maneira uma gravação do saber divino, único e absolutamente simples, na mente criada do homem (S.Th. 11, 3).

Segundo os diversos fins que se proponha, a ciência teológica, sendo uma sozinha, pode dividir-se nos seguintes ramos ou especialidades:

a) Teologia dogmática, incluindo também a teologia fundamental que serve de apóie ao dogma.
b) Teologia histórico-bíblica: Introdução à Sagrada Escritura, hermenêutica, exegese; história eclesiástica, história dos dogmas, história da liturgia, história do direito canônico, patrologia.
c) Teologia prática: Teologia moral, direito canônico, teologia pastoral com a catequética e a homilética.


Vigília pelos Nascituros - dia 27/11/2010

Adaptado de Nostrae Laetitiae


Como havia pedido o Santo Padre, foi realizada uma vigília pelos Nascituros ontem, dia 27/11/10, último dia do ano liturgico até então vigente. No âmbito da Adm. Apostólica, Dom Fernando ordenou a todos os sacerdotes que fizessem tal vigília com os fiéis, e assim foi feito.

Na paróquia pessoal de N. Sra. do Terço - em Campos - foi feita também essa vigília, muito solene. As I Vésperas do I Domingo do Advento foram cantadas solenemente. O padre entrou de pluvial e estola roxos e sobrepeliz, acompanhado de 4 acólitos.


Procissão de entrada
Entrada
Ao som do Rorate Caeli começou, efetivamente, a vigília.


Canto do Rorate Caeli
Canto do Rorate Caeli
As irmãs, Filhas de Nossa Senhora Auxiliadora, compuseram o coro gregoriano que cantou as vésperas. Depois do canto das vésperas, o sacerdote fez um pequeno sermão e todos rezaram - de joelhos - o terço diante do Ssmo. Sacramento exposto, sendo encerrado com a bênção do Ssmo.. A igreja cheia de fiéis se uniu em orações ao Santo Padre em seu clamor pelos nascituros.

As fotos foram tiradas com o celular mesmo. Por isso peço que se releve a baixa qualidade das fotos.


Padre cantando as vésperas
Cantando as Vésperas


As irmãs
Irmãs Filhas de Nossa Senhora Auxiliadora


Igreja cheia
Fiéis participam piedosamente


Exposição do Ssmo. Sacramento
Expondo o Ssmo. Sacramento


Todos rezando o terço diante do Ssmo.
Rezando o terço diante do Ssmo. Sacramento