Papa celebra "versus Deum" na Capela Paulina

O Papa Bento XVI recebeu, nesta terça-feira, os membros da Comissão Teológica Internacional. O encontrou contou ainda com uma Santa Missa celebrada pelo Sumo Pontífice na Capela Paulina do Palácio Apostólico.

O Santo Padre celebrou a Santa Missa na tradicional posição versus Deum, como tem feito nos últimos anos, sempre que celebra na Capela Sistina. A situação, entretanto, é diferente uma vez que o altar da Capela Sistina, fixado na parede, só permite a posição tradicional. Na Capela Paulina, recentemente reformada, a posição do altar permite ambas as orientações litúrgicas e, por isso, a escolha do Santo Padre é motivada por razões teológico-litúrgicas, e não por razões práticas, como poderiam sugerir suas missas versus Deum na Capela Sistina.

É o magistério ordinário do Papa que, além das palavras e das bênçãos, faz descer “qual mel do rochedo” os exemplos do Doce Pai.

1ª parte: voltado para os fiéis
2ª parte - voltado para Deus

Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação

Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação.O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.
Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”. As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.
O pontífice admite que a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho.


“Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação

Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação.O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.
Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”. As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.
O pontífice admite que a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho.

“Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.